Dragon's Crown - Analise

É, é uma analise de um jogo mais de um ano depois do seu lançamento. Sim, eu sei, quem tinha que comprar já comprou, ou aproveitou e pegou de graça na PSN no mês de agosto de 2014 (se ainda não pegou o seu, corre que da tempo). Não, eu não ligo para nada disso e vou dar minhas impressões sobre o jogo ainda assim. Bora lá.

Tomb Raider

Agora é hora de falar sobre o que eu achei do game. Mas antes de mais nada, essa game é um reinicio da série, sem relação com os anteriores, sendo considerado o primeiro jogo de uma nova série de Tomb Raider.

Mods de Skyrim

Esses são os mods que eu uso em Skyrim. Acho legal compartilhar, fazendo uma lista daqueles que valem a pena baixarem para diversificar o jogo. Você pode baixar mods no Nexus ou na Oficina Steam, mas é importante que leia cada descrição, pois alguns mods exigem outro mod ou que você tenha alguma DLC para funcionar.

Resenha - Dragões de Eter

Nova Ether é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres racionais, algumas delas se voltaram contra as antigas raças. E assim nasce a Era Antiga. Essa Influência e esse temor sobre a humanidade só têm fim quando Primo Branford, o filho de um moleiro, reúne o que são hoje os heróis mais conhecidos do mundo e lidera a histórica e violenta Caçada de Bruxas.

Defendendo Kill la Kill e suas roupas "depravadas"

Vamos ao que pode ser considerado um problema no anime: quando Ryuko Matoi e Satsuki Kiryuin se transformam usam roupas ultra sexys, principalmente a segunda. Segundo várias pessoas, quando as personagens femininas de qualquer midia, seja anime, mangá, séries televisivas, games, filmes, etc, usam roupas curtas é porque estão sendo objetificadas

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Tomb Raider

Esse foi um dos jogos que fizemos gameplay em nosso canal.


Agora é hora de falar sobre o que eu achei do game. Mas antes de mais nada, essa game é um reinicio da série, sem relação com os anteriores, sendo considerado o primeiro jogo de uma nova série de Tomb Raider.

Criado pela Crystal Dynamics e publicado pela Square Enix, Tomb Raider foi lançado em 5 de Março de 2013 para PC, Xbox 360 e Playstation 3, e a Definitive Edition lançado para Playstation 4 e Xbox One em Janeiro de 2014.

História
Existe uma lenda de uma ilha japonesa sobre uma princesa chamada Himiko, e é para lá onde Lara e sua equipe vão, mas não parece muito fácil de encontrar esse lugar, já que sua ilha não está no mapa. Uma tempestade acontece em alto mar, fazendo com que o navio afunde, fazendo Lara e sua equipe ilhem em um lugar estranho.

Lara é capturada e presa em uma caverna, onde consegue escapar e agora precisa encontra seu grupo. Encontrando com Sam, sua melhor amiga, ela descobre que existe mais gente naquele lugar, e conhece Mathias, um homem estranho e um tanto suspeito, e descobre que há um culto em devoção a Himiko.


sábado, 14 de junho de 2014

Os Quadrinhos de Ryan Andrews

Quem nos acompanha a algum tempo já deve ter notado minha fascinação por arte, principalmente as de mídia visual. Não que eu não seja um apreciador de boa música, mas sempre tive paixão por desenhos. O principal motivo para isso é a inúmera quantidade de interpretações que se pode existir de uma mesma imagem. Tudo depende das experiências de cada pessoa, e uma mesma imagem pode passar diferentes sentimentos e trazer diferentes lembranças para duas pessoas.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Resenha: Dragões de Éter

Nova Ether é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres racionais, algumas delas se voltaram contra as antigas raças. E assim nasce a Era Antiga.
Essa Influência e esse temor sobre a humanidade só têm fim quando Primo Branford, o filho de um moleiro, reúne o que são hoje os heróis mais conhecidos do mundo e lidera a histórica e violenta Caçada de Bruxas.
Primo Branford é hoje o Rei de Arzallum, e por 20 anos saboreia, satisfeito, a paz. Nos últimos anos, entretanto, coisas estranhas começam a acontecer...
Uma menina vê a própria avó ser devorada por um lobo marcado com magia negra. Dois irmãos comem estilhaços de vidro como se fossem passas silvestres e bebem água barrenta como se fosse suco, envolvidos pela magia escura de uma antiga bruxa canibal. O navio do mercenário mais sanguinário do mundo, o mesmo que acreditavam já estar morto e esquecido, retorna dos mares com um obscuro e ainda pior sucessor. E duas sociedades criminosas entram em guerra, dando início a uma intriga que irá mexer em profundos e tristes mistérios da família real.
E mudará o mundo.

