Dragon's Crown - Analise

É, é uma analise de um jogo mais de um ano depois do seu lançamento. Sim, eu sei, quem tinha que comprar já comprou, ou aproveitou e pegou de graça na PSN no mês de agosto de 2014 (se ainda não pegou o seu, corre que da tempo). Não, eu não ligo para nada disso e vou dar minhas impressões sobre o jogo ainda assim. Bora lá.

Tomb Raider

Agora é hora de falar sobre o que eu achei do game. Mas antes de mais nada, essa game é um reinicio da série, sem relação com os anteriores, sendo considerado o primeiro jogo de uma nova série de Tomb Raider.

Mods de Skyrim

Esses são os mods que eu uso em Skyrim. Acho legal compartilhar, fazendo uma lista daqueles que valem a pena baixarem para diversificar o jogo. Você pode baixar mods no Nexus ou na Oficina Steam, mas é importante que leia cada descrição, pois alguns mods exigem outro mod ou que você tenha alguma DLC para funcionar.

Resenha - Dragões de Eter

Nova Ether é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres racionais, algumas delas se voltaram contra as antigas raças. E assim nasce a Era Antiga. Essa Influência e esse temor sobre a humanidade só têm fim quando Primo Branford, o filho de um moleiro, reúne o que são hoje os heróis mais conhecidos do mundo e lidera a histórica e violenta Caçada de Bruxas.

Defendendo Kill la Kill e suas roupas "depravadas"

Vamos ao que pode ser considerado um problema no anime: quando Ryuko Matoi e Satsuki Kiryuin se transformam usam roupas ultra sexys, principalmente a segunda. Segundo várias pessoas, quando as personagens femininas de qualquer midia, seja anime, mangá, séries televisivas, games, filmes, etc, usam roupas curtas é porque estão sendo objetificadas

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quarta-feira, 5 de março de 2014

Sugestão de Personagem para RPG - Endrest Tellenderest

Seguindo a linha de posts da Nyu, resolvi apresentar um personagem meu nessa 'série' (se é que pode ser chamada assim). Eu particularmente sempre fui o cara que joga com o que estiver faltando para completar o grupo. Não por obrigação, mas eu tinha tantas ideias de personagem que isso simplesmente me ajudava a filtrar o que eu poderia usar. Bardo acabou se tornando uma escolha natural, com sua característica de 'classe-pato' - anda, nada e voa, mas não faz nenhuma das coisas muito bem. Além disso, bardos tem uma capacidade muito pouco valorizada no D&D padrão, que é torcer a opinião dos inimigos SEM precisar se valer do uso de magias. Eu falo pra caralho, todos vocês já notaram isso. Natural que eu escolha uma classe assim.

A história de criação dele é um pouco mais complicada, entretanto - na minha eterna busca por personagens com características incomuns, eu perguntei para o mestre de um jogo qualquer em pathfinder se poderia fazer um homem lagarto feiticeiro com linhagem starsoul - sim, eu tava tentando fazer um alienígena, me julguem. Como ele não permitiu, mudei para um halfling com a mesma classe e fiz como histórico um mercador afetado pelo metal de um cometa. O jogo nunca começou, e na mesma época conheci a Nyu. Acabei entrando num jogo já em andamento com um humano feiticeiro, e mais tarde quando a campanha foi reiniciada, ele se tornou bardo.

Muita coisa na história dele mudou com o tempo. O nome permaneceu o mesmo, entretanto. Foi uma rima aleatória que surgiu enquanto eu tentava achar uma sonoridade agradável. Como ele ficou bem incomum, deixei assim mesmo. E vamos logo para a parte que importa.

Histórico

Nome: Endrest Tellenderest
Raça: Humano
Idade: 19 anos

Um grande amante da arte e da minha própria voz, se me perguntar quem sou.

Nascido em uma pequena vila do norte, famosa por pomares ricos, fui criado em uma família realmente grande - mãe, duas irmãs mais velhas, e uma mais nova. Meu pai, infelizmente, faleceu muito antes que eu pudesse ter lembranças dele. Era miliciano, mas também arauto do senhor de nossas terras. Suponho que hoje em dia minha mãe diria que me pareço em muito com ele.

