Mostrando postagens com marcador Animações. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Animações. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Perfect Blue
Que? Não me olhe desse jeito! É um otaku sim e não venham cricar na minha orelha. Então vamos entender do que se trata.
A história gira em torno de uma Idol chamada Mima Kirigoe, vocalista de uma banda J-pop chamada "Cham!", e sua saída para se tornar uma atriz, entrando em um seriado sobre crimes e dramas chamada Double Bind. Essa saída da banda fez com que muitos fãs se decepcionassem, e um fã otaku que se auto titula "Me-Mania" começa a persegui-la, sendo um daqueles famosos "stalkers". Após sua saída da banda, ela recebe um e-mail sendo chamada de "traidora", e descobre que existe um site chamado "Quarto de Mima".
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
[C] The Money of Soul and Possibility Control
Por: Unknown
terça-feira, fevereiro 05, 2013
Animações, ativos, C, combate financeiro, palhaço do mal, the money of soul and possibility control
No comments
Você está passando por dificuldades financeiras, e nem tem a quem pedir ajuda. Tem que se virar para sustentar seu apartamento, e para isso tem que trabalhar em dois empregos diferentes. Tudo o que você quer é uma vida normal, ter dinheiro o suficiente para viver bem e sustentar uma família. E então, do nada um estranho aparece te oferecendo a oportunidade de fazer alguns milhões de forma fácil. O preço? Participar de algumas negociações constantes e apostar o seu... “futuro”. Seja lá o que ele quer dizer com isso.
[C] The Money of Soul and Possibility Control, ou simplesmente C, é um anime de 2011 produzido pela Tatsunoko Production. O anime é uma obra original e possui 11 episódios.
História
O Japão acabou de sobreviver a uma grande crise financeira, mas a população continua em pessimas condições de desemprego e criminalidade. Yoga, um jovem criado pela tia após o desaparecimento do pai e a morte da mãe, trabalha para tentar manter uma vida estável. Tudo muda quando ele conhece uma figura estranha, que o convida para arriscar a sorte no Distrito Financeiro, uma dimensão paralela onde pessoas lutam pelo estranho dinheiro de Midas, notas negras que, ao olho de pessoas comuns, parecem a moeda corrente de seu país.
O anime apresenta uma quantidade razoável de conceitos, que podem ser confusos para quem acabou de entrar. Os lutadores são chamados de Empres, enquanto as criaturas que eles invocam para lutar são os Ativos. A luta acontece dentro de 666 segundos, e cada um dos ataque move quantidades de dinheiro da conta de um para o outro. A falência é ainda mais assustadora pois, além do dinheiro, ela tira da pessoa seu futuro e também o acesso ao Distrito.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Michiko to Hatchin Episódio 3
Depois de muito tempo, finalmente mais um episódio desse fabuloso anime que retrata o nosso país. No entanto, ao contrario do que eu estava fazendo antes, e pelo fato da Steam Wing ter saído do blog por motivos pessoais, tentarei fazer o que tinhamos combinado: Narrar o episódio e depois fazer uma conjuntura do mesmo, mas, pelos motivos alheios, acabarei fazendo os dois de uma só vez.
E desculpem pela demora aqueles que estavam acompanhando e a série ficou em stand by, realmente não estava com muita vontade de escrever sobre o anime, a faculdade consumiu um tanto minha vontade de apenar assistir, e o video game acabou suprindo para relaxar, o que me deixou criar muitas matérias de vários jogos, no entanto, agora que estou de férias, tenho muito mais tempo pra assistir, não tenho necessidade de estudar tanto, ou ficar lotada de trabalhos e mais trabalhos.
Musiquinha para acompanhamento.
São Cabal, ou talvez alguma cidade do Rio de Janeiro, Michiko e Hatchin ainda continuam em busca de Hiroshi.
E desculpem pela demora aqueles que estavam acompanhando e a série ficou em stand by, realmente não estava com muita vontade de escrever sobre o anime, a faculdade consumiu um tanto minha vontade de apenar assistir, e o video game acabou suprindo para relaxar, o que me deixou criar muitas matérias de vários jogos, no entanto, agora que estou de férias, tenho muito mais tempo pra assistir, não tenho necessidade de estudar tanto, ou ficar lotada de trabalhos e mais trabalhos.
Musiquinha para acompanhamento.
São Cabal, ou talvez alguma cidade do Rio de Janeiro, Michiko e Hatchin ainda continuam em busca de Hiroshi.
Detalhes sejam ditos, os orelhões da
Telefônica marcam presença e por incrível que pareça, estão
funcionando e não estão pichados, arrebentados ou qualquer coisa do
tipo! Hoje em dia é difícil encontrar muitos orelhões por ai, e se
encontrar, a chances de estarem quebrados é muito alta, visto que o
celular fez o favor de trocar o orelhão, diminuindo gastos
desnecessários para as empresas de telefonia tem por conta de
vândalos, apesar delas vandalizarem em sua linha telefônica... Essa
preocupação em minimos detalhes demonstra o quão respeitoso foram
os japoneses em tentar demonstrar o Brasil em um anime, como disse no
primeiro episódio, eles fizeram uma pesquisa de campo para poder
retratar da melhor forma possível um país totalmente diferente do
seu, e esses pequenos detalhes, para nós brasileiros, fazem grande
diferença! Talvez para quem não é brasileiro ou nunca veio ao
Brasil, talvez não note esses mínimos detalhes de cenário, por não
ser tão o dia a dia, mas nos chama muita atenção por não ser uma
coisa globesca, recordesca ou sbtesca da vida.