Essa acima é a sinopse da orelha do primeiro livro da trilogia Dragões de Éter, Caçadores de Bruxas.

Antes de iniciar, alguns avisos: eu nunca fiz uma resenha literária antes, então espero ter algum sucesso na primeira. Segundo, eu vou analisar a trilogia como um todo. Terceiro, podem haver spoilers, embora eu vá evitá-los ao máximo. Toda a saga se baseia no crescimento dos personagens como pessoas, sua evolução, e por isso quaisquer spoilers podem estragar a experiência. Enfim, vamos lá.

Dragões de Éter é uma trilogia escrita pelo brasileiro Raphael Draccon. É formado pelos livros Caçadores de Bruxas, Corações de Neve e Círculos de Chuva. Cada livro da série tem uma ótima unidade - apesar de eventos do primeiro livro influenciarem até o último, todos eles tem uma história relativamente fechada, contando com suas próprias tramas, subtramas e clímax.

Sobre a História

Draccon criou seu universo a partir da união de diversas influências. Contos de fadas e outras histórias que passamos nossa vida inteira ouvindo e conhecendo. E ele não faz questão de esconder essas influências. Alias, talvez isso torne a obra tão fantástica. Durante o decorrer da narrativa, ele guia a história para mostrar exatamente qual e a influência daquele trecho. E devo dizer que muitas vezes fui pego de surpresa, entendendo a referencia só nos últimos segundos antes dela se tornar explicita no texto.

domingo, 1 de junho de 2014

O Senhor da Luz - Resenha

Comprei esse livro quando fui no evento AnimeExpo Campinas desse ano, e como prometido, estou fazendo uma matéria sobre ele, e claro, estarei agora devendo somente uma matéria sobre outro livro, Máscara, que também adquiri por lá.

Essa é minha segunda resenha de um livro, ainda não sei em que formato de postagem é adequado para se falar de um livro, mas estou tentando melhorar para ficar igual ou melhor que as matérias de games e animes que faço, se vocês tiverem sugestões para que eu possa melhorar esse tipo de artigo por favor comentem, que vocês estarão ajudando muito!

O livro foi lançado em 2013 pela editora Novo Século, e foi escrito por Graciele Ruiz.

História

Como é um livro, prefiro transcrever o que está na sua contracapa para evitar spoilers nesse momento.

Lícia se sentiu muito sozinha quando seu avô morreu, deixando uma chave e um pedido. Essa chave abria uma caixa muito poderosa, capaz de fazer viver, novamente, um planeta já morto: Datahriun. Porém, ela só poderia ser aberta por cinco chaves. Aquela era apenas uma delas, e o ultimo pedido de seu avô era para que Lícia as reunisse e encontrasse os seus guardiões. Desse modo, eles poderiam fazer o que ninguém havia feito antes.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Shingeki no Kyojin - Attack on Boyband

As pessoas tem uma grande criatividade em criar essas coisas. A primeira é uma paródia com a música High High, falando sobre Levi, e o segundo é um rap para o Jean.



segunda-feira, 19 de maio de 2014

Defendendo Kill la Kill e sua roupa "depravada"

Já falei de Kill la Kill, mas lendo algumas coisas pela internet me fez coçar a mão e resolvi fazer um post defendendo o anime, ou mais especificamente as roupas das personagens.


Se quiser saber sobre o que Kill la Kill se trata, leia nossa resenha sobre o anime.

E essa matéria será grande pra caralho.

Vamos ao que pode ser considerado um problema no anime: quando Ryuko Matoi e Satsuki Kiryuin se transformam usam roupas ultra sexys, principalmente a segunda. Segundo várias pessoas, quando as personagens femininas de qualquer midia, seja anime, mangá, séries televisivas, games, filmes, etc, usam roupas curtas é porque estão sendo objetificadas.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

ArcheBlade - Primeiras Impressões

Não é um Team Fortress da vida, mas da para quebrar o galho, e por favor, alguém pode dar algumas roupas para as moças? Acho que faltou verbas para comprar tecidos.


ArcheBalde é um MMO de luta feito por CodeBrush Games e baseado em uma Novel de fantasia da Coréia, porém não há uma história por trás do jogo. Ele pega a essência do combos de jogos de luta como Street Fighter ou Tekken, combinando com o sistema de MMO. O estilo de jogo mudará dependendo do mapa, conforme listado abaixo:

Capture the Base
Basicamente você precisa capturar os cristais espalhados pelas fases, e quanto mais tempo ele estiver com sua equipe, mais pontos terão. Os mapas para esse modo são Nether Dale e The Bridge.

Team Last Man Standing
Vence a equipe que eliminar a outra primeiro. Não há respawn, então você precisará ter uma equipe unida para sair vencedor em 5 rodadas. O mapas é Steam Canal.

