Dragon's Crown - Analise

É, é uma analise de um jogo mais de um ano depois do seu lançamento. Sim, eu sei, quem tinha que comprar já comprou, ou aproveitou e pegou de graça na PSN no mês de agosto de 2014 (se ainda não pegou o seu, corre que da tempo). Não, eu não ligo para nada disso e vou dar minhas impressões sobre o jogo ainda assim. Bora lá.

Tomb Raider

Agora é hora de falar sobre o que eu achei do game. Mas antes de mais nada, essa game é um reinicio da série, sem relação com os anteriores, sendo considerado o primeiro jogo de uma nova série de Tomb Raider.

Mods de Skyrim

Esses são os mods que eu uso em Skyrim. Acho legal compartilhar, fazendo uma lista daqueles que valem a pena baixarem para diversificar o jogo. Você pode baixar mods no Nexus ou na Oficina Steam, mas é importante que leia cada descrição, pois alguns mods exigem outro mod ou que você tenha alguma DLC para funcionar.

Resenha - Dragões de Eter

Nova Ether é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres racionais, algumas delas se voltaram contra as antigas raças. E assim nasce a Era Antiga. Essa Influência e esse temor sobre a humanidade só têm fim quando Primo Branford, o filho de um moleiro, reúne o que são hoje os heróis mais conhecidos do mundo e lidera a histórica e violenta Caçada de Bruxas.

Defendendo Kill la Kill e suas roupas "depravadas"

Vamos ao que pode ser considerado um problema no anime: quando Ryuko Matoi e Satsuki Kiryuin se transformam usam roupas ultra sexys, principalmente a segunda. Segundo várias pessoas, quando as personagens femininas de qualquer midia, seja anime, mangá, séries televisivas, games, filmes, etc, usam roupas curtas é porque estão sendo objetificadas

segunda-feira, 12 de maio de 2014

ArcheBlade - Primeiras Impressões

Não é um Team Fortress da vida, mas da para quebrar o galho, e por favor, alguém pode dar algumas roupas para as moças? Acho que faltou verbas para comprar tecidos.


ArcheBalde é um MMO de luta feito por CodeBrush Games e baseado em uma Novel de fantasia da Coréia, porém não há uma história por trás do jogo. Ele pega a essência do combos de jogos de luta como Street Fighter ou Tekken, combinando com o sistema de MMO. O estilo de jogo mudará dependendo do mapa, conforme listado abaixo:

Capture the Base
Basicamente você precisa capturar os cristais espalhados pelas fases, e quanto mais tempo ele estiver com sua equipe, mais pontos terão. Os mapas para esse modo são Nether Dale e The Bridge.

Team Last Man Standing
Vence a equipe que eliminar a outra primeiro. Não há respawn, então você precisará ter uma equipe unida para sair vencedor em 5 rodadas. O mapas é Steam Canal.

Team Deathmatch
A equipe que matar mais ganha. Cada morte conta um ponto, então o objetivo de sua equipe é dar o máximo de kills possíveis. Os mapas são Altar of War e Under Siege.

Free for All
MATA TODO MUNDO! O_O
Ganha quem fizer 70 pontos primeiro. Os mapas são Nagas Pit e Summer Island.

O que eu acho?

Andei jogando bastante por esses dias, e como é um jogo simples fica mais fácil de falar. É um PvP feito para ser rápido e divertido, e realmente ele consegue fazer isso, ao contrário de outros jogos mais famosos como Dota em que uma partida pode demorar, em ArcheBlade você consegue jogar de 5 a 10 minutos dependendo do modo de jogo que escolher. É o tipo de jogo que eu gosto, uma vez que a demora para terminar um jogo pode ser incomodo quando está jogando sem seus amigos ou sua equipe não ajuda muito.
Ele tem sistema de níveis atrelado a conta, mas não há seleção de salas para cada nível, ou seja, um jogador nível 1 pode jogar junto ou contra um outro nível 75, e as diferenças serão a experiencia de jogo, afinal uma pessoa nível alto já tem as manhas com o personagem, e os equipamentos, já que opções melhores vão sendo liberadas para compra conforme os níveis.

De um lado isso pode se tornar ruim, uma vez que ao se deparar com alguém muitos níveis acima no time adversário pode te deixar acuado, assim como fazer a culpa de uma derrota cair nas costas dos jogadores de nível baixo. Os jogadores mais experientes terão equipamentos melhores, deixando-os mais resistentes e fortes que o resto das pessoas. Claro que ninguém é obrigado a jogar contra pessoas de níveis diferentes, mas ficar procurando salas só com pessoas do mesmo nível pode ser frustrante.

Qual seria a solução para isso? Por parte do design do jogo não sei, mas por parte dos jogadores seria se equilibrarem, evitando times com pessoas de nível 20 para cima contra pessoas de nível 10 para baixo, tendo o resultado claramente declarado antes mesmo da partida começar.