Michiko está em um bar conversando com
uma velha, claramente percebemos a influencia da religião
afro-descendente nessa parte, ela está consultando uma mulher que
parece ser do candomblé, tipo aqueles posteres sobre “trago seu
amor em três dias”, deve ter chamado a atenção de Michiko. No
meio do bar, arrumando dentro de uma tenda vermelha transparente,
começa a sessão de incorporação da candomblista, dizendo o que
estava vendo. É um tanto cômica essa situação e exagerada, claro,
para manter o humor, mas para quem já foi em algum candomblé sabe
que é mais ou menos desse jeito que funciona. Sim, eu já fui por
curiosidade, e realmente é um tanto estranho para quem não é
acostumado, e não, não foi em um bar de esquina qualquer, não foi
tão “Michiko” assim.
Detalhes como a má conservação do
hotel em que elas se encontram é um luxo para o anime, aqui não é
tudo limpo e arrumado, elas estão em um hotel capenga e a tinta
descascada da parede é algo comum em muitos lugares, e aqui não
poderia faltar, nem mesmo a santa Maria, encima da mesa. Nunca vi uma
santa no quarto de um hotel, mas não duvido que exista por ai algo
do tipo. Frases católicas, imagens de Jesus ou Maria na recepção é
muito comum, e talvez quiseram representar a religião católica um
tanto frequente colocando a Virgem Maria ali.
Michiko aparece com um tênis novo, e
depois do interrogatório da loirinha, percebe-se que Michiko passou
a mão em uma das lojas de tênis, por mais que ela negue e se enrole
nas explicações. Para tentar ser honesta, Hatchin vai atrás de um
emprego, o que é negado pelo senhor Ran no inicio, mas pela
insistencia da garota, resolveu contrata-la, apesar de manter o pé
atrás pela garota não ter nenhum documento ou carteira de trabalho.
Obviamente uma coisas dessas não acontece no Brasil, muitas
discussões ocorre sobre crianças artistas trabalharem na TV
enquanto crianças que não tem oportunidades e querem trabalhar para
ajudar a família é proibido, mas aqui, Hatchin está perto do
morro, e talvez a fiscalização não cai encima, facilitando seu
trabalho em um restaurante japonês.
A morena, agora com um retrato
desenhado de Hiroshi, pergunta as pessoas nas ruas se viram aquele
rapaz, muitos negam, mas o detalhe mais engraçado é o velho taradão
que fica de olho nas pernas e peitos que a moça possui, se
aproveitando da roupa que a garota está, mas quando percebe que ela
o viu a olhando, tenta disfarçar, mas é chamado para saber se
reconhece o homem do desenho. Bem, não sei se ela levou milhares de
cantadas retardadas durante sua procura, mas o velho taradão foi um
destaque interessante, pois Michiko sabe que ele está olhando-a e
não vai ser útil.
Depois de um dia de trabalho, no
restaurante do senhor Ran existem muitos pilantras que fogem sem
pagar, levando-o ao prejuízo, ele sabe disso, mas é difícil evitar
com que aconteça, já que os meliantes normalmente fogem e ele não
pode ir atrás, é perigoso por estar perto do morro e não sabe se
pode ter encrenca pior. Hatchin decide mudar seu jeito de ser depois
de ser criticada por Ran, cortando seu cabelo, ficando-o curtinho.
Uma atitude radical para uma garota de uns 10 anos.
Dia seguinte, no restaurante de Ran,
dois pirralhos fogem sem pagar, e Hatchin decide ir atrás, Ran diz
que não, mas ela desobedece e segue os meliantes mirins. Ao
perseguir um deles, Hatchin vê que ele está com um tênis all star
na mão, o mesmo tênis vermelho que ela tinha deixado na janela do
hotel para secar, depois de ter pisado na sujeira do cachorro. A
visão da mulher começou a acontecer, e a loira começou a subir o
morro.
Normalmente vemos que la fora o Brasil
é retratado com selvas amazônicas ou praias cheias de moças
bonitas, vide o filme “Os turistas”, enquanto as novelas no
Brasil usam a capital de São Paulo ou as ruas do Leblon, praias
bonitas do Rio de Janeiro e esquecendo do resto do país ou até
mesmo do resto da cidade, aquele lado mais pobre. Os filmes acabam
retratando o sertão do nordeste, e só o tropa de elite retratou a
favela no Rio de Janeiro, saindo daquele padrão estabelecido na TV.
Seguindo pelo contrário, o anime demonstrou muito mais a favela, que
muitas vezes é mais admirado pelos estrangeiros por seus perigos e
por sua beleza peculiar, como a cena da corrida pela favela de
Hatchin demonstra
A garota encontra o meliante mirim, mas
este se encontra com um grupo de crianças, até um adolescente
atirar na direção da garotinha. Por ela estar encima das casas, o
tiro errou e ela pôde escapar, e as palavras da velha foram
relembradas, até ela chegar em um local que conseguiu ver o mar, o
ultimo ponto antes da garota morrer. Encurralada e na mira de uma
arma nas mãos do adolescente, provável líder daquele grupinho de
crianças, Hatchin reage atirando a pedrinha que Michiko comprou da
velha, até que a morena aparece na hora, em sua moto, e usando uma
roupa chique. Vendo a bagunça estabelecida, e sem medo de enfrentar
o garoto com arma, Michiko acerta um bofetão nele, que o faz cair, e
começa uma mini tortura por ele tê-la chamado de coroa. As crianças
correm assustadas, e depois da tortura com salto agulha na mão do
adolescente, Michiko o deixa ir. Obviamente que ela faz isso porque
ela conhece muito bem como é o povo do morro, mas que só será
explicado mais tarde.