Team Deathmatch
A equipe que matar mais ganha. Cada morte conta um ponto, então o objetivo de sua equipe é dar o máximo de kills possíveis. Os mapas são Altar of War e Under Siege.

Free for All
MATA TODO MUNDO! O_O
Ganha quem fizer 70 pontos primeiro. Os mapas são Nagas Pit e Summer Island.

O que eu acho?

Andei jogando bastante por esses dias, e como é um jogo simples fica mais fácil de falar. É um PvP feito para ser rápido e divertido, e realmente ele consegue fazer isso, ao contrário de outros jogos mais famosos como Dota em que uma partida pode demorar, em ArcheBlade você consegue jogar de 5 a 10 minutos dependendo do modo de jogo que escolher. É o tipo de jogo que eu gosto, uma vez que a demora para terminar um jogo pode ser incomodo quando está jogando sem seus amigos ou sua equipe não ajuda muito.
Ele tem sistema de níveis atrelado a conta, mas não há seleção de salas para cada nível, ou seja, um jogador nível 1 pode jogar junto ou contra um outro nível 75, e as diferenças serão a experiencia de jogo, afinal uma pessoa nível alto já tem as manhas com o personagem, e os equipamentos, já que opções melhores vão sendo liberadas para compra conforme os níveis.

De um lado isso pode se tornar ruim, uma vez que ao se deparar com alguém muitos níveis acima no time adversário pode te deixar acuado, assim como fazer a culpa de uma derrota cair nas costas dos jogadores de nível baixo. Os jogadores mais experientes terão equipamentos melhores, deixando-os mais resistentes e fortes que o resto das pessoas. Claro que ninguém é obrigado a jogar contra pessoas de níveis diferentes, mas ficar procurando salas só com pessoas do mesmo nível pode ser frustrante.

Qual seria a solução para isso? Por parte do design do jogo não sei, mas por parte dos jogadores seria se equilibrarem, evitando times com pessoas de nível 20 para cima contra pessoas de nível 10 para baixo, tendo o resultado claramente declarado antes mesmo da partida começar.

Moça, você esqueceu de por as calças de novo.

Outro problema que o jogo apresenta é a própria jogabilidade. Muitas vezes os comandos não obedecem, gerando raiva já que o jogo é baseado em um combate veloz. Está ai algo que eles precisam melhorar. E não sei se era a intenção, mas tem alguns personagens - se não todos - que tem delay entre o aperto do botão e a ação, coisa que te faz odiar o personagem, como eu odeio o elfo de peito de fora. Em um jogo que deveria ser dinâmico, isso não deveria acontecer.

Por fim, os gráficos são ótimos e as músicas são divertidas. Mesmo tendo pouquíssimos cenários, pelo menos são bonitos e bem desenhados, diferentemente de Neverwinter Online (confira nosso vídeos aqui) onde um dos mapas do PvP era um porre para andar, já que os caminhos alternativos eram longos e os personagens muito lentos. ArcheBlade possui mapas muito bons e faceis de decorar, principalmente as entradas e caminhos alternativos.

E sobre as personagens?

AH! As personagens! Típicas meninas com poucas roupas ou armaduras, com exceção de Renoah, e homem marombados ou quase gays. Todos são tão clichês típicos de MMO que não surpreendem ninguém. Mas ignorando este fato, uma vez que não conheço a Novel em que foi baseado, vamos falar das habilidades.


Dentre os 14 personagens jogáveis, cujo desbloqueio se dá comprando-os com moeda ganha durante as partidas, ou caso esteja disposto a gastar o seu rico dinheirinho, os personagens podem ser adquiridos com cash.

Todos os personagens tem habilidades diferentes. Temos personagens que atacam corpo a corpo, extremamente vulneráveis a ataques de longa distancia, mas durões na queda; personagens que usam magia, dando uma dor de cabeça para os inimigos; e os que ficam na espreita atirando de longe e causando grandes danos, mas caem rapidamente se um inimigo chegar perto.

Veja que não há personagens específicos para suporte, todos lutam, e todos tem duas habilidades especiais que ajudam a si mesmos e os seus companheiros de equipe. Você pode atacar a vontade, e ajudar a equipe quando for necessário sem ser obrigado a cuidar de todos e não entrar na porrada.

Só por curiosidade, até o momento, Renoah é minha personagem preferida, já que posso roubar kills de longe e correr feito o capiroto quando estou sozinha. Não que ela seja rápida, mas atirar e correr é o que há.

Eu recomendo esse jogo?

Se você gosta de PvPs dinâmicos, sim! E como ele ainda está no inicio (verifique o dia desta postagem), espero que eles tragam mais mapas e talvez outros modos de jogos. Veremos com o tempo.