Dragon's Crown - Analise

É, é uma analise de um jogo mais de um ano depois do seu lançamento. Sim, eu sei, quem tinha que comprar já comprou, ou aproveitou e pegou de graça na PSN no mês de agosto de 2014 (se ainda não pegou o seu, corre que da tempo). Não, eu não ligo para nada disso e vou dar minhas impressões sobre o jogo ainda assim. Bora lá.

Tomb Raider

Agora é hora de falar sobre o que eu achei do game. Mas antes de mais nada, essa game é um reinicio da série, sem relação com os anteriores, sendo considerado o primeiro jogo de uma nova série de Tomb Raider.

Mods de Skyrim

Esses são os mods que eu uso em Skyrim. Acho legal compartilhar, fazendo uma lista daqueles que valem a pena baixarem para diversificar o jogo. Você pode baixar mods no Nexus ou na Oficina Steam, mas é importante que leia cada descrição, pois alguns mods exigem outro mod ou que você tenha alguma DLC para funcionar.

Resenha - Dragões de Eter

Nova Ether é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres racionais, algumas delas se voltaram contra as antigas raças. E assim nasce a Era Antiga. Essa Influência e esse temor sobre a humanidade só têm fim quando Primo Branford, o filho de um moleiro, reúne o que são hoje os heróis mais conhecidos do mundo e lidera a histórica e violenta Caçada de Bruxas.

Defendendo Kill la Kill e suas roupas "depravadas"

Vamos ao que pode ser considerado um problema no anime: quando Ryuko Matoi e Satsuki Kiryuin se transformam usam roupas ultra sexys, principalmente a segunda. Segundo várias pessoas, quando as personagens femininas de qualquer midia, seja anime, mangá, séries televisivas, games, filmes, etc, usam roupas curtas é porque estão sendo objetificadas

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Matando o calor nesse verão

Se você é daqueles que ao ver o sol torrando o asfalto e não tem coragem de sair de casa para comprar Milk Shake, nós do Madness temos a solução! Faça seu próprio Milk Shak em casa!


Não somos especialistas em cozinha, mas somos especialistas em gambiarras! E claro, gostaríamos de compartilhar nossas experiencias com vocês, como já fizemos algumas outras vezes.

Ingredientes:

• Porte de sorvete de qualquer sabor não muito forte

• Suco de saquinho ao seu gosto
• Leite bem gelado

Como fazer:

Encha metade do copo que você pretende beber de leite gelado, coloque o liquido no liquidificador, ponha de 4 a 6 bolas de sorvete - quanto mais colocar, mais cremoso ele ficará.

Por fim, ponha uma colher ou duas ou mais de suco de saquinho de sua preferencia. Lembrando que quanto mais suco você por, mais forte ficará.

Bata tudo e seja feliz bebendo seu Milk Shak caseiro sem precisar enfrentar filas, e podendo tomar todos os dias a hora que quiser!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Born This Way - Reporte de Sessão 1


Antes de tudo, não, não fui eu que escolhi esse nome. Culpem a Nyu. Meu tipo de gosto musical duvidoso é totalmente diferente do dela.

No dia 2 de fevereiro nós começamos uma campanha nova. Encerramos a última por alguns problemas e planejamos dar um fim digno para aqueles personagens - transformá-los em figuras importantes do novo cenário seria legal, mesmo que eles não tenham tido um 'fim' em sessão.

Mas o que vem o caso aqui é a campanha nova. Um reporte de sessão, para aqueles que não sabem, é um resumo da história que acontece em cada sessão de jogo. Porque eu to colocando isso aqui, vocês se perguntam? Porque eu posso assim nossos leitores que não conhecem RPG podem ver como decorre uma aventura, podemos dar ideias para leitores que já jogam, e porque é uma forma mais conveniente de fazer nossos jogadores lembrarem do que aconteceu nas sessões anteriores.

O sistema usado foi o Dungeon World com algumas modificações particulares. Vou analisar melhor o CC conforme o tempo e corrigir erros de português dos arquivos, para poder lançar essa mini versão em PDF para os leitores do blog. Não esperem nada extremamente profissional, minha habilidade de diagramação não é grande.

Personagens

Teremos, em teoria, 5 jogadores e a mestra, Nyu. Na primeira sessão, por alguns problemas, tivemos apenas Gabriel (daqui do blog), Rafaela e eu, Lucas. O processo de criação durou mais do que o comum, mas acabamos com personagens bem interessantes:

O Gabriel está jogando com Warren BoulderCrown, anão ladrão. Seu pai criou uma guilda de alquimistas, mas graças a membros corruptos, a guilda perdeu sua reputação. Warren prometeu a si mesmo que traria honra de volta ao nome de seu pai, e puniria os antigos parceiros de negócios dele, se tornando um obcecado por venenos no processo.