Moça, você esqueceu de por as calças de novo.

Outro problema que o jogo apresenta é a própria jogabilidade. Muitas vezes os comandos não obedecem, gerando raiva já que o jogo é baseado em um combate veloz. Está ai algo que eles precisam melhorar. E não sei se era a intenção, mas tem alguns personagens - se não todos - que tem delay entre o aperto do botão e a ação, coisa que te faz odiar o personagem, como eu odeio o elfo de peito de fora. Em um jogo que deveria ser dinâmico, isso não deveria acontecer.

Por fim, os gráficos são ótimos e as músicas são divertidas. Mesmo tendo pouquíssimos cenários, pelo menos são bonitos e bem desenhados, diferentemente de Neverwinter Online (confira nosso vídeos aqui) onde um dos mapas do PvP era um porre para andar, já que os caminhos alternativos eram longos e os personagens muito lentos. ArcheBlade possui mapas muito bons e faceis de decorar, principalmente as entradas e caminhos alternativos.

E sobre as personagens?

AH! As personagens! Típicas meninas com poucas roupas ou armaduras, com exceção de Renoah, e homem marombados ou quase gays. Todos são tão clichês típicos de MMO que não surpreendem ninguém. Mas ignorando este fato, uma vez que não conheço a Novel em que foi baseado, vamos falar das habilidades.


Dentre os 14 personagens jogáveis, cujo desbloqueio se dá comprando-os com moeda ganha durante as partidas, ou caso esteja disposto a gastar o seu rico dinheirinho, os personagens podem ser adquiridos com cash.

Todos os personagens tem habilidades diferentes. Temos personagens que atacam corpo a corpo, extremamente vulneráveis a ataques de longa distancia, mas durões na queda; personagens que usam magia, dando uma dor de cabeça para os inimigos; e os que ficam na espreita atirando de longe e causando grandes danos, mas caem rapidamente se um inimigo chegar perto.

Veja que não há personagens específicos para suporte, todos lutam, e todos tem duas habilidades especiais que ajudam a si mesmos e os seus companheiros de equipe. Você pode atacar a vontade, e ajudar a equipe quando for necessário sem ser obrigado a cuidar de todos e não entrar na porrada.

Só por curiosidade, até o momento, Renoah é minha personagem preferida, já que posso roubar kills de longe e correr feito o capiroto quando estou sozinha. Não que ela seja rápida, mas atirar e correr é o que há.

Eu recomendo esse jogo?

Se você gosta de PvPs dinâmicos, sim! E como ele ainda está no inicio (verifique o dia desta postagem), espero que eles tragam mais mapas e talvez outros modos de jogos. Veremos com o tempo.




quinta-feira, 8 de maio de 2014

Top 5 - Encerramentos de animes

Esta é uma lista do Top 5 de encerramentos de animes que os autores do Madness - Nyu e Lucas - mais gostam. Não está na ordem de melhor ou coisa do tipo, afinal, concluímos que não há um encerramento melhor que o outro, pois todas são ótimos, e em nosso ponto de vista, classifica-los não tem sentido, por mais que o nome do post seja "Top".

Lucas

Soul Eater (End. 1)
Realmente gostei bastante de Soul Eater. O primeiro encerramento me marcou pelo ritmo animado.



Spice and Wolf (End. 1)
Gosto bastante dessa música pela leveza dela.



Kyoukai no Kanata
Kyoukai foi outro encerramento que me marcou pelo ritmo. Dificilmente eu fechava o episódio antes dele terminar, e nem pulava direto para 'cenas do próximo episódio'.



Fullmetal Alchemist Brotherhood (End. 1)
Fullmetal é provavelmente uma das minhas histórias favoritas, e mesmo que eu ainda não tenha terminado de assistir o anime Brotherhood, esse encerramento é muito maneiro.



Nyu

Watamote
Gostei da criatividade para esse encerramento.



Free
Eu gosto muito dessa balada gay... digo, desse encerramento porque ele contrasta com o anime, além disso, adoro essa música.



Maria Holic
Sabe o que é mais legal? Além dessa música ser uma regravação de uma música que já existe de um grupo japonês (que alias, é bizarro ver o clipe), cada episódio os encerramentos mudam em alguns pontos.



Sailor Moon Super S
Não me olhe assim! Eu amo esse encerramento de Sailor Moon.



Encerramento em Comum

Shingeki no Kyojin (End. 2)
Acho que todas as músicas de Shingeki são fodas, mas essa especialmente é muito maneira.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Mods para Left 4 Dead


Eu gosto de enfiar um monte de mods em meu jogo. Quando entro na Steam e vejo que no Workshop tem novos mods, lá vou eu baixando. Listarei alguns mods que uso, seja de skin para personagens, inimigos, objetos ou cenários, como fases e músicas. Os links serão tanto da Steam quanto do l4dmaps. Alias, vejam nossos vídeos de L4D em nosso canal! Lembrando que alguns mods pode dar conflito com outros.