Michiko informa a Hatchin que encontrou
Hiroshi, e sabe aonde ele mora. Mas ao chegar na casa, descobre que
não é ele, é só um homem parecido, mas não tem nada haver com
quem ela estava procurando. Afinal de contas, a velha do candomblé
estava certa no final: Michiko iria encontrar o homem do retrato que
ela estava procurando, que ele teria casado e tinha dois filhos,
enquanto Hatchin teria algo acontecendo com seu pé direito, que não
era para perseguir aqueles que fogem, pois era perigoso subir o
morro, tiros iriam acontecer, o mar a frente seria visto, e Hatchin
seria morta... obviamente a ultima coisa não aconteceu, pela
interferência de Michiko, mas como a morena não encontrou Hiroshi,
para ela tudo o que a velha disse foi mentira. Ela não conseguiu
entender que a velha se referia a um homem do retrato, e não ao que
ela realmente estava atrás, e a descrença de Hatchin diminuiu após
os eventos.
Engraçado que, mesmo a velha ter dito
que Hatchin poderia morrer, Michiko não se importou com isso, caso a
loira tivesse a pedra consigo, pois isso a salvaria. Não sei se ela
acreditou tanto que uma pedrinha poderia ajudar que ela negligenciou
a segurança da menina, mas não seria tão diferente de algumas
pessoas que acreditam piamente que certas coisas conseguem proteger
as outras pessoas, negligenciando assim sua segurança. A religião é
uma constante no anime, e talvez a crença exagerada não seja assim
tão longe da realidade. Lembrando do padre no primeiro episódio,
que usava sua religião para se passar por um bom homem na frente das
outras pessoas, mas pelas costas era um homem ruim que maltratava a
pequena Hanna, e agora a velha do candomblé, que apesar de ser quase
uma mãe Dinnah, acertou em cheio tudo o que aconteceu, mesmo perante
a descrença da pequena.
Mas o que mais chama atenção não é
somente a história, os personagens que possuem um grande carisma,
mas também todo o cenário, o cuidado das pessoas que andam pelas
ruas, todas uma base histórica que evita sair da realidade para ir
aos achismos. Qual a coisa mais legal do que uma série que mostra
seu país de forma mais realista e ainda sim com alta qualidade?
Normalmente os estrangeiros compram o que a dona Globo compra, e
acreditam que aquilo é daquele jeito, mas poucos realmente vem aqui
e fazem uma minuciosa pesquisa de campo para criar suas histórias,
mas isso não vale somente para o Brasil, mas para todo o resto do
mundo, já que cada cultura é diferente umas das outras, e ficar com
o que só aparece na internet ou o que vê em filmes, seriados,
novelas ou desenhos é limitado demais, pois eles mostram o que quer
que os outros vejam, e não o que realmente é.
Espero ter conseguido fazer uma analise
do episódio três, pelo conhecimento que eu tenho do Brasil com o
que é mostrado ali.
| EPISÓDIO 2 |
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Michiko to Hatchin Por Outro Angulo Parte 01/22
[Como Steamwing saiu, e ela tinha deixado essa analise do anime Michiko to Hatchin em outro blog nosso, resolvi trazer para cá, pois acho pertinente que isso fique em nosso blog também. Não mudei uma virgula sequer do que ela escreveu, só acrescentei imagens mesmo.]
Um anime ambientado no Brasil com severeas críticas sobre o mesmo! Vou fazer um especial para poder comentar cada episodio de maneira analítico crítica, pois essa criação merece!
"Michiko é uma presidiaria que burla a segurança de uma fortaleza supostamente impossível de se escapar e se manda atrás de Hatchin alegando ser a sua mãe, Hatchin é uma garota que é dada como orfã para o governo e que vive "de favor" na casa de um padre safado que a usa para ganhar verba do mesmo, algo inclusive típico dos brasileiros, sacaniar o governo e ainda reclamar que nada presta. As duas, ao se encontrarem, começam a viajar pelo país atras do suposto "pai" de Hatchin.A série é ambientada no Brasil, com imagens bem caricaturadas, traços marcantes e imperdiveis! Com muito da nossa cultura ou contra-cultura, girias, músicas, um anime ao mesmo tempo tenso e divertido."
Depois de ter uma visão geral do anime no post do Malagueta(sic), vamos ao post analitico-critico. Um anime ambientado no Brasil, coisa totalmente inesperada pela massa de manobra Otaku, um anime de excelente qualidade, do mesmo estúdio que fez Samurai Champloo e Cowboy Bebop só não poderia ser pouca coisa, então essa galera veio ao Brasil fazer pesquisa de campo para assim captar nossas nuances, detalhes e manias, em suma; captar o jeitinho brasileiro de ser e conseguiram! O anime é recheado de coisas tipicamente brasileira, em especial, tipicamente de plebeu brasileiro, até mesmo por que a tal historia se passa entre pessoas que pertencem a essa realidade. Nada de hipocrisia da Globo em tratar o traficante, o assassino, o usurpador, o hipócrita o tudo que não presta como bonzinho, vítima da sociedade (por que se é uma coisa que essa galera gosta é de vitimar assassino sádico sedento de sangue se ele for da favela e traficante) que a culpa é nossa, pois temos uma boa casa e computadores tunados para jogar e ler esse blog aqui. Não, acima de tudo classe social é algo meramente ideologico, infelizmente (analisando a coletividade, obviamente tem as brilhantes exceções, mas estou falando de coletividade portanto NÃO pararei para citar exceções, e o fato de não cita-las não implica em dizer que eu não tenha conhecimento de que elas não existem) o ranso de pobre persegue o pobre como uma sombra maldita que evita que ele se desenvolva, no fundo é por que a sua realidade é tao hostil que uma vez adaptado para viver nela se torna impossível sair dela, pois você teria que se readaptar para outro mundo. Por isso que revoluções e luta de classe não funcionou, não funciona e nunca vai funcionar por que o pobre simplesmente não quer deixar de ser pobre!