A Rafaela está jogando com Dayo Hakim, humano druida. Vindo de uma comunidade pequena, ele viveu uma vida normal, com direito a casamento e uma filha. Mas uma peste veio e acabou com isso. Por pouco o homem não morreu. Afogando suas magoas com álcool, ele acabou sendo expulso da vila. Vagando pelas montanhas, foi encontrado por um circulo druídico e ensinado nos caminhos da terra. Os espíritos deixaram sua marca entretanto, e Hakim tem um par de pequenos chifres em sua testa.

Eu estou jogando com Melissa, meia-faen feiticeira. Criada em uma vila isolada entre o mundo humano e o das fadas, ela acabou se tornando aventureira pela vontade de ver o mundo. Capturada então por um culto sinistro de uma deusa adormecida, ela foi torturada, com esperanças que a marca de um espírito que ela carregava pudesse trazer de volta as forças da Rainha Gigante. Hoje, a feiticeira odeia profundamente ordens religiosas que causam o mal as pessoas. Ela é acompanhada por Sage, um mercenário meio-faen que ela resgatou de ser levado por uma ordem religiosa, graças a sua aparência, já que ele tem chifres.

Os outros dois personagens, um humano ranger caçador de demônios do Ren, ainda sem um nome, e Ange, a humana duelista montada em um lobo gigante da Elisa, serão apresentados em detalhes mais para frente, quando os respectivos jogadores entrarem na campanha.

Pelo tipo de clima que a Nyu quer passar, um mundo de dark fantasy (pensem em Berserk) e uma campanha com arcos pequenos envolvendo uma aventura cada, e pelo próprio Dungeon World, os personagens vão acabar sendo substituídos com o tempo, seja por mortes, seja por aposentadoria (preferimos ignorar boa parte das regras que permitem aos personagens ir além do nível 10, incluindo apenas uma para que o jogador possa continuar com seu personagem até completar seu arco de história). Como o grupo terá 5 pessoas, e o jogo em si tem 11 classes de personagem, também vamos manter a regra de que ninguém pode usar as mesmas classes no grupo ao mesmo tempo. Apesar dessa restrição, acredito que dois personagens da mesma classe possam coexistir, desde que os jogadores tenham ideias diferentes de que tipo de personagens querem criar.

Sessão

A sessão começou de uma forma peculiar e divertida: a Nyu nos sugeriu a seguinte cena.

Há uma pessoa caída a frente de vocês, ensaguentada, e olhando com medo para a criatura que a atacou.

E então perguntou para cada um de nós um detalhe da cena. Acabamos criando a seguinte cena:

Estamos na borda de uma floresta, junto a uma montanha, na estrada real. A pessoa ensanguentada no chão é Dominicov, um amigo de Ange, que trabalha na guarda real. Junto de nós, alguns outros soldados, que protegem o bau de impostos, e nós que também fomos contratados (por motivos misteriosos) para proteger. A pessoa que atacou Dominicov é Karr, um bandido muito temido e famoso por empunhar uma flamberge com uma mão só. Estamos cercados também por seu grupo de bandidos.

Karr tinha sua espada na garganta de Dominicov, e ameaçava matá-lo se não entregássemos a ele o bau com os impostos. Warren imediatamente apanhou o bau do chão, e numa jogada espetacular, arremessou-o contra Karr, que caiu no chão sob o impacto. Aproveitando-se da brecha, Hakim chamou os espíritos da montanha e se tornou um lobo, mas manteve seus chifres. No meio da confusão, Melissa aproveitou a raiva que sentia de Dominicov, que estava fingindo coragem, para atacar Karr. Agora, além de sem ar, o homem também sentia seu sangue ferver (e nisso tudo, ninguém levou dano, nem mesmo Karr).

Nesse momento tanto os guardas quanto os bandidos já estavam todos assustados com o grupo estranho. Warren mandou um belo intimidar nos bandidos, enquanto Hakim rosnou para eles. Ainda assim, os bandidos tiveram tempo de tentar botar as mãos no bau. Os guardas por sua vez ajudavam na intimidação do grupo. Melissa aproveitou a confusão toda para pegar a flamberge para si (não me condenem, tudo o que eu tinha era uma faquinha -Q).

Antes que qualquer um pudesse fazer qualquer outra coisa, uma bizarra criatura pálida, vagamente feminina e de olhos e boca brilhantes apareceu da floresta, invocando um sentimento de medo em todas as pessoas na cena. Melissa e Sage ficaram parados, apesar de amendrotandos, e ela informou o grupo que a criatura era um espírito criado pelo medo, e que tinha sido atraído até ali pela magia dela (não é totalmente verdade, mas achei uma explicação bem maneira na hora).

Nessa hora, o grupo dividiu um pouco as funções. Hakim foi contra os bandidos, ajudando os guardas, e afugentando o grupo antes que eles conseguissem levar o bau. Warren usou as árvores para evitar ser visto e flanquear a criatura. Melissa invocou, com a ajuda de Sage, seu sentimento de compaixão pelos amigos na lâmina da flamberge para atacar o espírito (não é exatamente um bônus, só novamente achei interessante usar as magias 'sentimentais' do feiticeiro para deixar a cena mais interessante).