Skin dos principais

- Elizabeth (Bioshock Infinite): Booker, Catch! Rochelle estará descansando em casa, enquanto quem assume seu posto é Elizabeth, de Bioshock Infinite!

- Ezio Auditore (Assassin's Creed): Nick é Ezio, e não, você não pode fazer pakour para fugir dos zumbis.

- Batman: Coach é o Batman! Nada mais para dizer, não é?

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Pokemons Realistas

Todo mundo já ouviu falar de Pokemon. Seja o jogo, o anime ou mangá. Se você está acessando esse blog, inclusive, pokemon deve fazer parte da sua infância, e para muitos, continua fazendo parte da adolescência e até da vida adulta. Andando aleatoriamente pelos reinos da internet, eu acabei chegando a galeria de Arvalis, um americano de 24 anos que está redesenhando vários Pokémon com uma ideia na cabeça: como essas coisas seriam no mundo real?

Esqueça fantasmas, criaturas de ferro, e mesmo seres fofinhos. Os Pokémon dele tem aparência crua, tão próximos de animais do nosso mundo como possível. Se você ainda entender de inglês, pode ler algumas informações adicionais que ele cria, baseadas nesses monstros de bolso realistas.

Galeria do artista, para outros Pokémon e trabalhos: http://arvalis.deviantart.com/








segunda-feira, 21 de abril de 2014

Músicas de Jogos 2D

Isso eu não poderia deixar passar. Se você já jogou Mad Father, The Witch's House e Ib, tenho certeza de que gostará dessas músicas. Algumas baseadas em trilhas do próprio jogo, outras criadas por fãs.










quinta-feira, 17 de abril de 2014

Doujinshi: How to Improve Your Relationship with Mikasa

É difícil eu gostar de algum doujinshi. Mas o que é doujinshi, alguns me perguntam.

Doujinshi (ou doujin), em uma descrição rápida, são quadrinhos feitos por fãs sobre séries e personagens populares, sem visar lucros.


Por esses dias achei um de Shingeki no Kyojin, de comédia, em inglês, com Sasha tentando ser amiga de Mikasa, tendo Ymir e Christa como conselheiras, e a troll da Annie para avacalhar com tudo. Tem um humor retardado e foi isso que trouxe a graça para o quadrinho, mas o melhor mesmo está na penúltima página, mas só terá graça caso leia toda a história.

Está em inglês, mas é bem simples de entender.


Se você é maior de idade, veja por esse: http://g.e-hentai.org/s/1a3ae966cb/664695-1


Ps: o segundo link só tem um monte de propaganda chata mesmo. E não, não tem hentai.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Shingeki no Kyojin 3DMG Real

Se você é fã de Shingeki no Kyojin talvez possa ficar feliz por alguém no mundo ter conseguido fazer o Three Dimensional Maneuver Gear! Claro, não acho que você vá conseguir pular de prédio em prédio com um treco desses, mas veja a genialidade que o cara teve, demonstrando em textos mais ou menos como foram feitos ou como funciona.

 

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Cães para Rangers

Sim, é um artigo relacionado a RPG. Mas você que não joga e não suporta o jogo, relaxe, pode continuar lendo, porque as informações aqui vão ser relacionadas as raças em si, não a regras.

É bem comum quando tem um personagem ranger na mesa que ele tenha algum tipo de companheiro animal. Ou nem precisa ser um ranger - as vezes alguém do grupo vai inventar de ter um animal de estimação. Em muitos casos, isso causa um problema, pois os jogadores escolhem muito pelo awesomeness da criatura. Nenhum problema nisso, até que você pare para pensar que seu jogador está tentando entrar numa vila medieval com um lobo, urso, tigre ou alguma outra grande criatura selvagem. Os guardinha pira fortemente.

"Eu vou ter um lobo. Gigante. Albino."
Battle Peach
Nenhum problema com o awesomeness. Os personagens principais tem que ser fodas. Mas que tal variar um pouco de vez em quando? Que tal em vez de um grande lobo selvagem e assustador, escolher algo mais comum, como por exemplo, um cão?


Não exatamente esse... Estou pensando em alguma coisa maior, mas que ainda não vá te arranjar problemas nem garantir um novo casaco de pele para o chefe da guarda.

DOGUE ALEMÃO



O dogue alemão é um cão de grande porte. Bem grande mesmo. O atual dono do título de maior cão do mundo, Zeus (imagem abaixo), pertence a essa raça. Mas apesar do tamanho cavalar, eles são gentis e amigáveis. Mas apesar disso, a raça já foi usada para caça de javalis e até mesmo ursos. E olha só o tamanho desse bicho!

