Dragon's Crown - Analise

É, é uma analise de um jogo mais de um ano depois do seu lançamento. Sim, eu sei, quem tinha que comprar já comprou, ou aproveitou e pegou de graça na PSN no mês de agosto de 2014 (se ainda não pegou o seu, corre que da tempo). Não, eu não ligo para nada disso e vou dar minhas impressões sobre o jogo ainda assim. Bora lá.

Tomb Raider

Agora é hora de falar sobre o que eu achei do game. Mas antes de mais nada, essa game é um reinicio da série, sem relação com os anteriores, sendo considerado o primeiro jogo de uma nova série de Tomb Raider.

Mods de Skyrim

Esses são os mods que eu uso em Skyrim. Acho legal compartilhar, fazendo uma lista daqueles que valem a pena baixarem para diversificar o jogo. Você pode baixar mods no Nexus ou na Oficina Steam, mas é importante que leia cada descrição, pois alguns mods exigem outro mod ou que você tenha alguma DLC para funcionar.

Resenha - Dragões de Eter

Nova Ether é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres racionais, algumas delas se voltaram contra as antigas raças. E assim nasce a Era Antiga. Essa Influência e esse temor sobre a humanidade só têm fim quando Primo Branford, o filho de um moleiro, reúne o que são hoje os heróis mais conhecidos do mundo e lidera a histórica e violenta Caçada de Bruxas.

Defendendo Kill la Kill e suas roupas "depravadas"

Vamos ao que pode ser considerado um problema no anime: quando Ryuko Matoi e Satsuki Kiryuin se transformam usam roupas ultra sexys, principalmente a segunda. Segundo várias pessoas, quando as personagens femininas de qualquer midia, seja anime, mangá, séries televisivas, games, filmes, etc, usam roupas curtas é porque estão sendo objetificadas

sábado, 29 de junho de 2013

Left 4 Dead GMV

Muitas vezes nós encontramos GMVs maravilhosas, normalmente nunca na primeira lista do youtube, a grande maioria das boas montagens estão na lateral de algum vídeo ou nas indicações finais que o site lhe dá. Numa dessas achei esse GMV muito show de L4D, misturando o 1 e o 2, uma bela montagem de cenas combinando com a música, vale a pena ser visto!

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Neverwinter Online - Ensinando a fazer uma Guilda



Postando aqui o nosso vídeo ensinando como faz uma guilda em Neverwinter.

Para poder adicionar alguém na guilda, é só o administrador escrever da seguinte forma: Nomedopersonagem@nomedologin

Exemplo: Madhatter@Madness

Obs: Esse não é a nossa conta, antes que alguém adicione.

Além disso, as pessoas precisam estar no mesmo server para poder participar.

EDIT: NÓS NÃO ESTAMOS JOGANDO MUITO NEVERWINTER, MAS SE QUISEREM ENTRAR NA GUILDA MESMO ASSIM, CONVERSEM CONOSCO NO FACEBOOK.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Bioshock Infinite

A mente do paciente lutará desesperadamente para criar memórias onde elas não existem...

bioshock-infinite-box-art-slider-2

Esqueça Rapture ou qualquer cidade distópica dentro do oceano em que um homem ateu tentou construir uma cidade baseada na racionalidade, desta vez iremos para Columbia, uma cidade flutuante, utópica comandada por um patriota e religioso fanático idealizando o sonho americano!
Bioshock Infinite é o terceiro jogo da franquia Bioshock, desenvolvida pela Irrational Games, lançado em 2013, no entanto, ele não é nenhuma sequencia de Bioshock e Bioshock 2, mas sim uma outra história em uma outra situação, antes mesmo da história inicial do primeiro jogo. Desta vez não irei expor nenhum tipo de spoiler, mas que fique claro que tentarei escrever tudo sem soltar um “A” da história, pois não quero estragar o prazer de quem ainda não jogou, e acredite, isso será difícil. Lançado para Xbox 360, Playstation 3 e PC, essa resenha tem por base os consoles Xbox 360 e Pc.