Resultado: Warren e Melissa rolaram 6- quanto partiram para cima do espírito do medo, e a criatura explodiu em uma energia brilhante. Hakim evitou que o bau fosse levado, e voltou a sua forma humana, embora mais bestial. E no meio da confusão de dois grupos fugindo, a sessão se encerrou.

Parece simples e foi relativamente curta, mas foi uma sessão divertida para iniciar o jogo. A criação coletiva da cena teve bons resultados, e as rolagens (as maiores e as menores) ajudaram a construir cenas maneiras. Provavelmente nas próximas sessões vamos ter grandes problemas:

• Aliados desconfiados de nós, graças aos poderes assustadores que os personagens demonstraram.

• Um espírito surgido do medo das pessoas, saído sabe-se lá de onde.
• Um bandido extremamente puto por perder sua arma favorita para uma feiticeira magrela.

Mas é isso. Vamos ver o que o destino e as rolagens nos aguardam. E muitas falhas para todos, porque 6- da XP!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Top 3: Os 3 animes preferidos (Nyu)

Eu gostaria de compartilhar com vocês os três animes que eu gosto muito, não só a história, mas demonstrar o motivo deles terem me conquistado, algo diferente do que eu sempre faço numa matéria de animes. Esse artigo contém spoilers, então se você não viu nenhum deles e pretende assistir, ler isso será por sua conta e risco.


Os aspectos que fizeram com que eles fiquem em suas posições contam por história, ritmo, animação e o que o anime demonstra. Alguns animes que eu gostei muito não entraram aqui porque ele peca em alguns dos quesitos mencionados, mas eles serão comentados e explicado o porque. E antes de mais nada: Tudo aqui é a MINHA visão sobre cada anime, ela pode estar errada? Talvez, mas se o referido anime me fez ver dessa forma ou trazer certas questões, foi porque em algum momento ele transpareceu isso e eu captei, posso ter interpretado de forma errada? Talvez, mas ela trouxe esse artigo, então está ótimo.

Lembrando que isso vale para animações japonesas em geral, e essa lista é passível de mudança conforme o tempo for passando, apesar de duvidar que algum anime consiga desbancar facilmente o primeiro lugar. Não conto aqui os mangás, que ficarão para uma próxima postagem.

3 -  Black Rock Shooter (OVA)

Foi difícil colocar um anime em 3º lugar, principalmente seguindo os motivos que fazem com que eles sejam meus preferidos, mas escolhi Black Rock Shooter por um motivo: interpretação.

Antes de mais nada vou deixar bem claro: estou falando do OVA e NÃO do anime, e vocês podem conferir aqui o que eu achei do anime.

A história de BRS já foi matéria aqui no blog, naquela época eu fiz na empolgação, mas agora irei aprofundar um pouco mais sobre o OVA, coisa que ficou faltando na própria matéria, até porque a fiz após assistir, e tive a mesma interpretação que a grande maioria, mas olhando agora com outros olhos, talvez ate mais amadurecidos, ele conseguiu subir de posição em minha lista.

Afinal, qual o motivo dele ser o meu 3º favorito?

Inicialmente parece um anime onde é contado por partes bagunçadas, colocando as lutas intercaladas com os acontecidos da vida no mundo real para não ficar um OVA tão chato, não vou falar que esse pensamento ta errado porque não está. Na verdade, ele é só uma das ramificações da interpretação do anime. A outra é que a parte da luta, ou como chamarei aqui de mundo black para facilitar nossa vida, nada mais que é um tipo de interpretação psicológica pelos acontecimentos ocorridos naquele momento. Isso explicaria o porque existe a Black Gold Saw derrotando a Black Rock Shooter logo no inicio. Nada mais do que o conflito da manhã entre a mãe e Mato ocasionada por pequena discordância entre elas, que no fim a garota é convencida - derrotada - pela mãe.


Tudo o que se passa no mundo black é, sob essa visão, o aspecto psicológico da personagem, ou seja, o OVA todo demonstra o conflito psicológico entre as personagens, Mato a mais aberta e insistente, e Yumi, a garota fechada que fica na defensiva, tanto que, para isso, temos o lugar onde ela se encontra no mundo black, um tipo de castelo ou igreja gótica, demonstrando sua "concha" em que poucos podem entrar.

Algumas cenas do mundo black podem não fazer sentido no momento, mas se observarmos bem cada cena do mundo real, notamos perfeitamente as representações. Uma cena que pode chutar para longe essa teoria seria quando Mato e Black se fundem, mas claro, porque isso não pode ser a garota tomando o estado de consciência de si mesma para ajudar sua amiga que está presa em seu mundo? Correntes que prendem Black Rock Shooter demonstram ciumes possessivos de Yumi para com a garota, assim como quando elas começam a lutar pra valer, mostrando atrito entre elas por conta dessas personalidades.

