Dragon's Crown - Analise

É, é uma analise de um jogo mais de um ano depois do seu lançamento. Sim, eu sei, quem tinha que comprar já comprou, ou aproveitou e pegou de graça na PSN no mês de agosto de 2014 (se ainda não pegou o seu, corre que da tempo). Não, eu não ligo para nada disso e vou dar minhas impressões sobre o jogo ainda assim. Bora lá.

Tomb Raider

Agora é hora de falar sobre o que eu achei do game. Mas antes de mais nada, essa game é um reinicio da série, sem relação com os anteriores, sendo considerado o primeiro jogo de uma nova série de Tomb Raider.

Mods de Skyrim

Esses são os mods que eu uso em Skyrim. Acho legal compartilhar, fazendo uma lista daqueles que valem a pena baixarem para diversificar o jogo. Você pode baixar mods no Nexus ou na Oficina Steam, mas é importante que leia cada descrição, pois alguns mods exigem outro mod ou que você tenha alguma DLC para funcionar.

Resenha - Dragões de Eter

Nova Ether é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres racionais, algumas delas se voltaram contra as antigas raças. E assim nasce a Era Antiga. Essa Influência e esse temor sobre a humanidade só têm fim quando Primo Branford, o filho de um moleiro, reúne o que são hoje os heróis mais conhecidos do mundo e lidera a histórica e violenta Caçada de Bruxas.

Defendendo Kill la Kill e suas roupas "depravadas"

Vamos ao que pode ser considerado um problema no anime: quando Ryuko Matoi e Satsuki Kiryuin se transformam usam roupas ultra sexys, principalmente a segunda. Segundo várias pessoas, quando as personagens femininas de qualquer midia, seja anime, mangá, séries televisivas, games, filmes, etc, usam roupas curtas é porque estão sendo objetificadas

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sábado, 15 de março de 2014

Joguinho de RPG Maker feito por nós

Ou só pela Nyu...

Então galera, eu peguei o Rpg Maker VX Ace e resolvi brincar um pouco com ele, e no final resolvi fazer um joguinho super curto com lutas e alguns enigmas. Eu já sabia mexer no programa RPG Maker, pois na adolescência eu adquiri a versão 2003, e tenho uma grande noção de como criar um joguinho básico, e resolvi disponibilizar para vocês o donwload do projetinho que eu fiz. 
Se vocês encontrarem algum erro, por favor, reportem-me que eu irei atualizar. Você consegue finaliza-lo em 15 minutos, e não, não é de terror ou coisa do tipo.


Comandos:
Setas: movimento da personagem
Shift: Corre
X: Menu /Cancelar
Z: Selecionar / Aceitar


Mas aproveitando essa matéria, tem um canal no youtube que tem várias dicas e tutorias para mexer no programa, aqui está a playlist, é bem útil e ajudará muito caso vocês tenham o interesse em fazer algum jogo, mas não tem ideia de como fazer.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Ghost in the Shell Online - Um MMO curioso


Não achei tantas noticias sobre o MMO de Ghost in the Shell, que foi anunciado ano passado, mas que por enquanto parece que só será lançado no Japão no primeiro semestre de 2014. Das poucas fontes que eu vi são em inglês, e resolvi trazer traduzido muito mais para curiosidade do que informações. Lembrando que essas informações são do ano passado, e infelizmente não achei nenhuma outra fonte mais atual.

Inicialmente vamos falar da empresa. Ela se chama Nexon, já fez alguns MMOs la na terra do sol nascente, mas pelo jeito é mercenárias como a Cashpcom... opa, desculpem, errei o nome. Como a Capcom. Ou seja, podemos ter dois pensamentos sobre esse jogo: ele será no estilo pay to win, apesar de ter armas boas, as melhores serão vendidas, e sabemos que existem pessoas loucas o suficiente para gastar sua mesada em jogos onlines, assim como skins e roupas, já que imagino que não vão liberar a skin da Motoko assim de graça, ou ele será como está sendo Elder Scrolls Online ou Warcraft: você terá que comprar e/ou pagar mensalmente para jogar. Lembrando que isso é minha especulação sobre as informações que tenho em mãos.

Pelo que já foi especulado, teremos duas facções: a Sessão 9 e uma facção terrorista. O MMO será de tiro, e parece que teremos PVP e PVE. Achei um video de um rapaz que explica algumas coisas sobre a jogabilidade, deem uma olhada:



Parece que o jogo será lançado primeiramente lá no Japão, então veremos como será a recepção dele e, se realmente for bom, esperamos que venha para cá. Espero que seja um jogo legal, até porque o titulo é de um grande anime, como eu já disse aqui no blog, e seria muita mancada fazer qualquer coisa só para vender.

Fontes:
http://www.mmoculture.com/2013/02/ghost-in-the-shell-online-launch-schedule-announced/

http://www.escapistmagazine.com/forums/read/9.401316-Ghost-in-the-Shell-MMO

http://www.examiner.com/article/ghost-the-shell-game-announced-by-mmo-dev-nexon

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Borderlands - Cosplay

Com o dia do sorteio de Borderlands 2 chegando, resolvemos colocar alguns cosplays maneiro dos personagens do jogo - tanto do primeiro quanto do segundo - aqui no blog. Alguns deles só aparecem em DLC, mas quem liga? Os cosplays ficaram fodas!

Como a quantidade de imagens é muito grande e existe uma bagunça entre cosplayers e fotografos que colocaram as imagens em suas galerias, vou colocar em cada uma o link para o post no Deviantart.

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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Darkest Dungeon - Kickstart

Vocês devem se lembrar que a algum tempo eu fiz um post sobre esse jogo. O link está aqui.

Pois bem, Darkest Dungeon finalmente entrou em Kickstart. Contando com alguns dados técnicos, teremos versões para PC/Windows e Mac primeiramente, com possibilidade de Linux, tablets, consoles e até 3DS, mas todas estas ainda estão sob analise dos desenvolvedores.


Temos também mais informações sobre os sistemas do jogo agora. O combate tático, organizado em fileiras (já que os corredores são estreitos) pode impedir os personagens de trás de atacar diretamente, mas também impede que eles sejam atacados. Também existiram armadilhas, e as vezes você terá que medir os riscos de andar com alguém bom em localiza-las na frente, ou um guerreiro para ter mais facilidade de agir em emboscadas.


Também teremos sistemas de recursos - lenha para fogueira, picareta para desencavar coisas, alimentos para durante as explorações, os tesouros encontrados. O acampamento terá diversas funcionalidades também, como acalmar os personagens, erguer defesas. A luz do ambiente também vai influenciar, trazendo bônus em tesouros e penalidades psicológicas para os personagens - os maiores tesouros se escondem na escuridão, mas os maiores perigos e aquilo que não deveria ser visto também.