A História
A história de Bioshock Infinite acontece em 1912, quando Booker DeWitt recebe uma proposta de resgatar uma garota para que sua dívida seja quitada. Ele é um ex-agente Pinkerton, uma entidade privada de segurança e agentes detetives dos EUA em 1850, e agora precisa ir até Columbia, uma cidade flutuante e distópica para resgatar a garota. O lugar se demonstra perfeito, com pessoas felizes e sem nenhum tipo de violência nas ruas, além de ser um lugar limpo e bem organizado, mas que no fundo, esconde preconceito racial e social, trabalho quase escravo e ultranacionalismo exacerbado.
Comstock, um fanático religioso e fundador de Columbia diz que o falso profeta aparecerá para destruir a cidade e levar seu cordeiro, e que será identificado com as letras AD em sua mão. Elizabeth é a garota que precisa ser resgatada, e está mantida em uma torre em forma de anjo e protegida por Songbird, uma enorme máquina em forma de pássaro, semelhante aos Big Dads. No entanto, esse resgante não será fácil, afinal, está prestes a eclodir uma guerra civil entre os ultranacionalistas nobres e o povo menos favorecido.
No entanto, o que ele não esperava era que Elizabeth pudesse criar fendas que o levam para outras realidades, e que poderia tomar novos rumos nos problemas que se meteu, e quem sabe, conseguir escapar de Columbia?
bioshock-infinite-coins

A jogabilidade e os gráficos
Bioshock Infinite é um jogo de tiro em primeira pessoa com uma história profunda, bem envolvente, de belos gráficos e muita ação. A jogabilidade é dinâmica e fácil de entender, em poucas horas de game já consegue se adaptar a todos os botões e entrar na ação nas mais variadas formas, assim como criando várias estratégias durante o combate. Bioshock Infinite te dá a liberdade de combinar os Vigores, como são chamado os plasmids, criando poderes de forma fantástica, fazendo com que se crie vários ataques diferentes em pouco tempo, além de contar com ajuda de Elizabeth que, durante todo o combate, fica procurando Sais que restauram o Vigor, saúde e munição, e o melhor de tudo, a garota sabe se virar na hora de combate, sempre saindo da linha de fogo, se escondendo atrás de pilares, muros e qualquer coisa que forme uma barreira para se proteger, ou se agachar no meio do fogo cruzado. A melhor coisa é não se preocupar com a segurança de Elizabeth, afinal de contas, quem está sempre sendo salvo nesses combates é você.
Os gráficos são um show a parte, bem detalhado e estruturado, com baixo pico de queda nos frames, ou ao menos no computador com uma boa placa de vídeo, Columbia se torna uma cidade belíssima. No Xbox 360 algumas coisas passam despercebidas como detalhes de casas quando se olha do alto e ao longe da cidade, ou alguns serrilhados básicos, mas que são só percebidos quando não está na ação.
 Os personagens secundários acabaram ficando sem graça, todos parecidos - homens com cabelos rapados com ou sem bigode, mulheres com os mesmos penteados - é como se houvesse somente uma cabeleireira especializada em um só tipo de corte para cada sexo, mas não são todos, obviamente. Tudo bem que seriam pessoas aleatórias na cidade, que dão um ar vivo, já que cada um está interagindo de uma forma diferente, além de comentar sobre você caso esteja parado muito tempo perto delas, mas talvez se tivesse mais opções de rostos não seria tão ruim... ou será que isso foi proposital? Afinal, isso aqui é para quem já finalizou o jogo, talvez pelos acontecimentos ocorridos lá pelo meio do jogo, ter pessoas parecidas é uma consequência de tudo, não? Ou só foi preguiça de ficar dando um pouco mais de diversidade na cara alheia? Não sei, cada um tire suas conclusões sobre isso...acabei divagando em coisas que podem ser só técnicas e não históricas. Protestem contra isso!
 A jogabilidade é ótima, mas no PC ela demonstra ser muito mais precisa e eficiente que no console. A mira, se tiver o ajuste de velocidade adequada para quem é acostumado a jogar FPS no computador é muito mais útil que no console, dá para sentir essa diferença logo no início do jogo, antes mesmo de começar toda a ação, quando Booker está na feira que ocorre em Columbia, existe um mini game que consiste em atirar nos bonecos que aparecem em três cantos da tela, a mira foi muito mais precisa no PC, enquanto no Xbox era fácil de errar, mesmo atirando sem parar. No entanto, a eficiência entre usar os vigores, pular, correr, agachar ou usar os aerodromes, em ambos a jogabilidade é igual. Óbvio que qualquer FPS sai melhor no computador do que no controle.

