sexta-feira, 20 de junho de 2014
Tomb Raider
Por: Nyu
sexta-feira, junho 20, 2014
Games, himiko, lara croft, mulheres fodonas, sobrevivencia, sobrevivente, Sou Foda, tomb raider 2013, yamatai
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Esse foi um dos jogos que fizemos gameplay em nosso canal.
Agora é hora de falar sobre o que eu achei do game. Mas antes de mais nada, essa game é um reinicio da série, sem relação com os anteriores, sendo considerado o primeiro jogo de uma nova série de Tomb Raider.
Criado pela Crystal Dynamics e publicado pela Square Enix, Tomb Raider foi lançado em 5 de Março de 2013 para PC, Xbox 360 e Playstation 3, e a Definitive Edition lançado para Playstation 4 e Xbox One em Janeiro de 2014.
Existe uma lenda de uma ilha japonesa sobre uma princesa chamada Himiko, e é para lá onde Lara e sua equipe vão, mas não parece muito fácil de encontrar esse lugar, já que sua ilha não está no mapa. Uma tempestade acontece em alto mar, fazendo com que o navio afunde, fazendo Lara e sua equipe ilhem em um lugar estranho.
Lara é capturada e presa em uma caverna, onde consegue escapar e agora precisa encontra seu grupo. Encontrando com Sam, sua melhor amiga, ela descobre que existe mais gente naquele lugar, e conhece Mathias, um homem estranho e um tanto suspeito, e descobre que há um culto em devoção a Himiko.
sábado, 14 de junho de 2014
Os Quadrinhos de Ryan Andrews
Por: Lucas
sábado, junho 14, 2014
all these feels, Leitura, quadrinhos, Ryan Andrews, sentimentos
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Quem
nos acompanha a algum tempo já deve ter notado minha fascinação
por arte, principalmente as de mídia visual. Não que eu não seja
um apreciador de boa música, mas sempre tive paixão por desenhos. O
principal motivo para isso é a inúmera quantidade de interpretações
que se pode existir de uma mesma imagem. Tudo depende das
experiências de cada pessoa, e uma mesma imagem pode passar
diferentes sentimentos e trazer diferentes lembranças para duas
pessoas.
terça-feira, 3 de junho de 2014
Resenha: Dragões de Éter
Por: Lucas
terça-feira, junho 03, 2014
caçadores de bruxas, chapeuzinho vermelho, círculos de chuva, contos de fadas, corações de neve, dragões de éther, escritores brasileiros, joão e maria, Leitura, livros brasileiros, tropa de elite
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Nova
Ether é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de
fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres
racionais, algumas delas se voltaram contra as antigas raças. E
assim nasce a Era Antiga.
Essa
Influência e esse temor sobre a humanidade só têm fim quando Primo
Branford, o filho de um moleiro, reúne o que são hoje os heróis
mais conhecidos do mundo e lidera a histórica e violenta Caçada de
Bruxas.
Primo
Branford é hoje o Rei de Arzallum, e por 20 anos saboreia,
satisfeito, a paz. Nos últimos anos, entretanto, coisas estranhas
começam a acontecer...
Uma
menina vê a própria avó ser devorada por um lobo marcado com magia
negra. Dois irmãos comem estilhaços de vidro como se fossem passas
silvestres e bebem água barrenta como se fosse suco, envolvidos pela
magia escura de uma antiga bruxa canibal. O navio do mercenário mais
sanguinário do mundo, o mesmo que acreditavam já estar morto e
esquecido, retorna dos mares com um obscuro e ainda pior sucessor. E
duas sociedades criminosas entram em guerra, dando início a uma
intriga que irá mexer em profundos e tristes mistérios da família
real.
E
mudará o mundo.
Essa
acima é a sinopse da orelha do primeiro livro da trilogia Dragões
de Éter, Caçadores de Bruxas.
Antes
de iniciar, alguns avisos: eu nunca fiz uma resenha literária antes,
então espero ter algum sucesso na primeira. Segundo, eu vou analisar
a trilogia como um todo. Terceiro, podem haver spoilers, embora eu vá
evitá-los ao máximo. Toda a saga se baseia no crescimento dos
personagens como pessoas, sua evolução, e por isso quaisquer
spoilers podem estragar a experiência. Enfim, vamos lá.
Dragões
de Éter é uma trilogia escrita pelo brasileiro Raphael Draccon. É
formado pelos livros Caçadores de Bruxas, Corações de Neve e
Círculos de Chuva. Cada livro da série tem uma ótima unidade -
apesar de eventos do primeiro livro influenciarem até o último,
todos eles tem uma história relativamente fechada, contando com suas
próprias tramas, subtramas e clímax.
Sobre
a História
Draccon
criou seu universo a partir da união de diversas influências.
Contos de fadas e outras histórias que passamos nossa vida inteira
ouvindo e conhecendo. E ele não faz questão de esconder essas
influências. Alias, talvez isso torne a obra tão fantástica.