Na cidade, teremos sistemas para comprar equipamentos, acalmar os personagens de diferentes formas, e até mesmo melhorar a cidade - com o tempo, novas classes podem ficar disponíveis.

Falando em classes, achei a lista que vi até agora muito interessante: Man-at-Arms, Highwayman, Plague Doctor, Vestal, Cruzader, Bounty Hunter, Leper, Jester, Grave Robber, e pelo menos mais 3 dependendo de quanto o kickstart arrecadar, entre elas o Houndmaster. Não parece ser a lista total nem de longe, mas já dá uma boa ideia de que clima esperar desse jogo.

O link para o Kickstarter está aqui. Com menos de 2 dias, o jogo já foi financiado. Agora é esperar para ver quantas metas ele vai bater em 30 dias. Assim que eu botar minhas mãos nessa belezinha, farei um vídeo de primeiras impressões para vocês.

ATUALIZAÇÃO

Hoje, no dia de lançamento dessa matéria, com 19 dias faltando, o kickstart já juntou mais de $ 212 mil, fazendo-o além de ser financiado, liberar seis conquistas, como novas dungeons para explorar, novos tipos de interação na cidade, e novas classes. E ainda faltam 19 dias... Éeee...

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

The Witch's House - Análise

Esta matéria contém SPOILERS! Leia por sua conta e risco.

Antes de mais nada, essa é a minha visão sobre o jogo. Claro, estarei escrevendo exatamente algumas coisas óbvias que o jogo nos traz, mas o contexto de tudo, tanto sobre Ellen quanto sobre Viola é o meu entendimento a partir de tudo o que eu li, vi e fiz. Esse é um texto para aqueles que querem discutir sobre o jogo, seja pelas personagens, seja pelas motivações de cada uma.


Sobre Viola e Ellen


O divertido desse jogo é rejoga-lo sabendo a verdade: que você é Ellen desde o inicio. Quando você joga pela primeira vez, todos os puzzles não tem sentido parecendo coisas aleatórias para se fazer, mas ao jogar pela segunda vez, tudo fará sentido, pois os puzzles são ligados a própria história, praticamente jogando na sua cara o que aconteceu na vida de Ellen. Quem aqui não achou estranho tudo o que precisou fazer nos quebra cabeças? Ou a falta de reação da personagem perante os acontecimentos esquisitos do jogo? Ninguém entraria na casa de uma bruxa com tanta coragem e fazer tudo sem questionar, principalmente sabendo da fama da bruxa.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Pause Ahead

Post rapidinho só para falar desse jogo maneiro feito pela Askiisoft.


Pause Ahead é um jogo simples de plataforma onde seu personagem apenas anda e pula. Ao menos é isso que parece no começo, até você entender como funciona a mecânica de pausa dele. Ela é que dá a esse jogo extremamente simples todo um sabor especial.


Além de uma mecânica muito bem feita, o jogo conta com um level design divertido que algumas vezes vai exigir que você repita as fases várias vezes até conseguir terminá-las. Somadas a isso, temos um bizarro 'narrador' - na verdade, só textos que aparecem na tela tanto no inicio das fases quanto quando você pausa - que torna a experiência de jogo ainda mais legal.

Se você tiver 15 ou 20 minutos, jogue Pause Ahead, vale a pena.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Long Live the Queen!



Eu não sou tão adepta a jogar visual novel, até porque a maioria está em inglês e nem sempre tenho paciência para ficar lendo todo o texto, no entanto, por achar esse jogo um pouco interessante pelo jeito que ele é construído, resolvi jogá-lo e ver o que acontece. É um jogo indie para PC e pode ser encontrado na Steam.

Historia

Long Live the Queen conta a vida de uma princesa de 14 anos chamada Elodie. Sua mãe morreu a pouco tempo deixando seu trono do reino de Novan para a princesa que, ao completar 15 anos, será considerada uma adulta e poderá ser a rainha. Seu pai estará ao seu lado te ajudando em algumas coisas, mas a maioria das decisões serão tomadas por Elodie. Pode até parecer fácil esperar os 15 anos chegar enquanto brinca de princesa, mas durante esse ano Elodie sofrerá os mais diversos ataques contra sua vida, sejam vizinhos tentando destroná-la, aumentar seu território através de guerras, e até mesmo de criaturas mágicas, então boa sorte para sobreviver a tudo o que aparecer! Sim, seu objetivo é sobreviver, futura rainha! Vida longa a rainha!

sábado, 23 de novembro de 2013

Keto Adventure Mary 's Nightmare

Sou daquelas que tem um milhão de créditos no celular e que só gasta os bônus quando vai ligar.
 
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Este é um jogo para celular da marca Nokia, ele é pago (custa em torno de 5,99), normalmente gasto por aqueles que tem créditos sobrando e precisa gastar em algo, mas será que o jogo vale a pena?
Criado pela Chocoarts, o jogo conta a historinha de Keto. Uma Noite, Mary estava tendo um pesadelo. Ela foi raptada por uma criatura do mal. Felizmente, Mary encontrou um herói que irá salva-la. O nome dele é Keto, seu ursinho de pelúcia (do mundo real) que criou vida. Keto faz o seu melhor para derrotar os inimigos que estão em seu caminho. Com poderosa espada em suas mãos, Ele acredita que ninguém pode detê-lo.

sábado, 2 de novembro de 2013

Braid - Jogo de Puzzle


Eu gosto de jogos de Puzzle, principalmente quando eles vem com uma história muito interessante, como é o caso de Catherine. Braid acabou de entrar nesse rol de jogos com Puzzle e uma história interessante e gostosa de acompanhar. Alias, se você gosta de boas histórias, mas não tem muita paciência para jogar, ou simplesmente quer só ver a história, nós fizemos o gameplay que você pode conferir no vídeo ali de cima.   Então, do que se trata o jogo?

Você controla Tim, um rapaz que está atrás de uma Princesa. Inicialmente não sabemos nada sobre ele ou seus motivos para ir atrás da garota, mas sabemos que por algum motivo eles brigaram, e ele está disposto a consertar o que fez no passado. Conhecemos a história através de livros que aparecem antes de cada mundo, contando um pouco sobre acontecimentos na vida de ambos. No inicio não parece ter muito sentido, mas conforme avança, tudo começa a se encaixar, e descobrimos algo um tanto surpreendente por detrás de tudo.

Sobre sua jogabilidade, ele é um jogo bem simples e fácil, os movimentos bem fluidos, assim como a construção de cada mundo e seus puzzles, que dá um trabalho enorme para conseguir descobrir como pegar cada peça, importantes para montar um quadro que irá dar acesso a fase final.