A quebra da corrente por Black Rock Shooter demonstra que a relação entre elas estava tão sufocada que uma não conseguia viver por conta da possessividade da outra, mas a destruição dessa possessividade mostrando um sentimento de ajuda faz com que Dead Master repelisse a garota por orgulho, mas Yumi, querendo superar seu defeito, ela aceita a ajuda, desprendendo assim de seu vício de personalidade.

Claro, diga-se de passagem que essa é a MINHA interpretação sobre Black Rock Shooter, e vejo que qualquer pessoa pode interpretar como bem entender, assim como ser um simples OVA slice of life misturando lutas para não ficar chato, mas também podem interpretar assim como expus.

A terceira personagem, Yuu, é alguém que está observando as garotas de longe, trazendo algum interesse para cima de Mato, e consequentemente de Black Rock Shooter. No entanto, tudo fica no ar, e não sabemos quais são as intenções da menina ou o que ela realmente quer.

E por isso que para mim o anime não passou como uma forma de utilizar um nome e personagens queridos para tentar vender algo. Nele há dois mundos, e não dá para colocar essa interpretação tão bem, uma vez que da impressão de que tendo controle do mundo black, você pode controlar as outras pessoas por ele, não de forma psicológica, mas de forma física, quebrando todo os paranaues por detrás do OVA.

Uma coisa é certa, eu aprendi muita coisa com uma colega psicologa que eu tinha em um trabalho anterior, além de ler alguns livros que ela me recomendou para entender melhor esses paranaues psicológicos, mas não sou formada na área, só estou expressando um pouco do que entendi sobre o pouco do que eu sei. Eu poderia comentar cada cena, mas isso renderia um artigo próprio, mas é exatamente por essa interpretação que me conquistou.


Um anime que poderia ter entrado em 3º lugar seria Haibane Renmei, mas por conta do seu ritmo demorado e um pouco cansativo, ele perdeu pontinhos para estar aqui. A história desse anime é interessante, assim como sua proposta, mas certos detalhes infelizmente influenciam na hora de classificar, boa sorte na próxima, Haibane.

Um vídeo que fiz, tentando exemplificar minha visão do OVA.


2 - Monster (anime)

O segundo anime da lista, apesar de alguns poréns, ele tem um posto bem merecido, e eu irei explicar o porque.


Resumindo a história, Kenzou Tenma é um excelente neurocirurgião de um hospital da Alemanha, que tem um futuro esplendoroso por ser respeitado por seus colegas, é o favorito de seus diretores e amado pelos pacientes que salvou a vida. No entanto, sua vida começa a mudar quando ele deixa de salvar um homem pobre e sua mulher o agride. Tenma começa a questionar o tipo de serviço que ele, como médico, está fazendo e percebe o quão elitizado ele é: deixa de atender muitos pacientes pobres para dar prioridade em pacientes ricos. Um certo dia aparece um garoto baleado na cabeça, juntamente com sua irmã que está em estado de choque pelo massacre que aconteceu em sua família, mas quando Tenma está pronto para começar a cirurgia, surge o prefeito da cidade quase morrendo, mas Tenma o nega e continua a cirurgia para salvar a vida do menino. E esse foi um dos maiores erros que ele cometeu...

Pois bem, digamos que a história não gira em torno de Tenma, mas sim que o verdadeiro protagonista é Johan, o vilão da história. Claro, esse é meu ponto de vista, e meu ponto de vista diz que é ele a estrela do anime, sem nem mesmo estar presente em boa parte da história. Porque eu digo isso?

Tenma é um bem sucedido médico cuja carreira causa inveja em seus colegas de trabalho, mas sua vida cai em desgraça após salvar a vida de Johan. Se não fosse por ele, Tenma teria se casado, continuaria sendo o melhor cirurgião do hospital e não teríamos história. Todos os outros personagens com grande influencia também foram vítimas de Johan, seja por testemunhar um crime, seja por estar envolvido no processo contra Tenma, seja por ser alguém que conviveu com ele, ou simplesmente estar no lugar errado e na hora errada.

Johan é um homem frio, manipulador, carismático e muito inteligente, com objetivos e desejos obscuros. Mas é por causa de Johan que o anime está em segundo lugar entre meus favoritos? Não somente.

A história também ajuda muito. Como são animes favoritos, só me concentrarei nele e não no mangá, que ainda não tive oportunidade de ler, mas mero detalhe. Monster se concentra na procura do culpado pelo assassinato dos médicos, cujo primeiro suspeito é Tenma. Ele precisa provar sua inocência, mas para isso, deve ir atrás do único culpado por toda a desgraça: Johan.

O problema é que ele tem o investigador Heinrich Lunge, com tique na mão e uma memória impressionante, convicto para achar a prova máxima que incrimina de vez Tenma, acreditando que ele é um cara problemático com dupla personalidade, e por isso inventou um tal de Johan para cobrir seu crime. Não há nada que faça ele mudar de idéia até que tragam o tal jovem que Tenma está atrás, o que para ele não existe. Também há Anna, irmã de Johan, cujo trauma da infância a fez perder a memória e agora deseja resgata-la para tentar entender o que está acontecendo com ela e com as pessoas ao seu redor, além de estar ao lado de Tenma na procura de seu irmão.