Os Inimigos, Songbird, Vox Populi e o povo
Ao contrário de pessoas deformadas e bizarras, Columbia possui guardas - homens e mulheres - que tentarão te parar a todo custo, máquinas plantadas em lugares estratégicos, patriotas motorizados que irão te dar dor de cabeça, homens máquinas que lembram a brutalidade dos Big Dad - no entanto, eles só te querem ver virando paçoca - entre outros. Eles são inteligentes e quando atacam em grupo, conseguem fazer com que o jogador corra e se esconda atrás de muros, crie estratégias, armadilhas ou utilize-se dos poderes de Elizabeth para poder sobreviver aos ataques. Quando menos se espera um inimigo surge pelas costas atirando ou batendo, pulando pelos aerodromes - linhas férreas por onde passam os bondinhos - ou máquinas escondidas atrás de arbustos que atacarão o jogador assim que estiver na sua vista.
A maioria dos inimigos são guardas da cidade no comando de Comstock, não são tão bizarros quanto os de Rapture, mas existem aqueles que te farão parar para saber quem e o que são. Eles são divididos em fracos, médios e fortes, sendo estes últimos possuidores de pontos fraco para atingi-los, nunca tão fácil, por mais que o ponto esteja na mira, eles nunca deixarão ser atingido.
Não há Big Dads, e mesmo os Handyman, homens máquinas, substituem todo o temor dos icônicos protetores das Littles Sister, não até Songbird aparecer. Um inimigo único que protege e persegue Elizabeth seja lá para onde ela vá. Songbird é tão importante para a cidade a ponto de ter pelúcias com sua aparência, afinal, ele é o protetor do cordeiro do profeta. Elizabeth e Songbird possuem o mesmo laço de afetividade dos Big Dads e Littles Sisters, apesar da primeira almejar a liberdade, apesar de não querer deixar totalmente para trás seu protetor.
Bioshock-Infinite-screenshot-Elizabeth-and-Songbird
No entanto, entre todos os inimigos citados, aquele que domina a todos com certeza não é o físico, e sim o mental. O que eu quero dizer com isso? Columbia pode ser uma cidade utópica, um paraíso para os americanos, onde os cidadães vivem em um lugar pacífico, limpo e organizado, sem criminalidade ou coisa do tipo, mas por detrás de tudo esconde um alto teor de preconceito racial e social, embaixo dos panos de uma utopia, racismo e segregação permeia o lugar em que brancos e ricos - ou tem um capital moderado - são os salvadores da terra, vindos para salvar a alma perdida de negros, asiáticos e qualquer um que não se encaixasse no padrão branco e classe alta. Pobres também são discriminados, independente se é negro ou loiro dos olhos azuis. O patriotismo e preconceito exacerbado de Comstock fez com que a cidade separasse dos EUA e fosse para os ares para ser a terra perfeita, mas notamos que isso é para os olhos do pessoal que mora no chão.
Este seriam os piores inimigos simplesmente porque apesar da história ocorrer em 1912, época comum para o racismo, quando negros saiam da escravidão por Lincoln em 1863 e tentavam ter uma vida como a de qualquer outra pessoa americana, mas que hoje em dia, cenário que deveria ser diferente, continua a mesma coisa daquela época, e digo isso em nossa vida real. Não só esse preconceito, mas todos os que o jogo escancara em nossa cara, ou até mesmo aqueles velados, que o jogo dá sutis insinuações.
Vox Populi é um grupo de insurgentes liderados por  Daisy Fitzroy, uma mulher negra, que rejeita a ideologia puritana e xenofóbica do profeta. No inicio eles são apresentados como meros anarquistas que só querem atrapalhar a progressão da cidade, fazendo protestos e manifestações pela classe operária e grupos oprimidos até que surgiram os militares entre os membros da organização. Inicialmente a Vox Populi não queria aderir a nenhum tipo de ideologia particular, e sim romper a barreira social e racista que Columbia possuía. Conforme a história prossegue, a Vox vai mudando até seu estopim final, quase como aconteceu no Brasil recentemente, só que de forma mais... como posso dizer sem dar spoiler? Hum... jogue e verá!
A trilha sonora e os Voxophones
Para um jogo ser marcante não precisa somente de uma ótima história, um gráfico bonito ou personagens cativantes, mas também de uma bela trilha sonora que nos poe no clima. Diferentemente dos outros Bioshock, Infinite não só conta com músicas tensas ou sombrias, mas também com as alegres e agitadas. A trilha sonora aparece nos momentos exatos, criando climas de tensão ou agitação, nos envolvendo com a história e com o jogo cada vez mais.
Também há músicas nas vitrolas e em rádios, cantadas na moda da época, no entanto, todas elas são músicas Covers das que existem realmente. Exatamente! As músicas tocadas em 1912 em Columbia existem de verdade! Mas como isso? Elas não seriam criações dentro do jogo para o jogo? Sim e não, porém isso é uma curiosidade que só se entenderá dentro do jogo em algum Voxophone.
E falando em Voxophone, eles nunca poderão faltar em um jogo de Bioshock, e o texto traduzido pode ser conferido no menu. grande parte da explicação vem desse mecanismo escondido por todo o cenário, o que te fará ficar horas e horas somente a procura deles, estendendo o tempo de jogabilidade, como acontecia com seus antecessores, mas com a vantagem de termos a tradução.
 Alias, existe uma trilha sonora sinistra em Bioshock Infinite, mas que em velocidades aceleradas, dá para ouvir que é uma musica. Não é um spoiler, mas faz muito sentido para a história se você ver a letra, coisa que eu não farei. Confira:
 Não só essa musica, mas há outras sacadas com sons e musicas invertidas durante o jogo, se tiver curioso é só procurar no youtube por easter eggs e ser feliz.
Elizabeth e Booker
O protagonista e a estrela do jogo. Apesar de Booker ser o principal, Elizabeth é quem rouba todas as cenas. Personagens muito bem construídos, a vida de ambos são tão entrelaçadas com a história do jogo que é impossível alguém não ter se simpatizado com os dois.
BookEliz
Booker DeWitt é um ex-agente de Pinkerton que agora trabalha como investigador particular. Por conta de problemas em sua vida, Booker se tornou alcoólatra e viciado em jogos de azar, e por conta dessa vida, ele contraiu dividas e por conta de uma delas, ele foi contratado para retirar uma garota que estava na cidade de Columbia e entrega-la para um homem misterioso.
Elizabeth é uma garota que vive na torre em forma de anjo construída para protegê-la do falso profeta. Inteligente, alegre e muito poderosa, é capaz de abrir fendas para outras dimensões, sendo possível trazer coisas existentes de um mundo para o outro. Protegida por Comstock tem como amigo e carrasco Songbird, que não a deixa sair da torre por nada. Filha do profeta, ela é a prometida para salvar o mundo de uma profecia vista por ele, em que o mundo acabaria em chamas e Columbia seria a única cidade salva, no entanto, o falso profeta iria levá-la de lá, então todas as pessoas deveriam ficar de olho em qualquer suspeito com um "AD" nas costas da mão. Inteligente, bonita, ótima em desenho, dança e canto, é alegre , inocente e inconsequente, mesmo que tenha sido confinada por muitos anos na torre, possui um espírito livre.
E estes são os dois personagens principais do jogo, mesmo que tenha muitos outros, preciso falar dessa dupla. Raramente nós vimos a cara de Booker, nem mesmo o reflexo da água mostra seu personagem, mas sua voz - interpretada por Troy baker - consegue expressar muito bem tudo o que o personagem sente. Por outro lado, Elizabeth tem uma perfeita expressão, tanto corpórea quanto pela voz - interpretada por Courtnee  Draper - transmitindo a nós todas as emoções. Se você atirar em um cara perto dela, ela ficará espantada ou chocada, enquanto andam pela cidade explorando o lugar, ela apontará algum itens, além de entregar moedas perdidas que ela consegue achar por ai, o que é muito útil por sinal. De Ashleys e Shevas da vida, Elizabeth dá um baile com sua IA, e espero que muitos possam se inspirar na garota para fazer companions mais inteligentes e eficientes a partir de agora.