Ok, talvez os guardinhas preferissem ver
um lobo no meio da cidade
MASTIM TIBETANO


O mastim tibetano é um cão de guarda. Ele consegue encarar predadores do tamanho de lobos e leopardos, embora como outros cães de pastoreio, prefira latir e marcar território para evitar confrontos diretos. É um ótimo cão de guarda, com hábitos principalmente noturnos. Ele tem uma personalidade forte e é muito teimoso, e sem um dono de pulso firme, pode se tornar perigoso - mesmo que esteja apenas cumprindo sua função como cão de guarda.

Parece o filho bastardo de um urso com um leão
BULL TERRIER


O bull terrier tem sua história atrelada a rinhas de briga. Sua descendência pode ser traçada até buldogues usados em rinhas contra touros. Eles tem temperamento disciplinado e amável com pessoas, mas não são indicados para criadores de cães iniciantes: seu instinto de caça é muito forte, assim como sua mandíbula.


LEBREL ISLANDÊS

Sim, é a mesma raça dos cães de Skyrim
O lebrel (também conhecido como Wolfhound) é um cão de caça, e também uma das maiores raças de cães. São criaturas introvertidas e quietas, e não se ligam a locais, tornando eles cães de guarda ruins. Em geral são pouco violentos, seja com estranhos ou outros cães. Mas quando algo ameaça ele ou seu dono, pode se tornar feroz. O nome Wolfhound vem de sua utilidade original - caçar lobos.


CÃO D'ÁGUA FRISÃO


Também chamado de wetterhoun, é uma raça criada para caçar pequenos mamíferos e pássaros aquáticos. Sua pelagem é encaracolada e grossa para repelir a água. Também é considerado um ótimo cão de guarda, de temperamento forte, mas não teimoso. Ele não é agressivo, principalmente com crianças.


Outros tipos de animais domesticados também poderiam dar ótimos companheiros animais, mas resolvi me focar em cães pela grande quantidade de lobos que já presenciei, principalmente no meu grupo. Não acredito que seja um estereótipo ruim, só acho que variações são divertidas.

Obrigado por lerem, e até mais.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Kill la Kill

Este foi um dos animes mais hypados da temporada retrasada e que finalmente terminou cheio de reviravoltas!


Gosto de Kill la Kill, não é o melhor anime do mundo como muitas pessoas dizem, mas é bem divertido e empolgante, além de possuir um ótimo plot twist, por mais bizarra que sua história seja. Sendo sincera, no inicio do primeiro episódio eu não dei tanto crédito para o anime, ver o Ira Gamagori chutando a porta e punindo um moleque zuado me deu a impressão de um anime bizarro e sem graça, como foi Nichijou (sim, não gostei desse anime e muito menos de sua comédia sem graça), mas então apareceu Ryuko, a garota com uma arma que é metade de uma tesoura, comendo um limão como se fosse laranja e chegou com a pá virada na escola! Talvez se não fosse por isso, teria droppado-o. Então, como é a história do anime?

Historia

O anime é dividido em dois arcos. No primeiro, Ryuko Matoi deseja encontrar o assassino de seu pai, cuja unica pista que deixou para trás foi a metade de uma enorme tesoura vermelha, e claro, ela quer encontrar o portador da segunda metade, e por isso se transferiu para a academia Honnouji. A escola é regida pela presidente do conselho estudantil Satsuki Kiryuin, que governa o lugar com mãos de ferro. Nessa academia ditatorial, alguns alunos ganham uniformes especiais chamados Goku, que lhe dão poderes extraordinários dependendo da quantidade de estrelas que possuem (vão de uma a três estrelas).

No primeiro dia de aula, Ryuko encontra com Mako, uma garota energética que se torna em poucos minutos sua melhor amiga (ah! A amizade feminina!). Satsuki aparece e Ryuko a questiona sobre o assassino de seu pai, mas pela reação da presidente do conselho, a garota suspeita que ela seja quem matou seu pai, e chama Satsuki para a briga, no entanto, Ryuko é derrotada pelo líder do clube de boxe, e volta correndo para casa, e é lá onde ela encontra Senketsu dentro de um porão secreto, onde ganha seus poderes e assim volta para a academia para enfrentar Satsuki.

Porém, ela precisará enfrentar vários líderes de clubes e provas que a presidente do conselho estudantil fará durante os dias antes de chegar no combate final.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Bastion

Uma história adequada deveria começar do início. Não é tão simples com essa. Aqui está um garoto cujo mundo foi destruído, deixando-o preso em uma rocha no céu.
Ele se levanta. Dirige-se ao Bastião. Onde todos concordaram em ir em caso de problemas.