Cada mundo possui um tema, e é nele que devemos trabalhar para conseguir avançar. Os mundos possuem fases únicas, mostrando a diversidade e a preocupação do criador quando elaborou o jogo. A trilha sonora é ótima, é uma coisa que não dá para passar despercebida, afinal as chances de você ficar horas tentando concluir um puzzle te fará prestar atenção nesse detalhe, que as vezes foge em alguns jogos.

O gráfico é simples e bem bonito, e como o jogo é em 2D, lembra muito os jogos das gerações passadas, mas com uma arte impressionante. Não há variedade de inimigos, mas isso não é nem um pouco um ponto fraco, pois até mesmo eles tem alguma representação perante a história, mas há muitos obstáculos, que mesmo sendo uma variação, proporciona um grande desafio.

Ele é um jogo para Pc, Mac e Xbox. É um jogo que recomendo para quem curte o estilo.



quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Darkest Dungeon


 - Nós somos a chama - Ele gritou. - E a escuridão nos teme.
 
Vamos mudar um pouco o clima dessas postagens e falar de um jogo. Darkest Dungeon não entrou nem em kickstart ainda e já me chamou atenção. Um jogo de dungeon crawl com exploração side-scrolling, onde você controla 4 heróis por vez, e com combates em turnos. Por que diabos isso é tão interessante, você se pergunta? Vamos lá.
 
Esqueça um pouco aquele clima de alta fantasia, com heróis de roupas multicoloridas, armas imensas e cabelos espetados. Não, o clima aqui dá a entender algo mais parecido com Dark/Demon Souls - Só que além do estresse que te faz cuspir na TV e morder o controle, você tem que lidar com o estresse pelo qual os personagens vão passar se enfurnando em malditos corredores escuros atrás de riquezas e poder.
 
É isso ai, esqueça heróis inabaláveis em suas armaduras brilhantes - A proposta de Darkest Dungeon é criar personagens humanos, prontos para sofrerem crises de pânico com os acontecimentos terríveis que vão encarar, adquirir fobias e vícios, brigar com os companheiros. Inclusive, o site dá alguns exemplos:
 
  • Seu Bardo viu muitos membros do grupo morrerem em combate, e se torna propenso a discursos niilistas, estressando os outros membros do grupo. Você vai enviá-lo para a farra na cidade para relaxar um pouco, ou entregá-lo ao sanatório para se recuperar?
  • Seu Guerreiro começou a confiar tanto na bebida quanto em seu machado de batalha. Sua fúria embriagada é um aumento bem-vindo dos danos que o grupo pode causar, mas ele tem se tornado cada vez mais imprevisível e errático. Você larga-o na cidade, ou simplesmente coloca mais bebidas em sua mochila?
  • No acampamento, os métodos do Médico enervam o Salteador, e ele recusa seus tratamentos. Talvez você devesse repensar sobre colocá-los no mesmo grupo novamente.
  • Um acerto crítico de um esqueleto faz sua Vestal hesitar, e cria nela um medo paralisante de mortos-vivos. Ela pode lutar muito bem contra outros adversários, mas se quiser que ela mantenha a calma nas criptas, primeiro você deve enviá-la para a catedral para alguma oração e contemplação.
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Situações diferentes dentro da masmorra podem afetar os personagens de maneiras diferentes. O mesmo cadáver apodrecido que enerva o Salteador pode encher o Cruzado de motivação. A mecânica de estresse ainda leva em conta que em certo ponto, o controle dos personagens se perde, e eles começam a sofrer de condições que afetam o grupo - Ganancia, paranoia, sadismo - Seja durante os combates, exploração, acampamento, ou mesmo na cidade.
 
O combate, em turnos, promete ser mais do que 'eu ataco, ele ataca'. Você não só tem que se preocupar em derrotar os inimigos, como proteger a saúde física e mental dos personagens - Nas palavras dos próprios desenvolvedores "Uma Espada Esmagadora +2 não significa muita coisa nas mãos de um covarde catatônico". Aparentemente, um sistema de 'combos' vai permitir maximizar os estragos que seu grupo pode causar com algumas combinações de golpes. Também não espere só escolher 4 personagens e sair descendo a porrada. As cicatrizes psicológicas dos personagens, somadas a suas posições no grupo, podem transformar uma exploração bem sucedida com poucos danos em um TPK - E, vejam só, nesse jogo a morte dos personagens será permanente.
 
Mas relaxe, você vai ter uma equipe de 16 personagens disponíveis, para explorar do modo que preferir, vendo quais combinam mais com quais, e tendo sempre substitutos para quando alguém for morto - Claro que antes você vai ter que sair da masmorra, mas ai já são outros 500. Afinal, acampar e se alimentar dentro dos tuneis escuros exige mais do que simples sorte.
 
Comentários e Teorias
 
Agora, vamos a alguns comentários simples sobre tudo o que vi até agora (que diga-se de passagem não foi muito).
 
Amo a ideia de um dungeon crawl mais rustico, pronto para te dar consequências por escolhas. Também acho particularmente interessante toda a ideia da sanidade e estresse dos personagens, e isso afetar tanto o grupo quanto eles mesmos. O jogo aparentemente vai contar com alguma quantidade de sub sistemas - Que podem se tornar massantes ou extremamente divertidos, dependendo de como isso se desenvolver. Além da exploração em si, vamos contar com uma cidade com locais próprios, necessidade de alimentação e cuidado com a mente dos personagens, relações entre cada um deles, necessidade de acampamento - Resta descobrir se apenas para curar feridas ou se também teremos sono ou coisa do tipo.
 
Quantos as classes, achei uma escolha particularmente interessante. Não acredito que essas sejam todas as que estarão disponíveis, mas vejamos:
 
  • Gostei de ver Bardo como uma classe principal. Muitas pessoas desprezam o papel que eles podem ter (na maioria dos jogos, voltados ao combate, eu entendo isso), mas no fundo de uma maldita masmorra que faz sua mente se destruir aos poucos, ter alguém que pode animar ou relaxar o grupo vai ser de grande utilidade.
  • Vestal e Cruzado me deixaram confuso. A imagem da própria Vestal (uma mulher em armaduras pesadas e com uma maça) me dá tanto a impressão de guerreira santa quanto o nome Cruzado. Mas talvez tenhamos nas Vestais as usuárias de magia do jogo, quem sabe? (Estou tratando-as no feminino porque segundo a wikipedia, Vestais eram sacerdotisas exclusivamente femininas da deusa Vesta, na Grécia).
  • O Médico (Plague Doctor, no original) pode significar uma série de coisas. Minha aposta principal é que não teremos que nos preocupar apenas com os problemas psicológicos dos personagens, mais também com ferimentos que dão penalidades, e até mesmo doenças.
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Só o tempo dirá exatamente o que Darkest Dungeon vai ser. Aos meus olhos, é uma proposta bem ambiciosa, e tem potencial para gerar um jogo divertido e desafiante. Estou confiando na equipe e torcendo para que o projeto de certo. Postarei atualizações sobre o projeto conforme novas informações forem apresentadas.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Saints Row 4

Ser presidente dos EUA, lutar contra aliens e ter super poderes? Tsi! Isso é moleza!
 