A composição dos personagens, dos acontecimentos e da própria história te prende de uma forma que te deixa fascinado. E principalmente: não há nada de sobrenatural na história.

Johan é o monstro de Monster, onde você não o contraria para não sofrer consequências ruins, até mesmo possui um respeito por ele e sua forma cruel e manipuladora de agir para com os outros. Apesar disso, ele considera Tenma como um pai, e seria alguém contra quem ele não tentaria nada, ao menos não pessoalmente, visto que todo o anime Johan consegue indiretamente prejudicar o médico.
Não há mais o que dizer sobre o anime, recomendo que assistam ou leiam, pois muda pouca coisa de um para outro.

1 - Ghost in the Shell (série)



Não só o anime que é bom, mas todo seu conjunto de animação feito até hoje que fez com que esse titulo ficasse em primeiro lugar. Ghost in the Shell se passa em um futuro de alta tecnologia. Apesar da história do anime contar muito mais sobre a carreira militar da major Motoko Kusanagi, seja investigando algum caso complicado, seja participando de tiroteios e lidando contra criminosos de alta periculosidade.

Qual foi o motivo de Ghost in the Shell ser o 1º da minha lista de animes favoritos?

Simplesmente a questão que Motoko traz a tona. Pela sinopse não dá a entender o quão profundo pode ser, mas o questionamento da major permeia em todos os episódios e filmes.

Sabe-se que Motoko teve um trágico acidente quando criança, e para sobreviver, os médicos resolveram mudar seu corpo totalmente. Ela passou a ter um corpo cibernético desde cedo, e com isso, muitas de suas necessidades biológicas foram deixadas de lado. Cresceu e começou a trabalhar pro governo, afinal de contas para ter partes cibernéticas de alta tecnologia precisa-se pagar bem, o que a deixa sem escolhas virando um cão do governo.

Explicado isso, a questão de Motoko é: se ela, uma pessoa que virou algo cibernético, ainda possui consciência humana? Afinal de contas seu corpo é constituído de quase 90% de máquina, mas mesmo assim ela ainda continua humana ou deixou de ser a muito tempo?

Essa é a questão levantada pela própria protagonista no primeiro filme: Até onde alguém é considerado humano? Ela possui consciência humana sendo quem ela é? Ou a melhor questão de todas: Ela ainda possui alma? Talvez essa ultima pergunta não seja tão explicita assim, mas ela é uma constante na história.

São essas perguntas que me deixaram intrigada. Ela também é dada pelas Tachikomas, robôs de alta tecnologia programados para serem inteligentes como seres humanos e ajudarem a Sessão 9 em seus combates. Elas se reúnem e sempre discutem se é possível uma máquina tão inteligente como elas terem consciência humana, se elas são capazes de serem autônomas com seus pensamentos e sentimentos como seus criadores. Algumas delas são céticas quanto a isso, outras tentam procurar a resposta, mas o melhor episódio que demonstra essa angustia é quando uma delas resolve escapar da Sessão 9 e sair pelas ruas, acaba topando com uma criança e as duas caminham pela cidade, enquanto a Tachikoma analisa o comportamento humano e tenta achar a resposta.

Normalmente elas fazem esses questionamentos longe dos humanos, mas Motoko sabe, e compartilha da mesma angustia delas.


Bartou é outro personagem que se torna intrigante. Uma vez que ele perdeu boa parte de seu corpo em uma guerra, acabou sendo substituído como aconteceu com Motoko. Ao contrario da mulher, ele perdeu quando adulto, e isso parece não afetá-lo tanto quanto ela, mas como parceiro de confissões, ele tenta entender sua superior e ajuda-la nessa busca. Um dos últimos filmes, onde ele é o principal, Bartou começa a entender a angustia de Motoko, principalmente após o sumiço dessa. Nesse filme posso dizer que ela consegue achar algumas respostas para suas perguntas, mas seguindo uma linha parecida com Serial Experiments Lain, no entanto, ainda deixa muita coisa no ar, para nos fazer pensar. Uma coisa é certa: A tecnologia chegou a tal ponto que pôde fazer com que Motoko controle corpos de outros androides, mostrando o quão a vida naquele ponto é dependente da tecnologia. Por ter visto o filme há um tempo, não sei se ela simplesmente se tornou uma excelente hacker para conseguir essa proeza ou se deu uma de Lain, mas fica ai a sugestão para vocês assistirem e chegarem a conclusão.

Essa questão pode ter até sido explorada em outros filmes, não vejo tanto filme futurista ou que tenha ciborgues e androides, mas acho que nenhum deles conseguiu chegar tão longe em uma questão como essa, ou até mesmo demonstrar o quão complexo ela pode ser.