Assim como To The Moon, Bastion foi um jogo que eu deixei passar durante muito tempo. Ouvi pouquíssimo sobre ele, para dizer a verdade. E então, graças a uma ficha de classe de Dungeon World, o sobrevivente, minha curiosidade foi desperta e fui atrás do jogo.

É um jogo curto. Finalizei ele em cerca de 10 horas na primeira jogada. Apesar de linear, ele tem uma jogabilidade muito divertida. A dificuldade do jogo escala junto com suas opções. Ele é divertido do inicio ao fim.

E a história. Ah, a história. Simples, mas contada de uma forma magnifica.


Gameplay

Bastion é um jogo isométrico (pensem em Diablo) e tem uma curva de aprendizado interessante. Cada uma de suas fases vai apresentando novos inimigos, suas táticas e como vence-los. O jogo tem alguns chefes, que mais tarde vão voltar a aparecer como inimigos normais nas fases. Mas em geral, o desafio final de um cenário vai envolver ondas de inimigos ou corridas enquanto as plataformas que formam o cenário caem.

quarta-feira, 26 de março de 2014

EscherGirl: Dando nó em seu cérebro

Esse é um tumblr que mostra como as proporções e anatomia de várias personagens femininas conseguem dar um nó na cabeça. Antes de mais nada, o que é Escher?

Segundo a Wikipédia:

Maurits Cornelis Escher foi um artista gráfico holandês conhecido pelas suas xilogravuras, litografias e meios-tons (mezzotints), que tendem a representar construções impossíveis, preenchimento regular do plano, explorações do infinito e as metamorfoses - padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente para formas completamente diferentes. Ele também era conhecido pela execução de transformações geométricas (isometrias) nas suas obras.


Esta imagem é uma das obras do senhor Escher. Então você deve estar se questionando: quer dizer que o tumblr é só uma garota que segue as idéias de Escher?




segunda-feira, 24 de março de 2014

Log Horizon

Log Horizon é um anime feito pelo estúdio Satelight. É a adaptação da light novel de mesmo nome escrita por Touno Mamare com arte de Hara Kazuhiro. A obra conta ainda com 4 adaptações em mangá, contando a história de pontos de vista diferentes. Existem 2 temporadas do anime, e esse artigo vai tratar apenas da primeira, com 25 episódios, lançada em outubro de 2013.

Eu não me considero um grande fã de MMO. Tentei assistir mas não gostei de .Hack e Accel World, e embora tenha assistido as duas temporadas de SAO, não é uma obra que me agrade. Log Horizon, entretanto, conseguiu me interessar.


História

Elder Tale é um MMO famoso e popular, com servidores espalhados por todo o mundo. No dia de sua nova expansão, entretanto, todos os jogadores logados acordam para se encontrar dentro do mundo de jogo. Nenhuma opção normal do menu de sair funciona, e nenhum GM pode ser contatado. Esse evento passa a ser conhecido entre os jogadores como Apocalipse.

A partir daqui, se não quiser spoilers, você pode pular para a conclusão do artigo.

sábado, 22 de março de 2014

Gabs' Reviews: Shin Megami Tensei - Devil Survivor

    Bom dia! Tudo certo com vocês? Eu voltei!

    Hoje eu começo aqui minhas reviews de jogos, e nada melhor para começar do que meus dois favoritos de Nintendo DS.

    Começarei com o primeiro Devil Survivor, pois também gostaria de falar um pouco sobre a evolução do sistema dele no post de Devil Survivor 2. E antes que as pessoas que jogaram comecem a me odiar e tacar ovos, eu disse "sistema", não que um seja melhor que o outro. Ambos são fantásticos e merecem o mesmo amor e carinho.

    E antes de mais nada, algumas considerações:

- Meu intuito é ver os aspectos positivos do game, portanto jamais farei um Review pra falar exclusivamente mal dele.
- Gostos podem variar, e eu entendo isso melhor do que ninguém, já que não gosto de muitos jogos populares. Esta é a minha opinião.

- Meus Reviews conterão spoilers, portanto se prepare (porque afinal, o jogo somente estraga com spoiler se for de investigação/puzzle ou de suspense).

    Sem mais delongas, vamos ao Review:

História

Que a merda comece!
   A história de Devil Survivor gira em torno de três amigos: Atsuro, Yuzu e o Protagonista (que pode ser nomeado como o jogador quiser) que ficam presos em Tokyo, quando este é cercado pelo exército (chamado de SDF - Self Defense Force). Eles haviam sido convocados para Shibuya por Naoya, o primo do personagem principal, para um encontro durante as férias de verão. Naoya encontrou com Yuzu, a garota ruiva, e lhe deu COMPs (eles são iguais ao Nintendo DS, mas são chamados o tempo todo de COMPs, ou Communication Players), dos quais os três jamais deveriam se separar. Atsuro, o nerd do grupo, desbloqueia os COMPs e um e-mail surge premeditando os acontecimentos daquele dia. Eles decidem ignorar achando que seria uma brincadeira de Naoya, mas os fatos realmente aconteceram. Mas as bizarrices não pararam por aí: ao final do dia, os COMPs ativam um programa de invocação de demônios, e três criaturas os atacam.