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Sequência do Saints Row the Third, Saints Row 4 é mais um jogo da franquia Volition, lançado em 2013 para Xbox 360, Playstation 3 e PC. Com sua fama peculiar de uma série cômica, cheia de piadinhas e referencias, SR 4 conseguiu chegar no ápice da loucura e zoação possível. Se você achava que o SR 3 já era o suficiente para desestressar, este é perfeito para dar aquela relaxada por ai. Essa é uma daquelas franquias que você pode esperar de tudo, mas de tudo mesmo, sem restrições de para loucura e bizarrices, é uma das minhas preferidas, principalmente por ser descompromissada e seguir a linha de GTA. Sem tantas delongas, sigamos para a sua história.

História  

Saints-Row-4Cinco anos após os eventos ocorridos em Saints Row: The Third no evento em que Shaudi é salva, a gangue se torna tão poderosa e influente que the Boss (ou seja, você) se torna the Presidente dos Estados Unidos. Tudo parecia bem, com milhares de compromissos presidenciais para serem feitos até o momento em que a casa branca é atacada por aliens e todos os seus companheiros são abduzidos. Como chefe da organização, sua missão é salvar o pessoal, mas isso não parece que ocorreu como esperado e você também é levado. Preso em um mundo criado por Zinyak, sua missão é conseguir sair daquele lugar, resgatar seus companheiros e derrotar o etezão, que com a ajudinha de sua mais confiável hacker, Kinzie, as coisas ficarão fáceis... ou quase isso.
Seu poder aqui não é só como Presidente dos Estados Unidos, mas também de um super herói! A cidade é de Steelport, tão conhecida e explorada no jogo antecessor, e aqui é onde ocorrerá suas façanhas em salvar seus amigos e mostrar o porque te chamam de Boss!

Personagens


Todo seu grupo do jogo anterior está de volta... ou quase todos. Pierce, Shaundi e Padre Benjamin King, seus antigos parceiros, Matt Miller, Keith David e Asha, o lider da gangue Deckers , o seu vice presidente e uma agente MI6, além do novo personagem CID, um robo em forma de globo ocular que te ajuda no combate contra Zinyak. Infelizmente personagens como Oleg e Zymos não participarão dessa aventura, visto que a terra explodiu assim que você saiu do simulador de realidades dos ets.
Durante a historia a gente passa por missões que envolve o passado ou a vida de cada um, algumas hilárias como de Ben King e outras mais sérias como de Asha. Ao completar a missão de cada um, todos eles receberão uma nova roupa e se tornarão poderosos para poder ajuda-lo em algumas missões. Se você é daqueles que fica procrastinando ao invés de fazer os desafios, hakiar as lojas ou dominar as áreas dos ets, seus companheiros lhe darão como subquests para incentivá-lo, o que torna mais organizado e rende uma boa grana e xp no final.

Saints-Row-06

Enquanto em Saints Row 3 eles apareciam em cenas te ajudando, aqui eles acabam ficando em segundo plano após serem resgatados, tendo maior enfoque na voz de Kinzie ou de Matt, dependendo de sua missão. Apesar do resgate de cada um ter seu foco, o resto do jogo eles só são importantes em certas cenas ou em suas proprias quests.
Mas o melhor de tudo é que no estilo Mass Effect, você pode ter "romances" com cada um de seus companheiros, menos com o vice presidente. Sim, se você sempre quis ter algum romance com Shaundi, esse é seu momento! Cada personagem de uma forma peculiar para a cena, e ao contrário de outros games, você não é obrigado a ficar com um e os outros ficarão chupando o dedo, você é o Boss e pode ser feliz tendo romance com todo mundo! E eles não ligam se você é homem ou mulher, afinal de contas, é só ir numa clinica de cirurgia e mudar seu sexo a hora que bem entende, não é? O beneficio do romance acaba sendo ganhar uma conquista no final de cada quest secundária de seus companheiros, além de cenas hilárias como a de Kinzie e Ben King ou conversas bizarras como de Matt.
As pessoas aleatórias da cidade são tão aleatórias que só esse paragrafo falando delas já é o suficiente. Seus inimigos, os ets de Zinyak, são todos praticamente iguais, mudando somente alguns que pulam para uma aparência mais magra, ou variações com andróides ou o monstro gigante que aparece quando você está em alto nivel de procuração. Os policiais continuam na área, mas não passam de aliens disfarçados. Alias, existe um outdoor em Steelport que ao ler eu lembrei do desenho "Invasor Zin", exatamente porque ele estava escrito assim de forma escrachada. Os aliens me lembraram muito o povo de Namek, terra natal de Piccolo pelo fato de só ter "macho" entre eles. Claro, não sei se isso foi referencia a DBZ ou só foi preguiça de fazer alguma alien. É Saints, então tudo é possivel.

Jogabilidade e gráficos


Os gráficos continuam com os mesmos de Saints Row 3, apesar de algumas melhorias,  infelizmente a modelagem continua da antiga. Com mais opção de cabelos, você pode fazer teu Boss do jeito que quiser, pode continuar com o mesmo visual do jogo anterior, criar uma nova identidade ou até mesmo criar a Dilma, como os irmãos Castro fizeram. Apesar disso, tirando uma ou outra pintura nova de rosto, não há tanta inovação na criação de seu personagem.
saints row space and invadersAlguns carros e veículos foram adicionados, principalmente aqueles que os aliens utilizam, mas depois de receber seus primeiros poderes, a chance de dirigir algum carro será minima, ocorrendo somente em situações especificas, assim como as naves. Enquanto isso, as roupas deram uma variada bem legal, apesar de estar quase tudo misturada entre as lojas, então se você era acostumado a comprar em Leather & Lace por exemplo, pode esperar que grande parte das roupas irão para Let Pretend, e se você não sabe quais são essas lojas, então comece a jogar!
Grande parte dos equipamentos de DLC do terceiro jogo está incluso nesse como as coisas do Professor Genki, que alias, faz participação em sua simulação, muito mais para te espancar e criar confusão do que qualquer outra coisa. Imagino que se houver alguma DLC futura, teremos muito mais opção de roupas, carros e armas.
A jogabilidade é fluida, principalmente por utilizar muita velocidade e golpes rápidos, mas ao menos comigo o problema foi na hora de trocar os poderes pelas setas (joguei no Xbox), ele não respondia adequadamente, muitas vezes ou trocando para poderes diferentes ou nem isso. Mas de resto o jogo consegue responder aos comandos.