Nunca passei qualquer tipo de necessidade. Nossa família tinha algum dinheiro, e uma estalagem. Muito pequeno para ajudar de outra forma, eu observava, e aprendi a tocar flauta cedo, para animar a noite dos clientes. Durante aquele tempo eu descobri minha vocação musical. E descobri que eu sou um flautista muito ordinário.

Você deve se perguntar por que eu, com uma vida tranquila, desejei sair da minha casa e meter o pé na estrada. Não, não é em busca de riquezas, nem fama. Não, não foi poder. Simples vontade de ver o mundo. Existiu uma desculpa, claro - tinha um amigo e uma amiga de infância. Nós dois sempre fomos apaixonados por ela, mas ela preferiu-o. Sorri, e para não atrapalhar os dois, juntei minhas coisas e parti com um grupo artístico itinerante que passava de tempos em tempos na cidade.

Mateo, o líder da trupe, me aceitou de braços abertos. Não apenas ele, como todo o resto do grupo. Existe entre os membros de uma trupe, mesmo entre aqueles que se atacam, uma cumplicidade muito semelhante a de uma família. Aprendi de tudo nessa época. Atuar, dançar, tocar alaude - instrumento com o qual me destaquei - cantar, e algumas outras coisas, como mentir, trapacear em jogos de cartas, arremessar facas, e uns truques de prestidigitação. Ah, e histórias. Como eu amo histórias, desde as lendas antigas, até contos sobre os grandes reis do passado. Devo dizer que sair de casa aos meus 13 anos foi um investimento muito bom que fiz com meu tempo. Foram quatro anos naquela trupe, quatro anos que me fizeram conhecer uma quantidade incontável de pessoas interessantes.

A tatuagem que eu imagino não é tão grande,
mas essa é um bom exemplo.
Mas o mundo continuava me chamando, e era hora de seguir meu próprio caminho. Agradeci a todos, mas a partir daquele momento, acreditava que eu deveria procurar algo novo. Aventureiros, talvez.

Ironicamente, com menos de duas semanas fora da trupe, eu realmente encontrei algo novo. Escravagistas. Fui preso, e embora eu não tenha passado mais do que uma semana nesse estado, meu rosto foi marcado. Uma tatuagem embaixo do olho esquerdo. Mesmo hoje eu não tenho muita certeza do que essa marca realmente significa, mas sei que poucas pessoas a conhecem.

Ah, sim, como eu disse, passei pouco tempo nesse estado. Acho que a dama da sorte realmente gosta de mim. Um grupo de quatro aventureiras estava no rastro dos escravagistas. Durante uma noite, elas invadiram o acampamento e libertaram todos os escravos. Mataram muitos guardas - eu realmente ainda não estava acostumado com mortes nessa época - e outros tantos fugiram. Não pareciam interessadas em muito mais do que alguns documentos, e deixaram todo o resto para que os escravos pudessem encontrar seu rumo. Ali, desarmado, acuado e sentindo uma boa história naquele grupo, resolvi seguir meu bom senso e ir atrás delas.

Seria bonito dizer aqui que elas aceitaram um jovem com pouco mais do que perícia em canto e viagem no grupo, que me aceitaram quase como um membro da família, e que fomos felizes durante todos os dois anos até hoje - mas seria uma mentira deslavada, e só por hoje acho que vou contar a verdade. Nos primeiros dias elas pareceram ignorar o fato de que eu as seguiam. Logo em seguida, recebi fortes indícios de que eu não era bem vindo - ainda lembro da dor do soco que aquela elfa me deu até hoje. Por sorte sai com um olho roxo, apenas - sorte, sim, pois não duvido que ela arrancaria uns dentes meus se acertasse um pouco mais para baixo.

Mas com a insistência, e com o tempo, elas pareceram desistir de me afastar. Telea, uma anã sacerdotisa, começou a cuidar dos meus ferimentos. Alina, uma pesquisadora da igreja, também pareceu se afeiçoar por mim - ela é cantora, e nossa música acabou animando um pouco as noites. Miria, a elfa que antes tinha me batido, passou a me suportar - sob uma quantidade pesada de piadas e comentários sarcásticos, mas ao menos não me socou mais. A que realmente me intrigava era a última, Thrisa - uma nagah, parte de um povo que eu só ouvirá falar, pessoas normais com calda de serpente onde deveriam ter pernas - que era uma pesquisadora arcana. Ela parecia um tanto apática comigo no inicio - na verdade, ela parecia apática ao resto do mundo, e ninguém dava muita bola para isso.