    A partir daí as coisas começam a ficar cada vez mais bizarras, quando eles descobrem os podres do governo, que eles sabem sobre demônios, e que o cerco em Tokyo foi feito para manter os demônios dentro, entre outras coisas. Os heróis aprendem a controlar e fortificar os demônios rapidamente usando o COMP enquanto buscam uma saída do cerco, e conhecem várias pessoas em Tokyo que também querem sair de lá, cada um com uma história e jeitos de agir diferentes, e com as informações deles, você acaba descobrindo pontos importantes da trama (alguns meio manjados, em minha opinião, que os heróis demoram muito para perceber). Há momentos em que certas ações são necessárias para salvar personagens da morte, caso não sejam cumpridos a tempo, ele desaparecerá do mapa.

    O que se vê bastante explorado durante todo o jogo além dos históricos meio "por cima" de cada personagem, é como as pessoas presas em uma Tokyo sem eletricidade, com comida escassa e infestada de demônios age para sobreviver. Centenas de pessoas enlouquecem, roubam, matam umas as outras e também usam os COMPs para aterrorizar os outros. Isso é ainda agravado pelo fato de que aqueles que possuem um COMP enxergam o "Death Clock", um contador que aparece acima da cabeça das pessoas que mostra quantos dias aquela pessoa ainda tem de vida, o que fez até mesmo um rumor se espalhar de que o mundo acabaria em alguns dias, por conta de todos os que estavam presos em Tokyo terem praticamente o mesmo número.

Este é um grande filho da puta.





    A trama, mais para frente, acaba girando em torno da guerra entre anjos e demônios, e da escolha do grupo em favor de seguir uma ideologia, que leva a um dos 5 finais diferentes, cada um com um personagem específico idealizador, sendo dois deles neutros, um deles sendo o Atsuro e o outro um rapaz que perdeu a garota que amava, Gin. Um caótico, com Naoya, e um ordeiro, com uma garota que escuta as vozes dos anjos, Amane. Há também um outro "ruim", que pode ser feito com a Yuzu.

Gameplay

    Em Devil Survivor, o gameplay, em relação não só aos outros SMT, mas ao gênero de Turn-Based em geral, sofreu mudanças muito favoráveis, pois consegue com elementos simples, elevar a experiência e o desafio do jogo.

    Boa parte do game é passado em uma lista de locais de Tokyo, que você pode visitar com seu grupo, e quando há eventos importantes, eles são marcados com pequenos relógios que indicam que 30 minutos in-game passam para cada um desses eventos que você participa. Eles são bem diversos: em alguns você conversa com seu grupo sobre algum aspecto do mundo ou da situação em que estão, conhece personagens novos, investiga os acontecimentos, etc. Caso um desses eventos leve a um confronto, seja ele contra demônios ou contra outros personagens, aparecerá um ícone dizendo "Battle". Isso é bom para que você possa se preparar devidamente para o perigo.

    O jogo pode ser salvo a qualquer momento enquanto estiver na lista de locais da cidade ou até mesmo durante uma batalha, o que facilita bastante para quem não tem tanto tempo disponível para jogar.

Administração dos Demônios

    O elemento de administração de demônios do seu grupo é bastante simples, rápido e divertido. Você começa com os três demônios que atacaram o grupo no início do jogo como companheiros, e algum tempo depois fica disponível o "Devil Auction" (Leilão de Demônios), que faz esta simulação. Quando é escolhido um demônio do seu interesse para a compra, você tem a opção de comprá-lo diretamente (por um preço bem mais alto) ou entrar em leilão contra 1 a 3 outras pessoas. Como é de se esperar, quem der mais, leva.

    Outro elemento de administração de demônios é a fusão. Quando funde-se dois demônios, surge um novo (em geral mais poderoso, mas depende muito da combinação), e este pode herdar as habilidades de seus progenitores. É um aspecto presente em quase todos os SMT, porém, este é um dos poucos que realmente permite escolher quais habilidades serão herdadas. Cada demônio pertence a uma raça, e cada uma tem uma habilidade única. Por exemplo, Moh Shuvuu, um demônio da raça Avian, lhe concede +1 casa de movimento e permite passar por cima de obstáculos.