Escolhas e o modo 1999

Existem algumas escolhas que podem ser feitas durante o jogo, mas elas não mudarão nada na jogatina além da estética, isto é, se você não estiver jogando no Modo 1999. O Modo 1999 é o modo hard dos jogos dos anos 90, aquele mesmo que você deve ter tacado o controle do Nes na parede por não ter conseguido nem passar do inicio de Contra. Ele é um modo para os jogadores hardcores que não se satisfizeram com o hard de Infinite. Ele é desbloqueado somente quando se dá final pela primeira vez ou através de um código no menu do jogo.
Enquanto no jogo normal suas escolhas não afetam nada exatamente, o Modo 1999 te fará repensar várias vezes qual escolha deverá fazer antes de prosseguir, afinal, se você escolher errado com certeza não conseguirá continuar o jogo, e deverá voltar para o ultimo load e refazer sua escolha. E falando em voltar para o load, prepare-se para obter muita grana, já que o custo para reviver é bem alto, e quando a grana acabar, se você não salvou o jogo anteriormente, terá que fazer tudo de novo ou até seu ultimo e distante save.
Todas as escolhas, até mesmo habilidades e equipamentos devem ser pensados antes de possuí-los, alguns são permanentes e você deverá finalizar o jogo com eles. Boa Sorte.
Curiosidades
  • Durante a criação de Bioshock Infinite algumas coisas ocorreram: Uma delas foi que o jogo seria chamado de Projecto Icarus, mas era tudo fachada da empresa para esconder o verdadeiro nome.
  • No início do jogo, para entrar em Columbia, o jogador precisa passar por um batismo, e isso fez um fã da série ficar indignado e parar de jogar, pois ele é cristão e não aceitou ser forçado a um batismo dentro do jogo. Ele comunicou a Valve, e notícias dizem que foi reembolsado. É, perdeu um excelente jogo.
  • Elizabeth teve uma cosplayer como modelo para seu rosto chamada Anna Moleva, após esta cosplayar-se como a personagem e os produtores aprovarem, chamaram-na para participar da criação do design.
  • A primeira fenda que vemos Elizabeth abrindo mostra uma Paris moderna, e ao fundo, há um cinema com o filme "O Retorno de Jedi" em exibição.
Minha opinião
Este jogo é perfeito! Tem uma história incrível, lugares maravilhosos, excelente música e boa jogabilidade. Tem poucos defeitos e se tornam invisíveis perante tanta qualidade que ele apresenta. É um jogo que merece ser jogado muitas vezes, com cada lugar sendo explorado minimamente a cada reinício, ler todos os Voxophones, procurar todos os aparelhos que contam a história de Columbia, além de fazer-nos pensar em várias coisas, principalmente pela temática que ele aborda.
Mesmo que me incomode as pessoas serem muito parecidas, isso é detalhe menor dentro desse jogo. Uma coisa tenho a dizer: Elizabeth me conquistou na primeira foto que ela aparece. Talvez pelos trailers lançados, ou talvez por já demonstrar simpatia desde sua aparição, e não digo exatamente na foto inicial do jogo, mas sim quando estamos na torre dela, antes que alguém diga que eu estou exagerando, se você jogou, sabe exatamente o que tem naquelas salas.
Está aí um jogo muito recomendado, até mesmo sua trilha sonora ou se perder lendo o wikia para entender muito mais coisas, além de dar enormes discussões com amigos acerca dos conceitos lançados, além daqueles tapas na cara que a série Bioshock consegue fazer com maestria.
Jogo que vale a pena ser jogado por qualquer pessoa!
 Se você não gostou de Bioshock Infinite, mas leu até aqui, espero que você seja levado para Rapture e atravessado por uma broca de um Big Dad!