Imaginar que uma pessoa pode ter seu corpo substituído quase por completo ainda a faz ser humana ou ter consciência humana é uma coisa que poderá ser questionada em um futuro tecnológico, caso a humanidade consiga chegar a esse patamar. Outra coisa que pega bastante é a questão do espirito. Para os teístas essa é uma ótima questão, pois ela não agride ou desrespeita crenças, pelo contrário,ela faz pensar em como nós somos constituídos, e o que faz nós termos alma ou espirito (essas palavras pra mim são só nomenclatura para uma mesma coisa, mas para outros pode ser diferente, no entanto, usarei espirito para seguir melhor) em nosso corpo, onde ele fica e como isso procede. Para alguns pode parecer loucura, mas se acredita em Deus, porque não? Não acho que na bíblia ou em qualquer outro livro religioso consiga explicar a existência do espirito dentro de nosso corpo, afinal de contas, para teístas, quando morremos, nosso espirito irá para algum lugar, seja o céu, o inferno, ou fica preso em casas para aterrorizar a pessoas.

O que? Você acha que um anime não consegue levantar tal questão porque japoneses não são católicos ou seguem a bíblia? Pois é, o Japão não é um país católico, mas acreditar em espirito não é exclusivo da igreja. Nota-se que os japoneses acreditam nisso, e podem muito bem encaixar de forma neutra essa questão para fazer qualquer pessoa pensar, independente de sua crença. Não sei se algum ateu consegue levantar essa questão e tentar achar alguma resposta para a angustia de Motoko, afinal não sou ateia e nunca conversei com um ateu sobre Ghost in the Shell, até porque os que conheço nunca viram o anime, e também perdi contato com eles depois que o msn morreu. Claro, essa segunda parte foi o que eu comecei a questionar junto com uma antiga escritora do blog, e que me pareceu pertinente colocá-la aqui.


Desculpe, divaguei demais agora, mas é exatamente isso que faz com que esse anime seja, para mim, o melhor que existe pelo seu questionamento, suas ideias e sua filosofia, que nos deixa pensando por muito tempo, principalmente depois de arranjarmos alguma resposta, vermos que aquilo ainda não é satisfatório, assim como Motoko não se satisfaz com o que encontra.

Acho que será muito difícil algum anime desbancar GitS em minha lista. Para isso, o anime precisa trazer questões tão boas e manter um ritmo bom e ter uma história interessante por trás, mesmo que essa história não seja tão ligada a filosofia que tenta passar, o que acho mais incrível. Poderia me estender falando também que toda a questão social, governamental e tecnológica do anime, mas isso não foi tão forte quanto os questionamentos da Major, então encerro por aqui meu parecer sobre esse anime. Claro, talvez em outra oportunidade eu venha comentar sobre essas questões, mas para isso precisava ver o anime de novo para conseguir fazer meu argumento, coisa que eu acho difícil acontecer no momento, mas tudo na vida é possível né? Veremos o que o futuro nos aguarda.


Se tem interesse em ver Ghost in the Shell, recomendo com que assista as duas temporadas do anime e depois os filmes, pois o anime te dará base para entender os filmes.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Watashitachi no Shiawase na Jikan

Quinta-feira, às 10 da manhã. Esse é o único momento em que podemos viver.

Watashitachi no Shiawase na Jikan (Nossos Momentos de Felicidade) é um manga feito por Mizu Sahara, adaptação do romance escrito pela sul coreana Ji-young Gong em 2005. Essa analise se baseia apenas no manga, que tem apenas um volume.

Curiosidade: Mizu Sahara é um dos três pseudônimos de uma mangaka. Ela publica histórias seinen como Mizu Sahara, yaoi como Yumeka Sumomo, e shoujo como Keita Sahara.

Iniciando pelo aspecto técnico, o manga é muito bem feito. Os desenhos são belos, e detalhes como as linhas de expressão das personagens mais velhas trazem um tom bem agradável. A quadrinização e arte final são igualmente bonitos. Se existe algo de que se possa reclamara, é que os balões não indicam que personagem está falando - embora eu não tenha sentido nenhuma dificuldade de entendimento graças a isso.

Ele trata da história de dois personagens: Juri Matou, uma ex pianista, e Yuu, um presidiário no corredor da morte. As histórias de ambos está conectada pelo passado, e também pelo presente, mas principalmente porque ambos não veem mais qualquer motivo para continuar vivendo.

A partir daqui, o artigo trará spoilers (sim, de uma história de 8 capítulos), portanto, se não quiser perder qualquer surpresa, pule para o final. Ou vá ler logo e volte, porque não deve demorar nem uma hora para terminar.


sábado, 1 de fevereiro de 2014

Promoção - Mês do Aniversário do blog - Ganhe Borderlands 2


No mês de Fevereiro, o blog Madness Return comemorará 4 anos, mas quem ganha presente é você! Quer ganhar o jogo Borderlands 2 para WINDOWS/Mac? Leia as regras e saiba como! 

- Vídeo da promoção:




* Como participo da promoção? 
- É simples: 
1. Curta a fan page do site Madness Return: https://www.facebook.com/YourMadnessReturn
2. Compartilhe a imagem da promoção em modo público: 
3. Clique em "Quero Participar": https://www.sorteiefb.com.br/tab/promocao/304456  
Pronto! Você está concorrendo ao jogo! 