Sistema de Combate

    Agora, vamos às batalhas. Elas são bastante dinâmicas, desafiadoras e não requerem cálculos matemáticos exorbitantes. Podem ser usadas 4 "equipes" em cada batalha, e elas são constituídas pelo Invocador, que seriam os personagens humanos, e mais 2 demônios. O campo de batalha consiste em um Grid (quadrados) para medir a distância de movimento e ataque, bem semelhante a RPGs como Final Fantasy Tactics, Disgaea, etc. Cada personagem tem valor de movimento 3 ou 4, e também possuem um "Speed", que seria a frequência com que podem agir, ficando numa média de 50. No caso, ao invés de todos os personagens agirem uma vez cada, em ordem, eles agem respeitando uma "barra" de tempo. Quanto mais ações o personagem realizar em seu turno (andar, atacar, curar, trocar demônios, etc) mais a barra cresce. Quanto maior o valor de Speed do personagem, mais rápido a barra esvazia, e quando isso acontece, é a vez daquele personagem agir novamente, mesmo que tenha "pulado" a vez de alguém.

Atributos, Habilidades e Extra Turns

    Há 3 tipos de habilidades no jogo: Command, Passive e Auto. Cada personagem pode equipar 3 habilidades de Comando (ataques, curas, maldições, etc), 3 Passivas (aumento de defesa, ataque, velocidade, Vida, Mana, etc) e 1 Automática (entram em vigor sempre que um combate de uma equipe com outra começa, e tem diversas funções). Para os demônios, funciona um pouco diferente: a habilidade Auto é substituída pelo poder de sua raça (como mencionado anteriormente), que pode ser ativo ou passivo.

    Os personagens humanos podem equipar qualquer habilidade que tenham "Crackeado" (copiado de um inimigo), desde que tenham o valor de atributos necessário. Os atributos são:
- Strength: Aumenta o poder dos ataques físicos.
- Magic: Aumenta o poder dos ataques mágicos.
- Vitality: Aumenta o HP e a defesa.
- Agility: Aumenta taxa de acerto físico, iniciativa e chance de conseguir um Extra Turn.

    O único personagem que escolhe quais atributos serão aumentados é o Protagonista. Todos os outros personagens (humanos e demônios) têm já programados quais atributos serão aumentados.

    O grupo que atacar primeiro terá um bônus somado ao valor de Agility para determinar a ordem das ações de cada combatente (o que tem um peso estratégico bem grande) e os atacantes também têm mais chances de conseguir Extra Turns.

    "Legal, mas o que é um Extra Turn, Gabs?" Bem, talvez esse seja um dos fatores que eu senti maior evolução em relação aos outros SMT no quesito do sistema de Turnos. Geralmente, quando você acerta o ponto fraco do inimigo (por exemplo acertar um demônio de gelo com fogo), você ganharia uma ação extra com o seu grupo, e se acertasse eles com o elemento forte (acertar o demônio de gelo com gelo), você perderia uma ação, ou poderia até mesmo acabar a vez do seu grupo por ali, dependendo do caso. Em Devil Survivor, ao invés das ações serem "para o grupo", elas são "para o personagem". Ou seja, se eu acertei um demônio de gelo com gelo, eu tenho uma chance de perder meu Extra Turn, e ele tem uma chance de ganhar um Extra Turn. Se meu demônio o acertou com fogo, o de gelo pode perder esse Extra Turn, e meu demônio pode ganhar um. Então agora ao invés do grupo inteiro sofrer as consequências pelo erro de um dos personagens, apenas o próprio as sofrerá (ou se beneficiará), e ainda não é certo, há apenas uma chance, o que equilibra os combates quando uma das equipes só tem demônios fracos contra o elemento do inimigo.

    Pode parecer tudo muito complicado do jeito que expliquei, mas o jogo é bastante fácil e intuitivo. Ninguém deve ter problemas para aprender como o sistema funciona depois de umas 2 ou 3 batalhas.

Trilha Sonora

    A trilha de Devil Survivor deve receber uma menção honrosa. Ela é quase completamente composta por músicas de batida pesada, misturando um pouco de metal com punk rock e afins. Elas demarcam muitíssimo bem os momentos de tensão, de confronto psicológico e de adrenalina, principalmente durante as batalhas.

    As trilhas de batalhas são rápidas e frenéticas, deixando o jogador ligado e com um jorro de adrenalina indescritível. Posso até estar exagerando, mas que a trilha casou muito bem com a ação, isso é inegável.

    Além disso, o efeito se agrava quando as batalhas contra Chefes começam a acontecer, pois elas são realmente difíceis, e normalmente elas têm objetivos ou condições específicas, o que torna a batalha ainda mais desafiadora, única e emocionante, somada a esta trilha sonora maravilhosa, faz a experiência de jogo simplesmente incrível.