Músicas


Dubstep! Desta vez o jogo se pauta dentro desse ritmo, e dá para entender o porque, afinal o jogo se passa dentro de um programa, e nada melhor do que esse ritmo para dar clima! Claro, ainda há as antigas rádios como a Classic ou a Mad Decent por exemplo. Clicando aqui você pode ver a lista de músicas de cada uma das rádios e procurar no youtube depois.
Como é de costumo o jogo possui muitas músicas épicas e divertidas em suas cenas, ainda mais nos resgates que lhe dá uma sensação de badass incrível. Alias, há uma arma que ficou mais famosa que o dildo roxo: a Dubstep Gun! Quando você atira, ela solta raios de dubstep, confira a música inteira:

Ela também tem uma segunda musica, a "Vindicate", que ao menos está nas rádios de Steelport para ser apreciada durante a jogatina.

Referencias

Saints Row 4 é um bolo de referencia, no inicio ao fim você irá se deparar com milhares delas. Mas listarei aquelas que eu vi e notei e outras que já são bem conhecidas.
  • No começo, você está com uma roupa que lembra o Master Chief, de Halo.
  • Quando você está no foguete começa a tocar a músic do Aerosmith:I Don’t Want to Miss a Thing, relembrando o filme Armageddon.
  • Em Taunt e Compliments há movimentos do Michael Jackson e aquela dança tosca do Will e Calrton.
  • Ao atirar na porta da loja Let Pretend, você desce umas escadas e encontra uma minigun, arma de M.I.B.
  • Outdoors que tem a cara dos aliens fazem referencia a cartazes do alistamento militar americano, da luta feminista entre outros.
    saints row iv pancakes
  • No resgate de Asha, você joga como se estivesse no Metal Gear Solid.
  • Nas roupas voce pode criar um personagem de Minecraft, a Lara Croft, Elvis, um Jedi, etc.
  • Os romances são baseados em Mass Effect
  • Além dos movimentos em Taunt e Compliments, o Boss e todos seus amigos estão presos em capsulas iguais em Matrix - the Animation, e você ainda deve fazer uma escolha entre uma porta azul e vermelha.
  • Na casa branca, quando há a invasão dos aliens, você brinca de Space Invader com as naves.
  • O Blazin me lembra muito Midnight Club com suas setas azuis e os atalhos pelo caminho da corrida.
  • Existe uma missão chamada "Ghost in the Machine", obvia referencia ao anime Ghost in the Shell.
  Aqui temos uma lista de vídeos que mostram as referencias, confiram (PS: Alguns videos contém spoilers):  

SaintsRowIV-2013-08-24-12-15-43-40

Curiosidade

E ai, ta com aquela graninha sobrando, sem saber onde gastar? Que tal a edição especial de Saints? Chamada The Super Dangerous Wad Wad Edition ela custa nada menos que 1 MILHÃO DE OBAMAS (cerca de R$ 2.2 milhões na cotação do dolar quando esse artigo foi escrito).

E o que vem nesse pacote especial, você me pergunta? Eu diria que só falta a gangue para você se sentir o Boss de Saints: 

- Saints Row 4 na edição Commander in Chief; 
- Réplica da arma de dubstep; 
- Dia de treinamento de espião; 
- Viagem ao espaço; 
- Um ano de associação do clube de carros E25 Super Car Club e uma Lamborghini Gallardo;
- Cirurgia plástica; 
- Um dia de compras com guia profissional; 
- 7 noites no The Jefferson Hotel em Washington; 
- Experiência de resgate de refém; 
- Um Toyota Prius com seguro; 
- 7 noites no Burj-al-arab, em Dubai. 

Claro, se você, assim como nós, é um fudido sem um puto no bolso (e longe do sonho de ter MILHÕES de Obamas para gastar nesse belo presente para si mesmo), você ainda tem opção de se presentear com 'apenas' a edição especial, que vem com o jogo, uma replica de 30 cms da Dubstep Gun, o 'botão vermelho' e uma estatua do Johnny Gat. Essa The Super Dangerous Wud Wud Edition sai um pouco mais em conta para nós, meros mortais, cerca de US$ 99.

Minha Opinião


Um dos melhores jogos descompromissados que já joguei. Há tantas piadinhas e coisas engraçadas do inicio ao fim que não há como ficar estressado após jogar (isto é, só se a energia acabar e você não salvou minutos atrás). Apesar do gráfico não ter melhorado, eles aumentaram as opções de customização e a diversão, principalmente por que você tem superpoderes. Sou suspeita para falar porque sou fã de Saints Row, mas esse é um daqueles jogos que vale a pena gastar 200 conto, simplesmente porque ele é épico. Não só ele, mas o final também é muito épico.
Acho que essa matéria já resume bem porque o jogo é bom, mesmo seus problemas, o que todos os jogos tem, vale cada centavo.
Nunca foi tão divertido atravessar uma cidade em linha reta pulando feito o homem aranha e voando pelos céus, só não digo como Superman porque nada se parece quando você voa. Me senti uma super sayajin maloqueira quando joguei, e é um dos jogos que eu recomendo para qualquer um, menos para seus pais, eles não vão gostar de ver um dildo roxo na tela, tenho certeza.


terça-feira, 10 de setembro de 2013

To The Moon


"Então, vocês podem? Vocês podem me levar para a lua?" "Nós não, mas você pode conseguir." "Por que você quer ir para lá?" "Eu não sei."
 
To The Moon é um jogo criado por Kan "Reives" Gao, lançado em 1 de novembro de 2011 pelo grupo de desenvolvimento Freebird Games. É um adventure feito no RPG Maker XP, embora não tenha nenhum elemento de RPG (tirando uma piada, no começo do jogo). Como em outros adventures, você anda pelos cenários clicando nos pontos onde quer ir, e analisando objetos  e cenas para receber informações sobre eles.
 
Você controla dois funcionários da Sigmund Corp., uma companhia que usa tecnologia para mudar as lembranças de pessoas que estão a beira da morte, para que elas morram em paz, acreditando terem realizado seus sonhos. Em uma noite de trabalho usual, Dr. Neil Watts e Dr. Eva Rosalene dirigem até a casa de John H. Wyles, que assinou um contrato para ter seu maior sonho realizado. Johnny, como ele prefere ser chamado, está em estado terminal, inconsciente em sua cama, acompanhado apenas por seu médico pessoal e Lily, que ele contratou para cuidar da casa. Mas a verdadeira história se desenrola não na casa onde ele mora, perto de um farol antigo, e sim na própria mente de Johnny, onde você tem que mergulhar para primeiro descobrir qual é o desejo do velho homem, e após isso, para descobrir qual é a origem desse desejo.
 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Dragon Age: Inquisition gameplay vazado

Vocês não fazem ideia de como eu gritei de alegria e tive orgasmos múltiplos quando vi esse trailer! Esse parece ser um gameplay vazado do jogo, parece muito mais bonito e ter uma jogabilidade melhor do que seu antecessor, que alias estou fazendo gameplay. Confiram ai o vídeo e digam-me: Quais são suas expectativas para o jogo?