Se você não gostou de Bioshock Infinite, mas leu até aqui, vai levar uma física quântica na cara!

sábado, 20 de abril de 2013

Paródia Para a Alegria de Hyrule, vem gentchy

Gentchy, navegando pela interwebs a gente sempre encontra coisa boa, coisa ruim, certo? 
Agora esse videozinho, olha eu gostei da ideia da paródia, heim?


Agora como eu sei que você se empolgou pra catar as músicas do Zelda instrumentais, ok eu fiz isso, LOL.
Esse cara manda bem, heim? Dá até pra salvar como mp3 pra ouvir no teu áipod, áiphone, aídroid, motoLOL, sanguessung, seja lá o que for. 8D


domingo, 31 de março de 2013

1 de abril no Google, até tu brutus?

Em alguns lugares do mundo já é 1 de abril, então a Google lançou seu inovador produto: GOOGLE NOSE (Nariz Google). Agora quando você procura sobre algo no Google você também pode cheirar, isso mesmo, CHEIRAR a sua pesquisa, seja lá o que ela for! =D



Google, eu te amo! Pessoas indo cheirar a tela em 3, 2, 1... Tente por sua conta e risco cheirar aquela fralda de bebê ali em baixo. É uma tecnologia muito inovadora... 8D


quarta-feira, 20 de março de 2013

O hilário ataque do panda contrariado

Panda kawaii mas também muito troll XD

terça-feira, 12 de março de 2013

Shin Megami Tensei - Uma Introdução

Buenas tardes a todos! o/
Estão bem? Sentiram minha falta? Não, por favor, não taquem tomates!

Hoje estou aqui para fazer uma breve introdução aos jogos da franquia Shin Megami Tensei.
Muitos já devem ter ouvido falar, foi uma série bastante popular durante a saga do PS2, apesar de muitos terem odiado pelo fato de grande parte deles ser Turn-Based (Estratégia em Turnos).
Bem, eu sei que eu adoro a série e não podia deixar passar sem falar um pouco sobre.
Antes de mais nada, gostaria de deixar claro que pode haver alguns spoilers referente aos jogos. Coisa leve, mas só pra não dizer que não avisei.
Então vamos lá:

Shin Megami Tensei (vou chamar de SMT), tem vários jogos, cada um com um mundo diferente, uma história diferente, personagens diferentes... mas com os mesmos demônios. Sim, demônios é o tema principal dos jogos de SMT, e eles são usados das mais variadas formas em cada jogo. Ei, calma ae gente! Isso não é post do Satan, não, relaxa!