Considerações do Gabs

    Devil Survivor, sem dúvida nenhuma, é um jogo que eu recomendo e indico para qualquer fã não-casual de jogos. E eu digo "não-casual" somente pelo fato de que, como em todos os SMT, há um grande foco na história, e muitos jogadores casuais (como minha namorada por exemplo) podem acabar se sentindo cansados de tanto texto aqui e ali. Para quem curte acompanhar o desenvolvimento da história, esse jogo é sem dúvida um prato cheio.

    O combate me agradou MUITO, e as combinações de habilidade que podem ser feitas entre personagem +2 demônios é extremamente grande e é possível colocar funções diferenciadas para cada equipe (uma que foca em curar e dar suporte, outra mais poderosa no ataque, uma que defenda, etc). Além disso, o rumo da batalha pode mudar, já que é possível substituir os demônios que estão sendo utilizados a qualquer momento. O novo sistema de aquisição de ações extras foi bastante criativo, mesmo que seja simples.

    Foi o meu primeiro jogo de Nintendo DS e eu gostei demais. A história me envolveu e a trilha sonora casou perfeitamente com todos os elementos do jogo. Cada batalha tem um grau de desafio, que pode ser superado facilmente se sua estratégia for boa. Com as várias opções de combinação de equipes, você eventualmente encontrará um plano de combate de seu gosto.

    A temática bíblica do jogo, apesar de meio manjada, é bem aproveitada com o clima por um lado claro com os heróis que tentam ajudar as pessoas, e por outro lado escuro, com todas as mortes e desgraças acontecendo na cidade que antes era o grande centro do Japão.

    Os personagens são divertidos, expressivos e bastante reais no quesito comportamento. Eu simpatizei com todos, pois quando segue-se todos os caminhos possíveis do jogo, acaba-se percebendo que eles têm motivos para fazer o que fazem, e que o conceito de Bem e Mal é muito abstrato. Dá até um pouco de tristeza ver um dos personagens morrer (como foi o meu caso na minha primeira vez), e o pior é que dependendo do personagem que morre, alguns dos finais não podem ser feitos.

    Eu sempre acharei interessante o conceito de "anjos que não são totalmente bonzinhos". Eles são "ordeiros" e tem uma grande diferença entre isso e bondade. Mas como eu disse, todos os personagens tem motivos para fazer o que fazem e dependendo de seu pensamento, este até poderia ser considerado o certo a se fazer.

    Os cinco finais são muito bons, ou talvez eu devesse dizer seis, pois há um "final ruim" no meio do jogo, apesar de ser diferente dos demais pelo fato de aparecer "Mission Failed" caso siga por este caminho. Os cinco caminhos principais, em contrapartida, vão até o último dia da história, e quando terminados, mostram os créditos e então é retornado para o menu inicial, e neste momento é possível transferir todos os demônios e habilidades crackeadas para o novo arquivo, para que você possa se concentrar na história dos demais caminhos sem se preocupar tanto com a administração do grupo. Um ponto que gostei bastante também, é que se certos objetivos não forem cumpridos, ou certos eventos não forem presenciados, alguns finais não estarão disponíveis, sendo liberados "de graça" somente os finais com a Yuzu e o final com Naoya.

    Quando eu descobri que havia um Chefe extra, que aparecia no último dia quando jogava-se pela segunda vez ou mais, foi muito legal. Agora tinha um sentido os demônios resgatados de um arquivo para o outro, pois este novo Chefe é apenas Nível 99. Apenas. Claro que se não houver o desejo de utilizar os demônios trazidos de um término para um Novo Jogo (talvez por achar que perde a graça), basta fundí-los até que só sobre um, e não usá-lo, pegando apenas os mais fracos.

    O mais interessante é que alguns aspectos da história somente são revelados em caminhos específicos da história, o que faz com que o interesse de jogar novamente cresça consideravelmente. Em minha opinião, o elemento Replay é um dos maiores fatores de um jogo. Será que vale a pena jogar aquele jogo de novo? Eu sei que joguei muitos jogos e poucos deles me deram vontade de voltar para eles mais uma vez, mas Devil Survivor é um que não enjoarei tão cedo.

    Jogo obrigatório para quem tem NDS e curte jogos nesse estilo.

Miscelânea

    Um remake de Devil Survivor foi produzido para o Nintendo 3DS, chamado Devil Survivor Overclocked, apresentando algumas modificações: alguns demônios extras, a adição de um Compendium (como se fosse um registro dos demônios, para que possam ser invocados novamente como eram, mesmo que tenham sido descartados), e de um 8º dia de história para todos os caminhos finais, além da resolução estar melhorada e agora ter uma dublagem completa durante praticamente todo o jogo.

    Também está sendo produzido um mangá da história que eu estou gostando bastante do que vejo. O traço é agradável, limpo e a atitude do Protagonista (agora chamado de Kazuya) é bem próxima de como eu imaginava enquanto jogava. Estarei acompanhando ele por mais um tempo.

    E é isso, pessoal.