 * Qual é o prêmio mesmo? 
- Borderlands 2 para computador via Steam. 

 * Quando será o sorteio? 
- O sorteio será realizado dia 28/02/2014 

 * Como saber quem ganhou? 
- Fique de olho em nossa página e/ou site, o(a) vencedor(a) será sorteado(a) via aplicativo Sorteie.me e divulgado em ambos lugares. 

 * Como receberei meu prêmio? 
- Divulgaremos o nome do sorteado que deverá entrar em contado com a página Madness Return, e deverá nos fornecer o nome completo, o nome da conta na Steam, o nick que utiliza. 

 * Eu não tenho Steam e não quero ter, posso participar mesmo assim? 
- Não, pois o jogo está em mídia virtual e somente transferiremos via Steam como "Gift". 

 * Se eu ganhar, posso transferir para um(a) amigo(a)? 
- Não, o jogo é intransferível. 

 * Vocês têm algum patrocínio da Steam?
- Não temos nenhum vínculo com a Steam, além de consumo, o jogo foi adquirido por nós e estamos dando-o de presente para nossos leitores via sorteio.

IMPORTANTE!
- Caso o(a) vencedor(a) não responda em até 24 (vinte e quatro) horas, perderá o jogo e sortearemos novamente.
- Perfis fakes/falsos serão desclassificados.
- A imagem da promoção deve ser compartilhada em modo público, não se esqueça!

 Boa sorte!

sábado, 25 de janeiro de 2014

Pause Ahead

Post rapidinho só para falar desse jogo maneiro feito pela Askiisoft.


Pause Ahead é um jogo simples de plataforma onde seu personagem apenas anda e pula. Ao menos é isso que parece no começo, até você entender como funciona a mecânica de pausa dele. Ela é que dá a esse jogo extremamente simples todo um sabor especial.


Além de uma mecânica muito bem feita, o jogo conta com um level design divertido que algumas vezes vai exigir que você repita as fases várias vezes até conseguir terminá-las. Somadas a isso, temos um bizarro 'narrador' - na verdade, só textos que aparecem na tela tanto no inicio das fases quanto quando você pausa - que torna a experiência de jogo ainda mais legal.

Se você tiver 15 ou 20 minutos, jogue Pause Ahead, vale a pena.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Sugestão de Personagem para RPG - Galatea Dumoulin

Estou trazendo uma postagem totalmente diferente hoje. A ideia é apresentar um histórico de personagem para RPG. Não tem ficha montada ou coisa do tipo, mas para quem tem dificuldades para criar históricos para personagens, e aproveitando que eu adoro escrever muitos históricos, mas nunca consigo usa-los nos jogos, estarei postando de vez em quando os históricos de minhas personagens. Como sou mulher a minha tendencia é criar personagens femininas, mas nada que não possa ser adaptado para qualquer outro tipo de personagem.

A primeira é uma personagem que pode ser templária, guerreira ou paladina, dependendo do sistema que você estará jogando.

Há duas versões do texto, o resumido para colocar no histórico e o completo para entender a personagem e como ela pensa.

Nome: Galatea Dumoulin
Raça: Humana
Idade: 20 anos

Nasci e cresci na nobreza. Sou filha de um templário que foi o braço direito do rei de Arishedina com uma sacerdotisa do templo do deus da Justiça. Desde cedo aprendi os costumes da corte, estudei sobre governo, deuses, reinos aliados e inimigos, como me comportar em um evento promovido pela nobreza, como conversar, interagir e se vestir adequadamente, mas como filha de um homem de espada, meu destino era seguir seu caminho e substituí-lo quando ele falecesse.

Aprendi a brandir uma espada longa, a golpear e defender-me em campo de batalha, aprendi táticas de guerra, estratégias, medicina e logo me destaquei entre aquelas crianças que treinavam comigo, todos eram como eu: filhos de nobres ou soldados do rei, preparando-se para defender o reinado quando completassem 15 anos. Todos humanos, bem alimentados, com as melhores roupas e equipamentos que o dinheiro poderia comprar.

Gostava de usar minha mão esquerda para brandir a enorme espada, era uma grande dificuldade, mas o desafio de fazer isso somente com uma mão era o que me motivava a criar um estilo de combate. Assim que completei 15 anos, fui escalada para o batalhão dos Guerreiros Iluminados, onde começaria minha carreira como templária. Aprendi a lutar encima dos cavalos, aprendi a lutar com pouca armadura, e tudo o que sabia era colocando em prática sem nenhum instrutor por perto. Era diferente de todos ali por brandir perfeitamente uma espada longa com a mão esquerda.

Mas essa era a única coisa que eu realmente fiz porque queria, porque tudo o que eu tive foi imposto pelos meus pais e pela própria sociedade em que eu vivia. Nunca saí para conhecer o reino sozinha, normalmente meu pai ou algum instrutor me levava para conhecer algumas partes da cidade, e sempre que viajávamos para outras localidades, nossas carruagens eram cobertas quando passávamos pela cidade, alegando que era para nossa segurança, evitando com que houvesse ataques contra nossa vida.