Esta lista é dos jogos que eu realmente joguei e posso falar algo sobre, pois houve, se não me engano, 2 SMTs primordiais que foram lançados para computador e para GameBoy Color (corrijam-me se eu estiver errado). Mas vou falar sobre os "mais populares" por assim dizer, e com foco nos universos de cada um, e não nas versões, para não estender demais o post e para não falar de coisa que não sei. Eles são os seguintes:

- SMT: Imagine (MMORPG)
- SMT: Nocturne (PS2)
- SMT Digital Devil Saga (PS2)
- SMT Devil Summoner (PS2)
- SMT Persona (Vários)
- SMT Strange Journey (NDS)
- SMT Devil Survivor 1 & 2 (NDS)

Lembrando que esta lista não está em nenhuma ordem relativa a quando saiu nem nada do gênero.
Então vamos começar pelo Imagine.

SMT Imagine é o MMORPG da franquia, que em minha opinião teve uma ideia fantástica ao trazer esse jogo para o universo online, no entanto, o sistema não foi trabalhado muito bem. Não vou entrar no mérito de reviews neste post, então vamos ao seu universo:
Levar o gatinho pra passear já vale por si só.
Trata-se de um mundo pós-apocalíptico causado por diversas guerras entre a humanidade que resultou em um mundo completamente destruído e repleto de demônios. Os humanos então, foram obrigados a se refugiar em esconderijos subterrâneos, e começaram a estudar os demônios, "domá-los" e utilizar seus poderes para a reconstrução do mundo, visada originalmente pelos Sete Filósofos, que construíram a grande torre conhecida como Shinjuku Babel (que seria a cidade central do jogo). Há 2 "cultos", um da Ordem e um do Caos, e estes têm visões diferentes sobre a reconstrução do mundo e como ela deveria proceder. O jogador, por sua vez, é parte de um "esquadrão" especializado em demônios, que recebe variadas missões para ajudar as pessoas, fazer escoltas, caçar demônios agressivos, etc, e o mais interessante é que ele pode se unir a um dos cultos mencionados acima, partilhando seus ideais, e consequentemente, tendo missões diferenciadas.

A seguir, temos Nocturne.
Em Nocturne você encontra inimigos OverPower um atrás do outro...
Oh wait... isso acontece em TODOS os SMTs.
SMT Nocturne conta a história de três amigos que foram visitar sua professora que foi hospitalizada por algum tempo. A caminho do hospital, o protagonista se encontra com um jornalista que está estudando ocultismo e investiga alguns cultos que supostamente estariam realizando rituais pela cidade. Mais tarde, ao chegar no hospital, os amigos descobrem que não há ninguém dentro dele. Ou quase ninguém. A professora é encontrada no subsolo, junto com um homem que possui um demônio enorme consigo. A professora protege o protagonista do homem e lhe chama para o telhado, e lhe diz que o mundo todo fora daquele hospital irá morrer para poder ser reconstruído. E então começa uma série de eventos estranhos. Um brilho azulado no céu "incendeia" a Terra, e o mundo fica quase completamente destruído, com algumas construções ainda de pé, mas grande parte do chão se tornou areia. A professora desaparece novamente, e desta vez o mundo está repleto de demônios. O protagonista recebe algo que parece ser um inseto demoníaco dentro de seu corpo, dado por um garotinho, e se torna meio-demônio também. E então ele sai em busca de seus amigos, de sua professora e de respostas sobre o que está acontecendo. Você pode se juntar a um dos cultos, ou a nenhum deles, resultando em vários finais possíveis. O mais interessante é que neste jogo, grande parte das interações serão com demônios, o que muda um pouco o ritmo em comparação com os outros, em que eles são mais como "ferramentas".

SMT Digital Devil Saga é um tanto mais pesado que as outras histórias, no termo de ser bem violento. Durante as batalhas você nem vai perceber, mas as Cutscenes são bastante explícitas. Ainda mais pela história, que trata-se de uma guerra entre seis "tribos", que utilizam armamento pesado. Isso parece ser influenciado por um Templo que há no centro daquela terra, que diz que a tribo vencedora poderá ascender a Nirvana, supostamente o paraíso.
Os rostinhos ao lado das barras de vida são eles em forma
humana. E acima podemos ver... OMG! O_o
Em meio a um combate entre a tribo dos protagonistas e uma outra, um ovo gigante cai do céu com uma garota dentro dele, e todas as pessoas daquela terra são afetadas por um estranho raio de luz, e se transformam em demônios carnívoros sedentos de sangue humano (e de demônios também). Esta garota que veio de dentro do ovo acompanha os protagonistas e salva eles quando seus instintos demoníacos atacam, mas ela perdeu a memória e não sabe de onde veio. E então, a guerra por Nirvana continua, só que desta vez, ao invés de se matarem, as pessoas se devoram. (Que lindo! -NOT)