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Sabemos que durante o jogo, vamos assumir o papel do líder da inquisição, desde o começo. Agora, com várias fendas se abrindo para o mundo dos demônios, mais do que nunca a inquisição vai ser necessária.   O jogo vai contar com um mundo mais aberto que Dragon Age 2, e até que o 1. Não um verdadeiro mundo aberto, mas grandes áreas exploráveis, e se tudo o que ouvimos até agora é verdade, o que você decidir fazer dentro dessas áreas pode alterar o que vai acontecer - como exemplo, a missão apresentada nesse vídeo pode terminar com o jogador dominando o forte para a inquisição, escolhendo diversas coisas para se focar com ele, ou mesmo pode decidir ignora-lo totalmente.

tumblr_mrfucqpX2I1ri4b8jo1_500E não espere uma interação com os parceiros tão fácil quanto em DA2. Suas ações em missões agora terão mais influencia em sua relação com eles, mas como verdadeiros amigos, eles não vão te abandonar por um ou dois atos que não aprovam. Também espere uma maior customização - nada mais de não poder escolher armas ou armaduras que eles usam. Os mesmos itens poderão ser equipados em mais de um aliado, e em geral com aparências diferentes. Figurinhas antigas dos jogos também estarão presentes. No gameplay é possivel ver tanto Varric quanto Cassandra acompanhando o Inquisidor. Parece que eles acertaram as diferenças depois daquele encontro nada amistoso no segundo jogo.

E quanto ao próprio inquisidor, se prepare para voltar a decidir seu personagem nos mínimos detalhes. A Bioware está criando um programa chamado Dragon Keep que vai permitir transportar seu save de jogos anteriores, mesmo de outras plataformas. E voltou a opção de escolher sua raça na hora de montar o personagem.

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O jogo foi adiado em um ano para o polimento. Mas vale a pena esperar. Preparem seus PCs, PS3, PS4, Xbox 360 ou Xbox One. E as carteiras. Esse jogo vai ser foda!

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Neverwinter Online - Ensinando a fazer uma Guilda



Postando aqui o nosso vídeo ensinando como faz uma guilda em Neverwinter.

Para poder adicionar alguém na guilda, é só o administrador escrever da seguinte forma: Nomedopersonagem@nomedologin

Exemplo: Madhatter@Madness

Obs: Esse não é a nossa conta, antes que alguém adicione.

Além disso, as pessoas precisam estar no mesmo server para poder participar.

EDIT: NÓS NÃO ESTAMOS JOGANDO MUITO NEVERWINTER, MAS SE QUISEREM ENTRAR NA GUILDA MESMO ASSIM, CONVERSEM CONOSCO NO FACEBOOK.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Bioshock Infinite

A mente do paciente lutará desesperadamente para criar memórias onde elas não existem...

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Esqueça Rapture ou qualquer cidade distópica dentro do oceano em que um homem ateu tentou construir uma cidade baseada na racionalidade, desta vez iremos para Columbia, uma cidade flutuante, utópica comandada por um patriota e religioso fanático idealizando o sonho americano!
Bioshock Infinite é o terceiro jogo da franquia Bioshock, desenvolvida pela Irrational Games, lançado em 2013, no entanto, ele não é nenhuma sequencia de Bioshock e Bioshock 2, mas sim uma outra história em uma outra situação, antes mesmo da história inicial do primeiro jogo. Desta vez não irei expor nenhum tipo de spoiler, mas que fique claro que tentarei escrever tudo sem soltar um “A” da história, pois não quero estragar o prazer de quem ainda não jogou, e acredite, isso será difícil. Lançado para Xbox 360, Playstation 3 e PC, essa resenha tem por base os consoles Xbox 360 e Pc.

A História
A história de Bioshock Infinite acontece em 1912, quando Booker DeWitt recebe uma proposta de resgatar uma garota para que sua dívida seja quitada. Ele é um ex-agente Pinkerton, uma entidade privada de segurança e agentes detetives dos EUA em 1850, e agora precisa ir até Columbia, uma cidade flutuante e distópica para resgatar a garota. O lugar se demonstra perfeito, com pessoas felizes e sem nenhum tipo de violência nas ruas, além de ser um lugar limpo e bem organizado, mas que no fundo, esconde preconceito racial e social, trabalho quase escravo e ultranacionalismo exacerbado.
Comstock, um fanático religioso e fundador de Columbia diz que o falso profeta aparecerá para destruir a cidade e levar seu cordeiro, e que será identificado com as letras AD em sua mão. Elizabeth é a garota que precisa ser resgatada, e está mantida em uma torre em forma de anjo e protegida por Songbird, uma enorme máquina em forma de pássaro, semelhante aos Big Dads. No entanto, esse resgante não será fácil, afinal, está prestes a eclodir uma guerra civil entre os ultranacionalistas nobres e o povo menos favorecido.
No entanto, o que ele não esperava era que Elizabeth pudesse criar fendas que o levam para outras realidades, e que poderia tomar novos rumos nos problemas que se meteu, e quem sabe, conseguir escapar de Columbia?
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A jogabilidade e os gráficos
Bioshock Infinite é um jogo de tiro em primeira pessoa com uma história profunda, bem envolvente, de belos gráficos e muita ação. A jogabilidade é dinâmica e fácil de entender, em poucas horas de game já consegue se adaptar a todos os botões e entrar na ação nas mais variadas formas, assim como criando várias estratégias durante o combate. Bioshock Infinite te dá a liberdade de combinar os Vigores, como são chamado os plasmids, criando poderes de forma fantástica, fazendo com que se crie vários ataques diferentes em pouco tempo, além de contar com ajuda de Elizabeth que, durante todo o combate, fica procurando Sais que restauram o Vigor, saúde e munição, e o melhor de tudo, a garota sabe se virar na hora de combate, sempre saindo da linha de fogo, se escondendo atrás de pilares, muros e qualquer coisa que forme uma barreira para se proteger, ou se agachar no meio do fogo cruzado. A melhor coisa é não se preocupar com a segurança de Elizabeth, afinal de contas, quem está sempre sendo salvo nesses combates é você.
Os gráficos são um show a parte, bem detalhado e estruturado, com baixo pico de queda nos frames, ou ao menos no computador com uma boa placa de vídeo, Columbia se torna uma cidade belíssima. No Xbox 360 algumas coisas passam despercebidas como detalhes de casas quando se olha do alto e ao longe da cidade, ou alguns serrilhados básicos, mas que são só percebidos quando não está na ação.
 Os personagens secundários acabaram ficando sem graça, todos parecidos - homens com cabelos rapados com ou sem bigode, mulheres com os mesmos penteados - é como se houvesse somente uma cabeleireira especializada em um só tipo de corte para cada sexo, mas não são todos, obviamente. Tudo bem que seriam pessoas aleatórias na cidade, que dão um ar vivo, já que cada um está interagindo de uma forma diferente, além de comentar sobre você caso esteja parado muito tempo perto delas, mas talvez se tivesse mais opções de rostos não seria tão ruim... ou será que isso foi proposital? Afinal, isso aqui é para quem já finalizou o jogo, talvez pelos acontecimentos ocorridos lá pelo meio do jogo, ter pessoas parecidas é uma consequência de tudo, não? Ou só foi preguiça de ficar dando um pouco mais de diversidade na cara alheia? Não sei, cada um tire suas conclusões sobre isso...acabei divagando em coisas que podem ser só técnicas e não históricas. Protestem contra isso!
 A jogabilidade é ótima, mas no PC ela demonstra ser muito mais precisa e eficiente que no console. A mira, se tiver o ajuste de velocidade adequada para quem é acostumado a jogar FPS no computador é muito mais útil que no console, dá para sentir essa diferença logo no início do jogo, antes mesmo de começar toda a ação, quando Booker está na feira que ocorre em Columbia, existe um mini game que consiste em atirar nos bonecos que aparecem em três cantos da tela, a mira foi muito mais precisa no PC, enquanto no Xbox era fácil de errar, mesmo atirando sem parar. No entanto, a eficiência entre usar os vigores, pular, correr, agachar ou usar os aerodromes, em ambos a jogabilidade é igual. Óbvio que qualquer FPS sai melhor no computador do que no controle.