Por que os que querem deixam, quantos exemplos temos de brilhantes médicos que saíram de favelas? Advogados que já foram presos por aprontar contra a lei quando ainda viviam nas ruas e na prisão estudaram por conta própria e se tornaram juristas geniais? De mega empresários que brotam do “nada” com uma quitandinha na esquina e vira dono de uma rede de supermercados internacionais? Temos até exemplo de presidente. Esse pessoal que da a volta por cima e sai dessa situação nunca quis ser pobre, nunca se adaptou à aquilo, no fundo eles nunca foram pobres. Podemos notar que é tudo uma questão de escolha simplesmente, e partir para o trafico é a escolha mais simples, mais facil e tem o devido retorno muito cedo, o único detalhe disso tudo é que o caminho mais simples é sempre o errado! Pode ter certeza disso, se está muito facil suspeite e reveja suas escolhas! Esses jovens já vivem em uma situação de crise constante então se vão morrer logo é melhor que morra rico, aí vira traficante e não tem ONG de direitos humanos que o impeça. Até mesmo por que ele ver todos os seus amigos indo na onda, obviamente se ele olha para cara da galera e fala “oi, vou ser medico” ele vai ser a chacota do grupo. Mas lembrem-se, isso não significa dizer que ele não possa ser medico, como já exemplifiquei acima, ele simplesmente escolheu o que é mais conveniente e se ele escolheu isso ele deixa de ser um coitado e uma vitima, certo? Pois foi ELE quem escolheu, não foi algo imposto. E Michiko e Hatchin mostra isso de maneira genial, a realidade do nosso pobre, sem cidade de Deus para fazer com que eles sejam coitadinhos, por que todo pobre é escroto, é mal educado, é inconveniente (afirmo isso tomando como referencia a definição de pobre dada acima como fator ideológico e não monetario, essa analise não caberia se o referencial fosse monetário, pois negligenciaria muitos “ricos” que tem o ranso de pobre).
Mais adiante podemos ver uma cena simplesmente chocante, Michiko simplesmente pega um pastel mofado de um mendigo idoso desdentado que só está esperando a hora da morte chegar, uh.... Como ela é má! Mas desde quando marginal é bonzinho!? Eles são escrotos! E entre eles, eles são filhos da puta! Basta conhecer alguém mora na favela para você saber das historias bizarras que se passa por ali! Essa historia de que marginal é bonzinho é uma ideologia da dona Globo veiculada através de suas telenovelas, afinal, essas novelas são feitas pra eles! Para o pobre/classe media! Esse povo não vai querer que ninguém pise nos seus calos! A Globo é quem mais investe na alienação de massa e retrocesso intelectial do Brasil! Já os japoneses não devem nada a ninguém mesmo, e justamente por isso conseguiram fazer algo fantástico para contar a realidade local, coisa que nenhuma produção da Globo chegou ou vai chegar perto de conseguir reproduzir!
Outro foco de suma importância é o que Hatchim passam em casa pelos pais adotivos, os maltratos fisicos, as constantes ameaças de ser vendida no mercado negro, seja como escrava sexual, seja apenas os seus orgão, para que assim ela sempre fique calada e sirva de empregada domestica de baixo custo, e quando o assistente social do governo chega para verificar se está tudo bem fingir que realmente está tudo bem para que assim o governo continue liberando alguma bolsa aí, bolsa adoção talvez, tem cidades do Brasil que tem isso. Agora me diz, a culpa é do governo? Ele deixou de ir lá por acaso? Não, mas não é de jeito nenhum! A fiscalização existe agora, o padre safado é que mascara tudo para não perder dinheiro! Simples assim! O FDP se vale de um discurso Cristão para mostrar serviço e faz essas loucuras por trás, que padre mais anticristo! A típica pessoa que engana o governo, e ainda sai falando mal dele depois, uma criatura dessas deveria ser esculaxado em praça publica, mas isso daí é uma METAFORA! Uma metafora para a classe media do Brasil! Que todo o tempo vive pagando de bonzinho, de protetor dos frascos e oprimidos, politicamente correto, que quer comprar iPad, mas não pode por que é algo que não lhe pertence, sonega impostos (rico faz mais isso que classe média, porém a CM faz também e não faz pouco, a CM que me refiro é aquela que quer viver uma realidade que não te pertence, (pois tem dois tipos, a metida a rica e a que é honesta) o que ela quer ter é status que, para essa laia de gente, status nada mais é que comprar coisas que não quer, com o dinheiro que não tem, a fim de mostrar para as pessoas que você não gosta aquilo que não é. E convenhamos, a classe media é simplesmente MESTRA nesse assunto!) para sustentar um status que nunca existiu e vive mergulhado em uma eterna hipocrisia.