Tome minha espadada ELÉTRICA!
SMT Devil Summoner sai um pouco da linha puramente estratégica e adiciona um sistema de combate bem movimentado e dinâmico à la Hack&Slash (dinâmico mesmo! É rápido até pra morrer). Trata-se de um invocador de demônios (Devil Summoner), que no início do jogo recebe o título de "14º, Kuzunoha Raidou", dos espíritos dos outros Devil Summoners.
Tome meu tiro de FUEGO!
Nesta história, os demônios são invisíveis para as pessoas comuns, então Raidou deve defendê-las dos problemas que os demônios causam. Ele trabalha como detevive na agência de um homem chamado Narumi, e (literalmente) captura os demônios em tubos e os libera quando precisa de seus poderes (cada raça de demônios tem um poder diferente que pode ser usado fora das batalhas, me lembrou mais ainda de Pokemon!) e o jogo inteiro é envolto em um clima até meio humorístico, com músicas clichês de policial, e até umas músicas comemorativas que, segundo minha namorada, parecem músicas de Baile da 3ª Idade.
Ainda assim, é um excelente jogo de ação, misturado com estratégia, misturado com mistério, misturado com Pokemon. Um dos melhores SMT!


(PERSONA 3) As Shadows no começo são basicamente
utensílios de uso comum, panos esvoaçados ou melecas
disformes. TENSO!
SMT Persona é uma série  que teve 4 jogos (na verdade mais de 4, mas foram 4 títulos que depois geraram sub-títulos), e em cada uma, as tramas principais mudaram um pouco, mas mantendo a mesma base. Persona é basicamente sobre estudantes que possuem "Personas", que seriam a materialização da psique de cada um. Eles normalmente remetem a alguma característica forte da pessoa, ou até mesmo problema, crença, vergonha, etc. Isso varia de personagem para personagem. E o protagonista sempre pode usar diversas Personas, mesmo começando com uma "Principal". O ponto interessante é que as Personas extras que o protagonista pode usar são os demônios comuns dos outros jogos da série. A trama de Persona 3 é sobre a Dark Hour, que é uma "hora extra" que ninguém percebe, exceto os usuários de Persona e às vezes uma ou outra pessoa comum, e que acontece todos os dias à meia-noite. Os protagonistas então precisam desbravar a torre-labirinto Tartarus, que surge no lugar da escola deles durante a Dark Hour, dia a pós dia subindo mais para derrotar a raiz desse mal, defendendo as pessoas comuns das Shadows, as sombras que roubam almas. Aliás, um detalhe: para invocar as Personas, os protagonistas atiram em suas próprias cabeças com uma pistola chamada Evoker. (Japoneses com tendências suicidas? Aqui tem!)

(PERSONA 4) Esta é a Shadow
da garota vad-- errr... assanhada.
Já o Persona 4, muda um pouco a trama, sendo que à meia-noite, ao invés de uma "hora" a mais, é ligado um "Canal da Meia-Noite" (Mayonaka Television) em todas as televisões, e nele mostra uma pessoa agindo como seu verdadeiro modo de ser (no caso, a garota que parece ser amiga de todo mundo, demonstra ser uma invejosa, e coisas do gênero), e enquanto a pessoa não aceitar sua "outra metade", a Shadow fica mais poderosa, torturando-a. Neste jogo, as Shadows chefes representam as características ocultas da vítima. Então, esta trama gira mais no fato de os protagonistas conviverem com seus defeitos e ajudarem seus amigos na luta para superá-los, enquanto tentam investigar a série de desaparecimentos e assassinatos misteriosos que acontecem exatamente da mesma forma que com os seus amigos.

Um exemplo de Dungeon de
Strange Journey
SMT Strange Journey conta a história de um soldado japonês (na versão americana ele é americano... >_> enfim...) que vai para a Artártida investigar junto com soldados do resto do mundo, um fenômeno estranho que parece ser um vortex negro que ameaça engolir o mundo, que foi causado após um desastre atômico. A tripulação acaba presa dentro deste vortex, e descobre que ele está infestado de demônios. O protagonista encontra diversos personagens bizarros e, claro, os demônios dos outros jogos. O interessante deste jogo é que ele mistura os elementos estratégicos de SMT com um Dungeon Crawl, com puzzles, mapas, etc., e você pode equipar o protagonista com equipamentos que concedem as magias a ele (ainda que ele seja muito mais fraco que os outros demônios, talvez isso tenha sido intencionalmente para mostrar que um humano nunca poderá se equiparar aos poderes sobrenaturais). Os finais desse jogo estão ligados às decisões "morais" feitas pelo protagonista, que fazem seu alinhamento divergir entre Ordem e Caos (semelhante ao SMT Imagine).