E aqui estou eu hoje, junto a elas. Encontrei uma terceira família. E aprendi com elas. Sobre os deuses e seus servos, sobre canções antigas que clamam por sua ajuda, e sobre ver a verdade nos olhos das pessoas. Aprendi a lutar, e ainda mais, aprendi quando evitar a luta, e sobre a cultura dos elfos. E com Thrisa, mais do que com todas as outras juntas - minha sede de informações parece ter atraído a atenção dela ao menos um pouco. Aprendi sobre a magia, e as leis que a regem. Aprendi a ler as estrelas, e os significados ocultos nelas. Aprendi sobre criaturas desse mundo, e de muitos outros que não podemos ver. E também... outras coisas.

A dois anos, eu aprendi o quão forte é a ligação entre pessoas que salvam as vidas umas das outras o tempo inteiro. Passei de um viajante perdido a um aventureiro. Vejamos qual é o próximo rumo a que a vida vai me levar.

Uma sugestão de roupa para o personagem - Eu realmente gosto dessa imagem.
Histórico Resumido e Informações Adicionais

Um bardo com sede de conhecimento e vontade de viajar, Endrest é também um personagem extremamente aberto. Cada fase de sua vida pode afetar o personagem da forma que o mestre preferir.

O grande tempo que passou em uma trupe artística tornou ele não só um bom músico - o rapaz sabe fingir sentimentos e contar histórias - ou mentiras - como ninguém. Sempre foi uma pessoa excessivamente sociável - ele se apresenta para praticamente qualquer um, e mantem um sorriso contante mesmo quando o medo ou raiva o dominam. Endrest também é muito empático, e somando isso a sua personalidade, acaba se metendo nos assuntos de outros quando percebe tristeza, raiva ou qualquer outro tipo de problema.

Originalmente, ele namorava a nagah, mas preferi deixar isso em aberto para cada mestre tratar isso em seu jogo como preferir.

Sim, eu sei que ela tem cauda de serpente.

Sim, eu sei o que você esta se perguntando.

Foda-se, não é o meu trabalho responder isso. Pergunte para o seu mestre.

Ah, como uma pequena descrição das características físicas, Endrest tem a pele bem morena, cabelos escuros e ondulados, e olhos amendoados de um verde escuro. Quebrar um pouco o estereótipo de bardo loiro dos olhos azuis é legal de vez em quando, não acham?

Espero que isso possa te dar alguma ideia para NPC, aventura, personagem, ou seja lá o que for.

Sugestão de aparência para Thrisa. A cauda? Branco e amarelo claro, como uma píton albina.
Por que? Eu gosto de pítons, só isso.
A primeira imagem pertence a Raka-Raka.
A segunda imagem pertence a Ali3losh.
A última imagem pertence a Bayardwu.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Sugestão de Personagem para RPG - Alpha Hydrae

Esta é uma das minhas personagens preferidas que uso nos jogos de RPG. Infelizmente não tive oportunidade para desenvolve-la dentro dos jogos, seja porque eles mal começaram e já pararam, seja porque não encontro bons mestres em mesas onlines que realmente toquem uma campanha até o fim.

A imagem e o nome da personagem (Alphard) é de um anime chamado Cannan, simplesmente porque eu gostei da skin da personagem e seu nome tem um significado interessante, tanto que faz parte do histórico que criei. Claro que o histórico nada tem haver com a personagem do anime, apesar de ambas participarem do mundo dos crimes, mas é a unica coisa parecida entre elas.

Alpha é uma ladina/ladra que participa de uma guilda, e assim como a personagem anterior, também haverá dois textos do histórico, o resumido e o completo.

Nome: Alpha Hydrae
Apelido: Alphard
Raça: Humana
Idade: 20~21 anos

Meu nome real é Alpha Hydrae, mas todos me chamam de Alphard, um apelido. 

A origem de meu nome provém da estrela mais brilhante da constelação de Hidra Fêmea, e seu significado é “o solitário”. Eu acredito piamente que meus pais não sabiam sobre o significado da palavra quando me deram esse nome, e muito menos que em nosso mundo um nome pode influenciar em nossa vida… ou pelo menos é essa a impressão que tenho.