Essa metafora do padre casado com uma esposa oca e 2 filhos demoniacos serve para isso, é a típica familia de classe media metida a rica que vive dando golpe no Estado para sustentar uma imagem de familia perfeita para os outros. Afinal, quando qualquer pessoa com dinheiro encosta ali eles num instantes “forjam” a sua faixada de familia perfeita, forte e unida! É só ver a grana que ficam mansos, coisa que também acontece com as famílias classe media metida a rica, é exatamente isso, quando ninguém ta olhando essas famílias são uma guerra constante, marido bate em mulher, filho usuário de drogas, filha piriguete, agora é só encostar alguém com dinheiro que eles se transformam em uma família perfeita apenas para aparecer bem na fita socialemtne falando, são metidos a entenderem de política, de gastronomia de degustador de vinho caro mas tudo isso não passa de uma ficção que inclusive não funciona quando a outra parte em questão realmente frequenta esse mundo que esse tipo de classe media sempre quis pertencer, são pegos na mentira na hora! Pois é, e é abusada por esse pessoal que Hatchin vive seus dias até que Michiko, mulata, bundão, cinturinha de pilão e gostosa aparece para salvar! Ou pelo menos para usar a menina como desculpa para encontrar o pai dela, ao menos, no inicio da série era essa as suas reais intenções. Ao chegar lá, Michiko é praticamente recebida a balas pelo padre, vemos aí outra pisada de calo, civil com porte de armas? Essas armas só não podem ser legais! O que mostra mais uma vez os contatos que o padre tem com o trafico, seja ele do que for, drogas, pessoas, mulheres, crianças ou órgãos, afinal, depois dele ter falado aquilo para Hatchim, ficou bem na cara que a igreja não passava de um agente laranja para ocultar atividades ilícitas dessas grandes corporações do underground. Por isso que essas coisas de legalizar drogas e pacificação nos morros não vão funcionar, pois quem trafica drogas, também trafica muito mais coisas, está simpelsmente envolvido em uma complexa rede de ativides ilegais por trás. Proibe drogas? Beleza,
Um anime ambientado no Brasil com severeas críticas sobre o mesmo! Vou fazer um especial para poder comentar cada episodio de maneira analítico crítica, pois essa criação merece!
"Michiko é uma presidiaria que burla a segurança de uma fortaleza supostamente impossível de se escapar e se manda atrás de Hatchin alegando ser a sua mãe, Hatchin é uma garota que é dada como orfã para o governo e que vive "de favor" na casa de um padre safado que a usa para ganhar verba do mesmo, algo inclusive típico dos brasileiros, sacaniar o governo e ainda reclamar que nada presta. As duas, ao se encontrarem, começam a viajar pelo país atras do suposto "pai" de Hatchin.A série é ambientada no Brasil, com imagens bem caricaturadas, traços marcantes e imperdiveis! Com muito da nossa cultura ou contra-cultura, girias, músicas, um anime ao mesmo tempo tenso e divertido."
Depois de ter uma visão geral do anime no post do Malagueta(sic), vamos ao post analitico-critico. Um anime ambientado no Brasil, coisa totalmente inesperada pela massa de manobra Otaku, um anime de excelente qualidade, do mesmo estúdio que fez Samurai Champloo e Cowboy Bebop só não poderia ser pouca coisa, então essa galera veio ao Brasil fazer pesquisa de campo para assim captar nossas nuances, detalhes e manias, em suma; captar o jeitinho brasileiro de ser e conseguiram! O anime é recheado de coisas tipicamente brasileira, em especial, tipicamente de plebeu brasileiro, até mesmo por que a tal historia se passa entre pessoas que pertencem a essa realidade. Nada de hipocrisia da Globo em tratar o traficante, o assassino, o usurpador, o hipócrita o tudo que não presta como bonzinho, vítima da sociedade (por que se é uma coisa que essa galera gosta é de vitimar assassino sádico sedento de sangue se ele for da favela e traficante) que a culpa é nossa, pois temos uma boa casa e computadores tunados para jogar e ler esse blog aqui. Não, acima de tudo classe social é algo meramente ideologico, infelizmente (analisando a coletividade, obviamente tem as brilhantes exceções, mas estou falando de coletividade portanto NÃO pararei para citar exceções, e o fato de não cita-las não implica em dizer que eu não tenha conhecimento de que elas não existem) o ranso de pobre persegue o pobre como uma sombra maldita que evita que ele se desenvolva, no fundo é por que a sua realidade é tao hostil que uma vez adaptado para viver nela se torna impossível sair dela, pois você teria que se readaptar para outro mundo. Por isso que revoluções e luta de classe não funcionou, não funciona e nunca vai funcionar por que o pobre simplesmente não quer deixar de ser pobre!Por que os que querem deixam, quantos exemplos temos de brilhantes médicos que saíram de favelas? Advogados que já foram presos por aprontar contra a lei quando ainda viviam nas ruas e na prisão estudaram por conta própria e se tornaram juristas geniais? De mega empresários que brotam do “nada” com uma quitandinha na esquina e vira dono de uma rede de supermercados internacionais? Temos até exemplo de presidente. Esse pessoal que da a volta por cima e sai dessa situação nunca quis ser pobre, nunca se adaptou à aquilo, no fundo eles nunca foram pobres. Podemos notar que é tudo uma questão de escolha simplesmente, e partir para o trafico é a escolha mais simples, mais facil e tem o devido retorno muito cedo, o único detalhe disso tudo é que o caminho mais simples é sempre o errado! Pode ter certeza disso, se está muito facil suspeite e reveja suas escolhas! Esses jovens já vivem em uma situação de crise constante então se vão morrer logo é melhor que morra rico, aí vira traficante e não tem ONG de direitos humanos que o impeça. Até mesmo por que ele ver todos os seus amigos indo na onda, obviamente se ele olha para cara da galera e fala “oi, vou ser medico” ele vai ser a chacota do grupo. Mas lembrem-se, isso não significa dizer que ele não possa ser medico, como já exemplifiquei acima, ele simplesmente escolheu o que é mais conveniente e se ele escolheu isso ele deixa de ser um coitado e uma vitima, certo? Pois foi ELE quem escolheu, não foi algo imposto. E Michiko e Hatchin mostra isso de maneira genial, a realidade do nosso pobre, sem cidade de Deus para fazer com que eles sejam coitadinhos, por que todo pobre é escroto, é mal educado, é inconveniente (afirmo isso tomando como referencia a definição de pobre dada acima como fator ideológico e não monetario, essa analise não caberia se o referencial fosse monetário, pois negligenciaria muitos “ricos” que tem o ranso de pobre).