"Aaaah! O que é isso?" Eu te respondo, ruiva:
Agora, quanto a SMT Devil Survivor 1 & 2, não teria como eu falar mais ou menos dos dois, pois eles tem algumas diferenças consideráveis. Em Devil Survivor 1, os protagonistas são um grupo de amigos que ficou preso em Tokyo, após uma infestação de demônios tomar conta do local. Naoya, o primo do personagem principal, criou um programa de invocação de demônios para combatê-los, e cada um usa estes poderes de uma forma diferente para sobreviver. A história gira em torno da decadência das pessoas conforme elas vão ficando sem recursos e desesperadas pela sua sobrevivência em meio à catástrofe, e o jogo possui um ar bíblico, pois é literalmente uma guerra entre anjos e demônios (e é claro, que se tratando de SMT, os anjos nunca são bonzinhos!). Os finais são caminhos que você segue a partir do penúltimo dia, dependendo de como quiser usar o seu poder (para ajudar os anjos a fazer os humanos compreenderem a vontade de Deus, para se tornar o Mestre dos Demônios, ou para alguns outros finais neutros). Há somente dois finais que você pode fazer naturalmente, e há outros três que só podem ser feitos se você participar de determinados eventos durante o jogo (falando com personagens em momentos específicos, aceitando ajudá-los, investigar algo mais a fundo, salvar certos personagens, etc).

Nunca subestime uma Pixie.
Ela pode lhe dar 6 pontos de dano!
TREMA COM O PODER!!!
Em Devil Survivor 2, a atmosfera muda um pouco, e a catástrofe toma uma proporção global, apesar de a história se passar apenas em três cidades do Japão. Neste, um site misterioso surge e promete lhe mostrar como seus amigos próximos irão morrer. Os protagonistas fazem uso disso para salvar eles, e o jogo adota uma mecânica de "amizade" com eles, que vai de 0 a 5. Conforme a amizade sobe, eles ficam mais fortes, e você libera fusões de demônios mais fortes, entre outras coisas. As conversas com os personagens acabam revelando bastante da história deles em certos pontos, diferente de DS1, que acabam sendo meio "por cima". Você acaba simpatizando com os personagens e realmente tem vontade de salvá-los! Continuando a história, o site foi criado por uma entidade superior misteriosa, que quer ajudar a humanidade a provar o seu valor, vencendo a catástrofe, que consiste em criaturas gigantes e poderosas chamadas Septentriones, que atacam o mundo, a fim de extinguir a raça humana. Eles só podem ser derrotados utilizando o poder dos demônios, e o programa instalado nos celulares dos protagonistas pelo site, faz com que eles adquiram essa habilidade de invocação. A história vai muito mais a fundo que isso, mas não vou estragar pra quem estiver a fim de jogar (até porque é meu SMT favorito, apesar dos americanos terem mudado o nome do Rikiya para... RONALDO! >_>''''). Mas é um ótimo jogo, meu SMT favorito, meu jogo de DS favorito... e... meu favorito. xD

Só um detalhe: além de cada um dos jogos ter seu próprio universo, cenário e personagens muito bem trabalhados, uma outra coisa que chama a atenção é a trilha sonora. É simplesmente fantástico. SMT Nocturne e SMT Devil Survivor 1 têm uma música com batida bem pesada, enquanto Devil Summoner puxa mais para músicas "clichês", que misturam bateria com trompete, e o resultado acaba sendo bastante divertido. Em Persona 3 as músicas são focadas em uma espécie de Rap, como se deixasse o grupo "descolado". Persona 4 tem músicas alegres e que normalmente remetem a esperança. Strange Journey tem músicas orquestrais, como se fosse realmente uma jornada épica. Devil Survivor 2 é utilizado uma batida mais clássica, puxado para o rock. São todas músicas muito boas, não consigo me lembrar de uma sequer que eu não tenha gostado, foram muito bem produzidas e remetem bem o clima em cada um deles.

Bem, é isso, pessoal. Espero que tenham curtido *Mãozinha com o polegar pra cima* e tenham talvez se interessado pela série. É altamente recomendada, e se você não curte tanto assim os Turn-Baseds da vida, ainda recomendo Devil Summoner e os Devil Survivors, que são meio híbridos (pra vocês verem, até o Lucas que odeia Turn-Baseds e JRPGs em geral deu uma leve viciada em Devil Survivor 2 xD).

Esse post demorou uma semana a mais do que o esperado devido a alguns probleminhas de tempo, mas estou feliz de tê-lo terminado! É uma série que eu admiro muito e ela merece amor. Atlus, sua linda! S2
Posteriormente, pretendo fazer reviews de cada um separadamente. (Podem deixar comentários para qual devo fazer review primeiro!) Muito obrigado pela atenção, você aí que leu tudo!

Até logo, pessoal! Abrazzzz! o/