Durante o decorrer da narrativa, ele guia a história para mostrar
exatamente qual e a influência daquele trecho. E devo dizer que
muitas vezes fui pego de surpresa, entendendo a referencia só nos
últimos segundos antes dela se tornar explicita no texto.
domingo, 1 de junho de 2014
O Senhor da Luz - Resenha
Por: Nyu
domingo, junho 01, 2014
a saga de datahriun, escritores brasileiros, Leitura, livros, livros brasileiros, o senhor da luz
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Comprei esse livro quando fui no evento AnimeExpo Campinas desse ano, e como prometido, estou fazendo uma matéria sobre ele, e claro, estarei agora devendo somente uma matéria sobre outro livro, Máscara, que também adquiri por lá.
Essa é minha segunda resenha de um livro, ainda não sei em que formato de postagem é adequado para se falar de um livro, mas estou tentando melhorar para ficar igual ou melhor que as matérias de games e animes que faço, se vocês tiverem sugestões para que eu possa melhorar esse tipo de artigo por favor comentem, que vocês estarão ajudando muito!
Essa é minha segunda resenha de um livro, ainda não sei em que formato de postagem é adequado para se falar de um livro, mas estou tentando melhorar para ficar igual ou melhor que as matérias de games e animes que faço, se vocês tiverem sugestões para que eu possa melhorar esse tipo de artigo por favor comentem, que vocês estarão ajudando muito!
O livro foi lançado em 2013 pela editora Novo Século, e foi escrito por Graciele Ruiz.
História
Como é um livro, prefiro transcrever o que está na sua contracapa para evitar spoilers nesse momento.
Lícia se sentiu muito sozinha quando seu avô morreu, deixando uma chave e um pedido. Essa chave abria uma caixa muito poderosa, capaz de fazer viver, novamente, um planeta já morto: Datahriun. Porém, ela só poderia ser aberta por cinco chaves. Aquela era apenas uma delas, e o ultimo pedido de seu avô era para que Lícia as reunisse e encontrasse os seus guardiões. Desse modo, eles poderiam fazer o que ninguém havia feito antes.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Shingeki no Kyojin - Attack on Boyband
Por: Nyu
quinta-feira, maio 22, 2014
720p Madness, attwhore, christa, hanji zoe, jean, levi, musicas, musicas fodas, shingeki no kyojin
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As pessoas tem uma grande criatividade em criar essas coisas. A primeira é uma paródia com a música High High, falando sobre Levi, e o segundo é um rap para o Jean.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Defendendo Kill la Kill e sua roupa "depravada"
Por: Nyu
segunda-feira, maio 19, 2014
. de vista, attwhore, discussão sobre roupas, kill la kill, menina magica, Mulher, mulher pelada, mulheres fodonas
3 comments
Já falei de Kill la Kill, mas lendo algumas coisas pela internet me fez coçar a mão e resolvi fazer um post defendendo o anime, ou mais especificamente as roupas das personagens.
Se quiser saber sobre o que Kill la Kill se trata, leia nossa resenha sobre o anime.
E essa matéria será grande pra caralho.
Vamos ao que pode ser considerado um problema no anime: quando Ryuko Matoi e Satsuki Kiryuin se transformam usam roupas ultra sexys, principalmente a segunda. Segundo várias pessoas, quando as personagens femininas de qualquer midia, seja anime, mangá, séries televisivas, games, filmes, etc, usam roupas curtas é porque estão sendo objetificadas.
E essa matéria será grande pra caralho.
Vamos ao que pode ser considerado um problema no anime: quando Ryuko Matoi e Satsuki Kiryuin se transformam usam roupas ultra sexys, principalmente a segunda. Segundo várias pessoas, quando as personagens femininas de qualquer midia, seja anime, mangá, séries televisivas, games, filmes, etc, usam roupas curtas é porque estão sendo objetificadas.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
ArcheBlade - Primeiras Impressões
Por: Nyu
segunda-feira, maio 12, 2014
Games, homem musculoso, jogo de menina, jogo do demonho, jogo online, menina magica, MMO
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Não é um Team Fortress da vida, mas da para quebrar o galho, e por favor, alguém pode dar algumas roupas para as moças? Acho que faltou verbas para comprar tecidos.
ArcheBalde é um MMO de luta feito por CodeBrush Games e baseado em uma Novel de fantasia da Coréia, porém não há uma história por trás do jogo. Ele pega a essência do combos de jogos de luta como Street Fighter ou Tekken, combinando com o sistema de MMO. O estilo de jogo mudará dependendo do mapa, conforme listado abaixo:
Basicamente você precisa capturar os cristais espalhados pelas fases, e quanto mais tempo ele estiver com sua equipe, mais pontos terão. Os mapas para esse modo são Nether Dale e The Bridge.
Team Last Man Standing
Vence a equipe que eliminar a outra primeiro. Não há respawn, então você precisará ter uma equipe unida para sair vencedor em 5 rodadas. O mapas é Steam Canal.
Team Deathmatch
A equipe que matar mais ganha. Cada morte conta um ponto, então o objetivo de sua equipe é dar o máximo de kills possíveis. Os mapas são Altar of War e Under Siege.
Free for All
MATA TODO MUNDO! O_O
Ganha quem fizer 70 pontos primeiro. Os mapas são Nagas Pit e Summer Island.