Pobre são criaturas de vida simples, querem mesmo é uma mesa de bar nos finais de semana, embaixo do sol quente, com um som alto estourando tudo e uma skol geladinha para ver jogo campeonato brasileiro de futebol. E só, o resto quem impõem é a classe media politicamente correta que acha que eles querem mudar sua situação simplesmente, temos aí mais outro discurso ideológico de pessoas vazias que apenas querem pagar de boazinhas, e justamente destruindo essa ideologia que a Michiko aparece botando pra arrombar, fugindo de uma prisão de segurnaça máxima, dando um 1 a 0 nos PMs e se picando dalí. Já podemos notar uma agulhada que é dada no sistema carcerário do Brasil, superlotados, policiais mal treinados que não conseguem conter revoltas, péssimas condições de trabalhos e de vida para quem habita o local, teto de madeira, sim, uma maneira de abater custos e resolver o problema de lotação nas cadeias, mas acredito que isso foi mais para ficar emocionante mesmo. Outra situação que bem podemos lembrar é quando ela assalta um banco, mais uma vez nassa segurança levou uma bela de uma agulhada, falta de investimentos no setor o resultado não poderia ser mais obvio, baixa fiscalização e policiais mal trenados que se renderam fácil. E quanto ao banco, isso está me cheirando mais a aquelas bancos clandestinos de ciganos que sao muito comuns em locais remotos onde a fiscalização do governo não chega e nem vai chegar pois não tem uma atuação economica relevante para merecer a atenção do governo, infelizmente em um país desse tamanho tem que trabalhar com prioridades, e pobre que vive no ermo nunca foi prioridade.
Mais adiante podemos ver uma cena simplesmente chocante, Michiko simplesmente pega um pastel mofado de um mendigo idoso desdentado que só está esperando a hora da morte chegar, uh.... Como ela é má! Mas desde quando marginal é bonzinho!? Eles são escrotos! E entre eles, eles são filhos da puta! Basta conhecer alguém mora na favela para você saber das historias bizarras que se passa por ali! Essa historia de que marginal é bonzinho é uma ideologia da dona Globo veiculada através de suas telenovelas, afinal, essas novelas são feitas pra eles! Para o pobre/classe media! Esse povo não vai querer que ninguém pise nos seus calos! A Globo é quem mais investe na alienação de massa e retrocesso intelectial do Brasil! Já os japoneses não devem nada a ninguém mesmo, e justamente por isso conseguiram fazer algo fantástico para contar a realidade local, coisa que nenhuma produção da Globo chegou ou vai chegar perto de conseguir reproduzir!
Outro foco de suma importância é o que Hatchim passam em casa pelos pais adotivos, os maltratos fisicos, as constantes ameaças de ser vendida no mercado negro, seja como escrava sexual, seja apenas os seus orgão, para que assim ela sempre fique calada e sirva de empregada domestica de baixo custo, e quando o assistente social do governo chega para verificar se está tudo bem fingir que realmente está tudo bem para que assim o governo continue liberando alguma bolsa aí, bolsa adoção talvez, tem cidades do Brasil que tem isso. Agora me diz, a culpa é do governo? Ele deixou de ir lá por acaso? Não, mas não é de jeito nenhum! A fiscalização existe agora, o padre safado é que mascara tudo para não perder dinheiro! Simples assim! O FDP se vale de um discurso Cristão para mostrar serviço e faz essas loucuras por trás, que padre mais anticristo! A típica pessoa que engana o governo, e ainda sai falando mal dele depois, uma criatura dessas deveria ser esculaxado em praça publica, mas isso daí é uma METAFORA! Uma metafora para a classe media do Brasil! Que todo o tempo vive pagando de bonzinho, de protetor dos frascos e oprimidos, politicamente correto, que quer comprar iPad, mas não pode por que é algo que não lhe pertence, sonega impostos (rico faz mais isso que classe média, porém a CM faz também e não faz pouco, a CM que me refiro é aquela que quer viver uma realidade que não te pertence, (pois tem dois tipos, a metida a rica e a que é honesta) o que ela quer ter é status que, para essa laia de gente, status nada mais é que comprar coisas que não quer, com o dinheiro que não tem, a fim de mostrar para as pessoas que você não gosta aquilo que não é. E convenhamos, a classe media é simplesmente MESTRA nesse assunto!) para sustentar um status que nunca existiu e vive mergulhado em uma eterna hipocrisia.