Os Inimigos, Songbird, Vox Populi e o povo
Ao contrário de pessoas deformadas e bizarras, Columbia possui guardas - homens e mulheres - que tentarão te parar a todo custo, máquinas plantadas em lugares estratégicos, patriotas motorizados que irão te dar dor de cabeça, homens máquinas que lembram a brutalidade dos Big Dad - no entanto, eles só te querem ver virando paçoca - entre outros. Eles são inteligentes e quando atacam em grupo, conseguem fazer com que o jogador corra e se esconda atrás de muros, crie estratégias, armadilhas ou utilize-se dos poderes de Elizabeth para poder sobreviver aos ataques. Quando menos se espera um inimigo surge pelas costas atirando ou batendo, pulando pelos aerodromes - linhas férreas por onde passam os bondinhos - ou máquinas escondidas atrás de arbustos que atacarão o jogador assim que estiver na sua vista.
A maioria dos inimigos são guardas da cidade no comando de Comstock, não são tão bizarros quanto os de Rapture, mas existem aqueles que te farão parar para saber quem e o que são. Eles são divididos em fracos, médios e fortes, sendo estes últimos possuidores de pontos fraco para atingi-los, nunca tão fácil, por mais que o ponto esteja na mira, eles nunca deixarão ser atingido.
Não há Big Dads, e mesmo os Handyman, homens máquinas, substituem todo o temor dos icônicos protetores das Littles Sister, não até Songbird aparecer. Um inimigo único que protege e persegue Elizabeth seja lá para onde ela vá. Songbird é tão importante para a cidade a ponto de ter pelúcias com sua aparência, afinal, ele é o protetor do cordeiro do profeta. Elizabeth e Songbird possuem o mesmo laço de afetividade dos Big Dads e Littles Sisters, apesar da primeira almejar a liberdade, apesar de não querer deixar totalmente para trás seu protetor.
Bioshock-Infinite-screenshot-Elizabeth-and-Songbird
No entanto, entre todos os inimigos citados, aquele que domina a todos com certeza não é o físico, e sim o mental. O que eu quero dizer com isso? Columbia pode ser uma cidade utópica, um paraíso para os americanos, onde os cidadães vivem em um lugar pacífico, limpo e organizado, sem criminalidade ou coisa do tipo, mas por detrás de tudo esconde um alto teor de preconceito racial e social, embaixo dos panos de uma utopia, racismo e segregação permeia o lugar em que brancos e ricos - ou tem um capital moderado - são os salvadores da terra, vindos para salvar a alma perdida de negros, asiáticos e qualquer um que não se encaixasse no padrão branco e classe alta. Pobres também são discriminados, independente se é negro ou loiro dos olhos azuis. O patriotismo e preconceito exacerbado de Comstock fez com que a cidade separasse dos EUA e fosse para os ares para ser a terra perfeita, mas notamos que isso é para os olhos do pessoal que mora no chão.
Este seriam os piores inimigos simplesmente porque apesar da história ocorrer em 1912, época comum para o racismo, quando negros saiam da escravidão por Lincoln em 1863 e tentavam ter uma vida como a de qualquer outra pessoa americana, mas que hoje em dia, cenário que deveria ser diferente, continua a mesma coisa daquela época, e digo isso em nossa vida real. Não só esse preconceito, mas todos os que o jogo escancara em nossa cara, ou até mesmo aqueles velados, que o jogo dá sutis insinuações.
Vox Populi é um grupo de insurgentes liderados por  Daisy Fitzroy, uma mulher negra, que rejeita a ideologia puritana e xenofóbica do profeta. No inicio eles são apresentados como meros anarquistas que só querem atrapalhar a progressão da cidade, fazendo protestos e manifestações pela classe operária e grupos oprimidos até que surgiram os militares entre os membros da organização. Inicialmente a Vox Populi não queria aderir a nenhum tipo de ideologia particular, e sim romper a barreira social e racista que Columbia possuía. Conforme a história prossegue, a Vox vai mudando até seu estopim final, quase como aconteceu no Brasil recentemente, só que de forma mais... como posso dizer sem dar spoiler? Hum... jogue e verá!
A trilha sonora e os Voxophones
Para um jogo ser marcante não precisa somente de uma ótima história, um gráfico bonito ou personagens cativantes, mas também de uma bela trilha sonora que nos poe no clima. Diferentemente dos outros Bioshock, Infinite não só conta com músicas tensas ou sombrias, mas também com as alegres e agitadas. A trilha sonora aparece nos momentos exatos, criando climas de tensão ou agitação, nos envolvendo com a história e com o jogo cada vez mais.
Também há músicas nas vitrolas e em rádios, cantadas na moda da época, no entanto, todas elas são músicas Covers das que existem realmente. Exatamente! As músicas tocadas em 1912 em Columbia existem de verdade! Mas como isso? Elas não seriam criações dentro do jogo para o jogo? Sim e não, porém isso é uma curiosidade que só se entenderá dentro do jogo em algum Voxophone.
E falando em Voxophone, eles nunca poderão faltar em um jogo de Bioshock, e o texto traduzido pode ser conferido no menu. grande parte da explicação vem desse mecanismo escondido por todo o cenário, o que te fará ficar horas e horas somente a procura deles, estendendo o tempo de jogabilidade, como acontecia com seus antecessores, mas com a vantagem de termos a tradução.
 Alias, existe uma trilha sonora sinistra em Bioshock Infinite, mas que em velocidades aceleradas, dá para ouvir que é uma musica. Não é um spoiler, mas faz muito sentido para a história se você ver a letra, coisa que eu não farei. Confira:
 Não só essa musica, mas há outras sacadas com sons e musicas invertidas durante o jogo, se tiver curioso é só procurar no youtube por easter eggs e ser feliz.
Elizabeth e Booker
O protagonista e a estrela do jogo. Apesar de Booker ser o principal, Elizabeth é quem rouba todas as cenas. Personagens muito bem construídos, a vida de ambos são tão entrelaçadas com a história do jogo que é impossível alguém não ter se simpatizado com os dois.
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Booker DeWitt é um ex-agente de Pinkerton que agora trabalha como investigador particular. Por conta de problemas em sua vida, Booker se tornou alcoólatra e viciado em jogos de azar, e por conta dessa vida, ele contraiu dividas e por conta de uma delas, ele foi contratado para retirar uma garota que estava na cidade de Columbia e entrega-la para um homem misterioso.
Elizabeth é uma garota que vive na torre em forma de anjo construída para protegê-la do falso profeta. Inteligente, alegre e muito poderosa, é capaz de abrir fendas para outras dimensões, sendo possível trazer coisas existentes de um mundo para o outro. Protegida por Comstock tem como amigo e carrasco Songbird, que não a deixa sair da torre por nada. Filha do profeta, ela é a prometida para salvar o mundo de uma profecia vista por ele, em que o mundo acabaria em chamas e Columbia seria a única cidade salva, no entanto, o falso profeta iria levá-la de lá, então todas as pessoas deveriam ficar de olho em qualquer suspeito com um "AD" nas costas da mão. Inteligente, bonita, ótima em desenho, dança e canto, é alegre , inocente e inconsequente, mesmo que tenha sido confinada por muitos anos na torre, possui um espírito livre.
E estes são os dois personagens principais do jogo, mesmo que tenha muitos outros, preciso falar dessa dupla. Raramente nós vimos a cara de Booker, nem mesmo o reflexo da água mostra seu personagem, mas sua voz - interpretada por Troy baker - consegue expressar muito bem tudo o que o personagem sente. Por outro lado, Elizabeth tem uma perfeita expressão, tanto corpórea quanto pela voz - interpretada por Courtnee  Draper - transmitindo a nós todas as emoções. Se você atirar em um cara perto dela, ela ficará espantada ou chocada, enquanto andam pela cidade explorando o lugar, ela apontará algum itens, além de entregar moedas perdidas que ela consegue achar por ai, o que é muito útil por sinal. De Ashleys e Shevas da vida, Elizabeth dá um baile com sua IA, e espero que muitos possam se inspirar na garota para fazer companions mais inteligentes e eficientes a partir de agora.