O que eu acho?
Andei jogando bastante por esses dias, e como é um jogo simples fica mais fácil de falar. É um PvP feito para ser rápido e divertido, e realmente ele consegue fazer isso, ao contrário de outros jogos mais famosos como Dota em que uma partida pode demorar, em ArcheBlade você consegue jogar de 5 a 10 minutos dependendo do modo de jogo que escolher. É o tipo de jogo que eu gosto, uma vez que a demora para terminar um jogo pode ser incomodo quando está jogando sem seus amigos ou sua equipe não ajuda muito.

Free for All
MATA TODO MUNDO! O_O
Ganha quem fizer 70 pontos primeiro. Os mapas são Nagas Pit e Summer Island.
O que eu acho?
Andei jogando bastante por esses dias, e como é um jogo simples fica mais fácil de falar. É um PvP feito para ser rápido e divertido, e realmente ele consegue fazer isso, ao contrário de outros jogos mais famosos como Dota em que uma partida pode demorar, em ArcheBlade você consegue jogar de 5 a 10 minutos dependendo do modo de jogo que escolher. É o tipo de jogo que eu gosto, uma vez que a demora para terminar um jogo pode ser incomodo quando está jogando sem seus amigos ou sua equipe não ajuda muito.

Ele tem sistema de níveis atrelado a conta, mas não há seleção de salas para cada nível, ou seja, um jogador nível 1 pode jogar junto ou contra um outro nível 75, e as diferenças serão a experiencia de jogo, afinal uma pessoa nível alto já tem as manhas com o personagem, e os equipamentos, já que opções melhores vão sendo liberadas para compra conforme os níveis.
De um lado isso pode se tornar ruim, uma vez que ao se deparar com alguém muitos níveis acima no time adversário pode te deixar acuado, assim como fazer a culpa de uma derrota cair nas costas dos jogadores de nível baixo. Os jogadores mais experientes terão equipamentos melhores, deixando-os mais resistentes e fortes que o resto das pessoas. Claro que ninguém é obrigado a jogar contra pessoas de níveis diferentes, mas ficar procurando salas só com pessoas do mesmo nível pode ser frustrante.
Qual seria a solução para isso? Por parte do design do jogo não sei, mas por parte dos jogadores seria se equilibrarem, evitando times com pessoas de nível 20 para cima contra pessoas de nível 10 para baixo, tendo o resultado claramente declarado antes mesmo da partida começar.
Qual seria a solução para isso? Por parte do design do jogo não sei, mas por parte dos jogadores seria se equilibrarem, evitando times com pessoas de nível 20 para cima contra pessoas de nível 10 para baixo, tendo o resultado claramente declarado antes mesmo da partida começar.
Outro problema que o jogo apresenta é a própria jogabilidade. Muitas vezes os comandos não obedecem, gerando raiva já que o jogo é baseado em um combate veloz. Está ai algo que eles precisam melhorar. E não sei se era a intenção, mas tem alguns personagens - se não todos - que tem delay entre o aperto do botão e a ação, coisa que te faz odiar o personagem, como eu odeio o elfo de peito de fora. Em um jogo que deveria ser dinâmico, isso não deveria acontecer.
Por fim, os gráficos são ótimos e as músicas são divertidas. Mesmo tendo pouquíssimos cenários, pelo menos são bonitos e bem desenhados, diferentemente de Neverwinter Online (confira nosso vídeos aqui) onde um dos mapas do PvP era um porre para andar, já que os caminhos alternativos eram longos e os personagens muito lentos. ArcheBlade possui mapas muito bons e faceis de decorar, principalmente as entradas e caminhos alternativos.
E sobre as personagens?
AH! As personagens! Típicas meninas com poucas roupas ou armaduras, com exceção de Renoah, e homem marombados ou quase gays. Todos são tão clichês típicos de MMO que não surpreendem ninguém. Mas ignorando este fato, uma vez que não conheço a Novel em que foi baseado, vamos falar das habilidades.
Dentre os 14 personagens jogáveis, cujo desbloqueio se dá comprando-os com moeda ganha durante as partidas, ou caso esteja disposto a gastar o seu rico dinheirinho, os personagens podem ser adquiridos com cash.
Todos os personagens tem habilidades diferentes. Temos personagens que atacam corpo a corpo, extremamente vulneráveis a ataques de longa distancia, mas durões na queda; personagens que usam magia, dando uma dor de cabeça para os inimigos; e os que ficam na espreita atirando de longe e causando grandes danos, mas caem rapidamente se um inimigo chegar perto.
Veja que não há personagens específicos para suporte, todos lutam, e todos tem duas habilidades especiais que ajudam a si mesmos e os seus companheiros de equipe. Você pode atacar a vontade, e ajudar a equipe quando for necessário sem ser obrigado a cuidar de todos e não entrar na porrada.
Só por curiosidade, até o momento, Renoah é minha personagem preferida, já que posso roubar kills de longe e correr feito o capiroto quando estou sozinha. Não que ela seja rápida, mas atirar e correr é o que há.
Eu recomendo esse jogo?

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