Essa metafora do padre casado com uma esposa oca e 2 filhos demoniacos serve para isso, é a típica familia de classe media metida a rica que vive dando golpe no Estado para sustentar uma imagem de familia perfeita para os outros. Afinal, quando qualquer pessoa com dinheiro encosta ali eles num instantes “forjam” a sua faixada de familia perfeita, forte e unida! É só ver a grana que ficam mansos, coisa que também acontece com as famílias classe media metida a rica, é exatamente isso, quando ninguém ta olhando essas famílias são uma guerra constante, marido bate em mulher, filho usuário de drogas, filha piriguete, agora é só encostar alguém com dinheiro que eles se transformam em uma família perfeita apenas para aparecer bem na fita socialemtne falando, são metidos a entenderem de política, de gastronomia de degustador de vinho caro mas tudo isso não passa de uma ficção que inclusive não funciona quando a outra parte em questão realmente frequenta esse mundo que esse tipo de classe media sempre quis pertencer, são pegos na mentira na hora! Pois é, e é abusada por esse pessoal que Hatchin vive seus dias até que Michiko, mulata, bundão, cinturinha de pilão e gostosa aparece para salvar! Ou pelo menos para usar a menina como desculpa para encontrar o pai dela, ao menos, no inicio da série era essa as suas reais intenções. Ao chegar lá, Michiko é praticamente recebida a balas pelo padre, vemos aí outra pisada de calo, civil com porte de armas? Essas armas só não podem ser legais! O que mostra mais uma vez os contatos que o padre tem com o trafico, seja ele do que for, drogas, pessoas, mulheres, crianças ou órgãos, afinal, depois dele ter falado aquilo para Hatchim, ficou bem na cara que a igreja não passava de um agente laranja para ocultar atividades ilícitas dessas grandes corporações do underground. Por isso que essas coisas de legalizar drogas e pacificação nos morros não vão funcionar, pois quem trafica drogas, também trafica muito mais coisas, está simpelsmente envolvido em uma complexa rede de ativides ilegais por trás. Proibe drogas? Beleza,
nego vai continuar comprando ilegal pois com certeza vai ser mais barato que o liberado pelo governo, não vai ter impostos sobre a mercadoria! Sem falar que vai está atribuindo legalidade a uma atividade que simplesmente matou centenas de pessoas, e continua matando e que essas pessoas, esses novos CEO vão simpelsmente atuar como homens de bem. Isso tudo por que não cosneguimos viver sem o pó, o político precisa dele para sorrir sempre, o medico para dar plantão, o professor para corrigir prova, para estudar para o vestibular, para estudar na faculdade para não perder materia, acadêmicos de alto escalão para continuar estudando feito um animal, o caminhoneiro para não dormir dirigindo a noite, o acionista para ter coragem de fazer operações na bolsa de alto risco, a juventude nas raves, os atores da Globo... Enfim, larga de ser hipócrita para pagar de bom que você também usa!
E quanto a questão do padre catolico casado, acredito ter sido uma alusão aos pastores evangélicos, pois como bem sabemos existem mais igrejas evangélicas do que cinema no Brasil, e eles são donos de um poder significativo aqui dentro, porém, mostrar um padres catolico fica mais chocante e caricato do que um pastor evangélico, mais fácil para as outras culturas verem e assimilarem a mensagem. Esse foi o primeiro episódio, conforme a serie for avançando continuarei comentando esses detalhezinhos que muitas vezes passam despercebidos! Recomendo a todos, vocês podem baixar clicando AQUI ! Não deixem de assitir, pois essa serie é simplesmente genial! Jogou areia em qualquer produção nacional a respeito do tema, simplesmente por que as produções nacionais estão mais preocupadas em inocentar criminoso do que qualquer outra coisa, como já dizia o Capitão Nascimento.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Fate. E se tivesse outros heróis?
Fate é um jogo/anime que gira em volta da guerra pelo Santo Graal, que é capaz de realizar qualquer desejo daquele que o possuir. Para essa batalha são escolhidos sete magos, que vão invocar sete grande guerreiros de todos os tempos. Estes espiritos nem sempre são herois, mas assim como seus mestres, ainda tem um desejo a se realizar e por isso lutam pelo gênio da lâmpada Graal.
Mas imagine que as invocações do game/anime Fate fossem outros personagens do mundo dos games e animes. Quais seriam os representantes das classes Saber, Archer , Assassin , Rider, Caster , Berserk e Lancer?
Saber é um cavaleiro, a sua espada é sua maior aliada e não raramente é que dá identidade ao espirito.
Cloud Strife seria úma ótima escolha para esta alcunha. Seus feitos no Final Fantasy VII e seu arrependimento pelas mortes que deixou acontecer com certeza o levaram para a chance de mudar os fatos. Como não poderia deixar de ser sua arma seria Buster Sword.

E é na classe de arqueiro que Aioros surgiria com sua armadura dourada. Um dos cavaleiros mais fieis a Athena, podemos imaginar que sua intenção no Graal é para proteger a deusa que está sempre em apuros...
Seu arco e flecha não seria apenas sua arma, mas um poderoso fantasma nobre (o golpe mais poderoso de cada um dos servos) já que esse é capaz de reunir forças de todos os cavaleiros de ouro.
Assim como um samurai já apareceu nessa lista um ninja também é presença certa. Para representar a classe Assassin, Taki a ninja peituda dos jogos de luta Soul Calibur vem dessa vez em busca do Graal, e quem sabe mudar um pouco sua história?
Sob a alcunha de Berseker, um guerreiro poderoso porém dominado pelo ódio e loucura veríamos Kratos, do game God of War quebrando tudo pela sua frente com a fúria dos deuses. Talvez dessa vez seu maior desejo não seja vingança, mas sim salvar sua mulher e filha...
Van Hohenheim se assemelha ao caso de Musashi, o pai dos irmãos Elric em Fullmetal Alchemist foi inspirado em um real alquimista também chamado de Paracelso. Com conhecimentos abrangentes e a pedra filosofal em "mãos" poderia ser muito bem encaixado na classe de Caster. Creio que seu interesse no Graal seja egoista, apenas morrer ao lado de sua amada Trisha
Como Lancer podemos imaginar que Xaldin, de Kingdom Hearts, pode facilmente ocupar esse cargo. . Assim como todos o membros da Organização XII, o nobody de Dilan só quer recuperar o seu coração, cuja falta tanto lhe atormenta. é capaz de usar até seis lanças ao mesmo tempo graças a manipulação do vento, que de tão bom nisso que Aang nenhum pode botar defeito.