Aos 20 anos houve um atrito contra um reino e fomos convocados para uma luta, pois os reis se desentenderam e queriam medir suas forças. Foi nessa luta que, ferida, fugi para a floresta antes que me matassem. Não sei por quanto tempo andei, nem sei se havia alguém me seguindo, mas após meu desmaio, acordei em uma cabana em meio a um pântano. Uma mulher cuidava de meus ferimentos, uma senhora humana com rugas no rosto e cabelos grisalhos. Perguntei porque ela me ajudou e simplesmente respondeu que a floresta não queria que eu morresse. Não entendi o que ela quis dizer, mas ela me explicou que meu destino não era morrer ali, que meu destino era outro totalmente diferente daquele que eu imaginava ter, pedi para explicar mais, mas ela me silenciou dizendo que eu não posso contrariar o destino, nem mesmo questioná-lo.


Ela era estranha, mas simpática e boazinha o suficiente para curar meu ferimento, que por pouco não infeccionou e seria obrigada a amputar a perna. Um mês depois do ataque, disse que iria recompensá-la com o que ela queria, mas negou qualquer coisa, e pediu para seguir uma estrada que me levaria de volta para casa. Confiante na simpática senhora, segui o caminho, e notei o quão longe eu estava. Passei dois dias caminhando dentro da floresta, enfrentando alguns animais selvagens que tentaram me atacar, até encontrar com uma criança de aproximadamente 4 anos de idade sozinha.

Quando me aproximei, ela reagiu de forma agressiva e reparei como ela era: um menino de cabelos brancos, pele negra e orelhas pontudas. Ele era um elfo negro. Li sobre eles em alguns livros e saquei a arma, olhei ao redor imaginando se era algum tipo de emboscada, mas nada aconteceu além do menino começar a chorar. Aproximei-me e o chamei, ele não respondia, mas estava passivo. Não deixaria a criança sozinha, peguei-a no colo, e apesar de alguma resistência, ele cedeu aos meus braços e o levei. Após quatro dias consegui encontrar a estrada e em uma semana de viagem, chegamos ao reino. Todos estavam animados com minha volta, mas se estranharam com o menino. Meu pai mandou abandoná-lo, e minha mãe pediu para doa-lo ao centro de crianças abandonadas do reino, pois eu não poderia ficar com ele. Tinha me apegado ao menino durante minha viagem de volta para casa, foi por pouco tempo, mas o suficiente para que eu ganhasse sua confiança e criarmos um laço entre nós.

Após muita briga, o meu instrutor explicou que o menino possuía uma doença complicada e que morreria logo, pois não há cura para ela. Era uma doença provocada pelo excesso de magia, normalmente acometia filhos de magos ou gente que resolvia mexer com forças que não conhecia. Era comum essas crianças possuírem marcas azuis ou brancas em seus corpos em forma de linhas e com o passar dos anos, sofrer em agonia por dores que elas provocam. Todos insistiram para abandoná-lo antes que eu sofresse quando ele morresse, já que era filho de gente que mexia com magia, ele estava condenado desde seu nascimento.

Nisso, abandonei minha cidade e segui com o menino, que chamei de Johan, atrás de uma cura para sua doença. Não aprendi tudo o que aprendi para ficar defendendo uma pessoa que já tem milhares de soldados. Agora eu finalmente encontrei minha verdadeira motivação, encontrei algo que eu realmente quero fazer por mim mesma. Abandonei uma vida confortável com comida boa, um teto para dormir e segurança para seguir em um mundo perigoso, violento e desconhecido para salvar a vida de uma criança que me considera como sua mãe.


Versão Resumida:

Uma garota que nasceu na nobreza. Seu pai era um templário que trabalhava para o rei e sua mãe uma sacerdotisa do deus da justiça. Ela aprendeu a lutar com uma espada longa, e por teimosia, usava somente a mão esquerda para brandi-la. Ela seguiria os passos do pai depois que ele morresse.

Aprendeu tudo o que pode sobre os reinos, táticas militares e como se comportar com os nobres. Nunca teve contato com outros que não fosse de sua classe social. Entrou para o grupo chamado Guerreiros Iluminados, o clã de templários de seu pai, e aos 20 anos participou de sua primeira batalha contra um reino. Quase morreu, mas escapou correndo para a floresta e foi salva por uma mulher velha, que cuidou de seu ferimento na perna e disse algo sobre o destino dela ser outro.

Quando estava no caminho de volta para casa, encontrou um menino drow e o adotou. Chegou em casa e todos hostilizaram o garoto, até ela descobrir que ele tinha uma doença que acometia filhos daqueles que exageravam no uso da magia. Ela não quis abandonar o garoto, pois ela o considerava um filho e ele a considerava como mãe.

Largou tudo para trás para ir em busca da cura para a doença de seu filho, e não vai desistir por nada desse mundo.
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