Desde meu nascimento, muitas coisas aconteceram. Assim que minha mãe me deu a luz, meus avós maternos morreram em uma tempestade que destruiu a vila em que eles moravam, meus avós paternos já eram falecidos antes de meu pai pensar em se casar. Isso não foi um peso para mim, afinal, quem preveria uma tempestade justamente nesse dia? 

 Meu pai fazia parte de uma guilda do submundo chamado Dragões Negros, ele era contratado para muitas missões perigosas, mas sua especialidade era atirar e não desativar armadilhas que muitas câmaras inexploradas possuem, e foi em uma dessas que ele morreu. Ativando a armadilha, seus companheiros só puderam resgatar sua besta, única coisa que sobrou e futuramente seria minha arma, eles nunca disseram como ele realmente morreu, mas conhecendo muitas armadilhas, sei que foi brutal. Eu tinha cinco anos na época. 

Minha mãe estava grávida de meu irmão, era um inverno rigoroso, e apesar da guilda nos ajudar com algumas coisas, não tínhamos tudo o que precisávamos para a gravides dela, e quando entrou em parto, ainda no 7º mês, a parteira fez de tudo para tentar salvar o bebe e ela, mas infelizmente minha mãe não resistiu… Fiquei responsável por cuidar de meu irmão, uma menina de cinco anos que não tinha superado a morte do pai. 

Desafortunada, em uma casa imunda e sem nenhum adulto responsável para poder cuidar de um bebe e uma criança de cinco anos, fui obrigada a entrar na guilda para poder sobreviver, na época que não sabia o que estava fazendo, mas achava que lá eles iriam nos dar comida, roupas e brinquedos. Comecei a treinar para atirar, me esconder, a falsificar, enganar, furtar, e desativar armadilhas, e me ensinaram uma segunda língua que eles usavam como código em nosso país, mas era um dialeto usado comercialmente no país que meu pai era descendente, o que me deixou muito interessada em saber a origem de minha família paterna. A família de minha mãe a abandonou quando ela se casou com meu pai, não os acho digno para serem visitados, na verdade, nenhum deles se importou em me adotar quando meus pais se foram. 

Um dia segui com um grupo da guilda para uma vila afastada, eles pretendiam demonstrar o que acontece na prática. Levei meu irmão porque era o aniversário de 5 anos dele e logo entraria para a guilda também, e ninguém contestou sua ida, já que a missão era roubar uma casa. Se eu pudesse, voltaria no tempo e impediria a mim mesma de levá-lo… 

A missão foi interrompida com a vinda da guilda inimiga, e na confusão, alguns cavalos saíram em disparada pela estrada e meu irmão foi morto na minha frente, pisoteado por aqueles animais enormes e pesados, aquela cena me atormenta até hoje… 

Um rapaz, três anos mais velho se tornou meu amigo, ele me consolava e me ajudava a superar o transtorno que uma criança de 10 anos adquiriu. Eu me apeguei a ele, era a única pessoa dentro da guilda que se importou comigo. 

Não importa o que eu passei, tive que aprender a matar, tive que aprender a ver as pessoas um pouco mais friamente, pois era uma profissão que eu não poderia mais sair, fui marcada e desistir me faria ser presa pela guilda. Foi feita uma tatuagem com o símbolo da guilda em minhas costas aos 11 anos, a marca de todo especialista do Dragão Negro. 

Sugestão de armadura para a guilda

Aos 15 anos, nossa cidade foi atacada por um bando de mercenários, fomos recrutados para matá-los, e meu amigo teve sua cabeça separada do corpo por uma espada de um daqueles homens que estavam destruindo tudo. A única pessoa com quem eu tinha uma grande amizade e companheirismo se foi na minha frente e novamente eu não pude fazer nada. 

Me fechei e somente falava com as pessoas para fazer missões. Nessa época eu comecei a fazer sucesso, era centrada, cumpria perfeitamente cada ordem mandada, não importa se para furtar, criar confusão ou simplesmente matar, se tinha uma ordem dada, era uma missão cumprida. Todos da guilda se impressionavam com minha frieza perante as situações, todos achavam que eu amadureci após o ataque na cidade, mas eles não sabiam que na verdade eu estava tão triste que aceitava essas missões como uma forma de extravasar minhas angustias. Estava em depressão, e muitas vezes queria que os deuses me levassem logo. Chorava todas as noites por não aguentar todas aquelas perdas.