Escolhas e o modo 1999

Existem algumas escolhas que podem ser feitas durante o jogo, mas elas não mudarão nada na jogatina além da estética, isto é, se você não estiver jogando no Modo 1999. O Modo 1999 é o modo hard dos jogos dos anos 90, aquele mesmo que você deve ter tacado o controle do Nes na parede por não ter conseguido nem passar do inicio de Contra. Ele é um modo para os jogadores hardcores que não se satisfizeram com o hard de Infinite. Ele é desbloqueado somente quando se dá final pela primeira vez ou através de um código no menu do jogo.
Enquanto no jogo normal suas escolhas não afetam nada exatamente, o Modo 1999 te fará repensar várias vezes qual escolha deverá fazer antes de prosseguir, afinal, se você escolher errado com certeza não conseguirá continuar o jogo, e deverá voltar para o ultimo load e refazer sua escolha. E falando em voltar para o load, prepare-se para obter muita grana, já que o custo para reviver é bem alto, e quando a grana acabar, se você não salvou o jogo anteriormente, terá que fazer tudo de novo ou até seu ultimo e distante save.
Todas as escolhas, até mesmo habilidades e equipamentos devem ser pensados antes de possuí-los, alguns são permanentes e você deverá finalizar o jogo com eles. Boa Sorte.
Curiosidades
  • Durante a criação de Bioshock Infinite algumas coisas ocorreram: Uma delas foi que o jogo seria chamado de Projecto Icarus, mas era tudo fachada da empresa para esconder o verdadeiro nome.
  • No início do jogo, para entrar em Columbia, o jogador precisa passar por um batismo, e isso fez um fã da série ficar indignado e parar de jogar, pois ele é cristão e não aceitou ser forçado a um batismo dentro do jogo. Ele comunicou a Valve, e notícias dizem que foi reembolsado. É, perdeu um excelente jogo.
  • Elizabeth teve uma cosplayer como modelo para seu rosto chamada Anna Moleva, após esta cosplayar-se como a personagem e os produtores aprovarem, chamaram-na para participar da criação do design.
  • A primeira fenda que vemos Elizabeth abrindo mostra uma Paris moderna, e ao fundo, há um cinema com o filme "O Retorno de Jedi" em exibição.
Minha opinião
Este jogo é perfeito! Tem uma história incrível, lugares maravilhosos, excelente música e boa jogabilidade. Tem poucos defeitos e se tornam invisíveis perante tanta qualidade que ele apresenta. É um jogo que merece ser jogado muitas vezes, com cada lugar sendo explorado minimamente a cada reinício, ler todos os Voxophones, procurar todos os aparelhos que contam a história de Columbia, além de fazer-nos pensar em várias coisas, principalmente pela temática que ele aborda.
Mesmo que me incomode as pessoas serem muito parecidas, isso é detalhe menor dentro desse jogo. Uma coisa tenho a dizer: Elizabeth me conquistou na primeira foto que ela aparece. Talvez pelos trailers lançados, ou talvez por já demonstrar simpatia desde sua aparição, e não digo exatamente na foto inicial do jogo, mas sim quando estamos na torre dela, antes que alguém diga que eu estou exagerando, se você jogou, sabe exatamente o que tem naquelas salas.
Está aí um jogo muito recomendado, até mesmo sua trilha sonora ou se perder lendo o wikia para entender muito mais coisas, além de dar enormes discussões com amigos acerca dos conceitos lançados, além daqueles tapas na cara que a série Bioshock consegue fazer com maestria.
Jogo que vale a pena ser jogado por qualquer pessoa!
 Se você não gostou de Bioshock Infinite, mas leu até aqui, espero que você seja levado para Rapture e atravessado por uma broca de um Big Dad!

Se você não gostou de Bioshock Infinite, mas leu até aqui, vai levar uma física quântica na cara!