Aos 18 anos, quando estava numa cidade em que minha missão era eliminar um alvo, conheci uma garota por quem me apaixonei. Fiquei com medo de aproximar-se dela por que todos aqueles que eu tenho algum tipo de sentimento morriam de alguma forma trágica. Mas ela insistiu em me conhecer e assim, após um ano, nos tornamos… “amigas”. Ela era de um lugar diferente, de uma raça diferente, e me ensinou tudo o que ela sabia sobre a vida, sobre os deuses, sobre meu nome e me trouxe novamente o brilho da vida, voltei ao que era antes da morte de meu melhor amigo, mas fiquei irritantemente sarcástica. Ela era uma guerreira habilidosa, alguns anos mais velha que eu, e começamos a passar muito tempo juntas. Ela me disse que eu posso ou ter algum tipo de maldição proferida por alguém que não gostava de meus pais, ou algum deus ou criatura está querendo fazer valer o significado de meu nome, e que ela me ajudaria a buscar as respostas para esse problema. 

Aos 20, tivemos que salvar uma vila sob ataque de monstros, e ela ficou mortalmente ferida. Fiz a besteira de levá-la a uma curandeira da cidade e fugir daquele lugar antes que ela morresse. Ela sobreviveu, e deixei uma mensagem para ela: Por mais que eu a amasse, não quero vê-la morta como vi todos aqueles que eu amei, e que procuraria sozinha o motivo de todas as pessoas ao meu redor por quem eu tenho alguma afinidade morrerem de forma trágica, e assim que eu estivesse livre disso, voltaria para ela, e pedi para que jamais fosse atrás de mim, e qualquer comunicado, que mandasse pela guilda que eles me entregariam. 

Apesar de ainda receber missões de minha guilda, meu objetivo é me livrar de um mal que machuca quem se aproxima de mim.


Histórico resumido:

Alphard, como Alpha Hydrae é conhecida, teve uma vida conturbada. Desde seu nascimento muitas pessoas ao seu redor por quem ela tinha algum tipo de sentimento morreram de forma trágica, fazendo com que ela acreditasse que isso era uma maldição vinha de seu nome.

Ainda jovem, após a morte de seus pais, ela entrou para a guilda de ladinos de seu pai, aprendendo tudo o que sabe. Durante a adolescência, graças as várias perdas, acabou se tornando mais reservada e muito sarcástica, jeito que encontrou para esquecer seus traumas. Apesar disso, quando sua missão é matar alguém, ela fica séria e focada em seu trabalho, ao contrário das missões em que precisa pegar um objeto, plantar falsas informações ou criar grandes confusões.

Ela começou a refletir os acontecimentos quando conheceu uma garota e se apaixonou, mas decidiu afastar-se para não vê-la morta também.

Com um pouco do conhecimento que ela adquiriu da garota, Alphard decidiu sair em busca de uma solução para sua suposta maldição, mas ainda continua fazendo trabalhos para a guilda.

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Sugestão de armadura é um mod para Skyrim.

domingo, 17 de julho de 2011

Você gosta de jogar RPG?

Eu gosto!
Não... não estou me referindo a RPG online, como Ragnarok, ou de video game, como Final Fantasy, estou me referindo a jogos de mesa, isso mesmo! Aqueles jogos aonde você se reunia com seus amigos, ficava horas criando seu personagem, entrava em uma aventura louca elaborada pelo mestre, e no final você saia "estrupiado", mas cheio de dinheiro e XP.
Pois é! Mas se você mora longe de seu grupo, seja porque se conheceram na net, ou teve mudança, ou então o dia ta chuvoso para se encontrarem, nada melhor do que a internet para ajudar!
Por esses dias, tenho jogado por um sistema chamado RRPG Firecast muito bom, com as fichas de D&D 3.5 já pré estabelecida, além de opções no próprio site para baixar fichas de outros jogos, seja GURPS, Lobisomem, Vampiros, D&D 4.0, Daemon entre outras.