Como Rider, poderíamos ter a agradável surpresa de reencontrar o jovem Goku com sua nuvem voadora e seu bastão mágico. Apesar de sua ingenuidade caracteristica, seu envolvimento nessa batalha é motivado tanto pelo desejo de encontrar pessoas poderosas quanto pela chance de rever seu antigo cuidador, o avó Gohan.
E então, quem você gostaria de ver na batalha pelo santo graal?
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Interstella 5555: The 5tory Of The 5ecret 5tar 5ystem
Interstella 5555 é um longa metragem lançado no fim de 2003. Diferentemente de muitos longas que a gente vê por ai, este não possui uma fala sequer, mas é uma história maravilhosa! O máximo que tem são efeitos sonoros em momentos estratégicos. O que, então, tem nesse longa para ser tão legal? Música! Acho que aqui alguns devem conhecer pelas musicas "One more time" e "Hard, Better, Faster, Stronger", do álbum "Discovery", de Daft Punk.
terça-feira, 1 de maio de 2012
Michiko to Hatchin Episodio 2
Bem, não sei se vocês gostaram do Episódio 1, mas isso não importa, porque agora estamos no episódio 2! Desta vez eu não irei detalhar tanto, até porque aquele foi o primeiro post daquele jeito e eu estava vendo como ficaria. Irei pegar as partes mais importantes do episódio, e numa mesclagem com uma matéria no outro blog, comentar o que realmente pode-se dizer do ocorrido e dos acontecimentos que são mostrado em Michiko e Hatchin, ou seja, estamos fazendo um post aonde eu exponho o episódio e os acontecimentos nele, enquanto SteamWing (que vive mudando o nome aqui no blog -Q) faz uma analise sobre pontos importantes que o anime pega...Isso é,quando tiver tempo.
Esse é o segundo episódio, que já dá uma diretriz da trama. Após Michiko ter tirado Hanna da igreja, vemos um pequeno passado da morena. E outra ost para vocês ouvirem enquanto leem.
Inicialmente sabemos o porque Michiko foi presa, parece que estava envolvida em ataques de um grupo de crimes, apesar de negar tudo, as provas mostram o contrario, por isso foi posta na prisão de Diamandra, que segundo o que se sabe, é o Alcatraz do Brasil. Michiko, tu é mais perigosa que qualquer líder do tráfico!
A policial que a capturou é Atsuko,
uma moça com um enorme afro loiro, que é muito bem provocada por
Malandro, diga-se de passagem que a garota dá um foda-se total no
que esta ocorrendo, principalmente quando mostra sua língua a
Atsuko. Não porque, se você é suspeito ataques em crimes
terriveis, vai para uma prisão a la Alcatraz e a única chance de
escapar é morrendo... o que de ruim pode acontecer com você agora?
Atsuko foi promovida a sargento, e claro, não podia deixar Michiko sem essa novidade! Mas o que tudo indica, elas parecem bem conhecidas... Assim com a outra, a morena informa que já é a terceira vez que tenta fugir, ou seja, essa prisão não era tudo o que pintavam, pois se ninguém escapava, Michiko então se tornou uma lenda desde o momento que conseguiu essa façanha no primeiro episódio. Pelo jeito, para a malandragem (sem trocadilhos aqui), não existe prisão de alto nível!
OH! As duas eram amigas de infância!
Bem, se são, hoje em dia parece que as coisas mudaram de rumo.
Porque duas amigas chegadas da infância chegaram a vida adulta e
agora se tornaram “inimigas”? Sim, entre aspas, pois no fundo,
tem algo mais ai. Mas independente disso, as duas brigam, uma briga
particular, diga-se de passagem, até a policia ali
interferir....Como?
Espancando-a! Claro, pois para parar um detento, deve usar a violência para que estes se comportem e percebam quem manda! Acho que o capitão Nascimento deu treinamento para esses policiais.
Voltando para a prisão, a TV de um dos poliças estava ligada, e Michiko recebe a informação que dois dos integrantes do crime organizado morreram em uma explosão. E isso mexe com ela... oh! A história está ficando cada vez mais intrigante! Mas quem disse que os policiais ligam para o que a outra sente? Ela é considerada uma assassina perigosa mesmo!
Voltando aos dias atuais, a policia com seus fusquinhas foram investigar um assalto em Lentilha... Não sei porque, mas eu acho muito legal esses nomes de comida e frutas para as cidades ficticias! Diga-se de passagem que uma cidade chamada Porciúncula, esses nomes são os mais normais que tem.
Descobrimos que Atsuko e os policiais
estão indo atrás de um assalto com reféns feito por nada mais nada
menos que Michiko! Eles são da divisão especial, então nada melhor
do que eles para lidarem com alguém tão perigoso como a garota.
Chegando por la, vimos que tem uma
mulher nada haver com a nossa morena. Atsuko não virou sargenta a
toa, ela consegue driblar da mulher estranha, rendendo-a e dando
ordem de prisão para Diamandra, não porque ela era a verdadeira
Michiko, e sim por estar usando o nome da garota por isso. Percebe-se
que ela não gosta que usem o nome da outra para cometer crime... e
volta o passado!
A afro mostra a morena a foto de um bebe chamada Hana Belenbauza Yamada... não me pergunte porque ela tem um sobrenome japonês, talvez a mãe dela era japa, quem sabe? Não é porque pode ser mestiça que ela venha ter cara de japonesa! Mas essa foto intriga Michiko, pois de alguma forma, essa é a filha de Hiroshi Morenos, um dos caras que morreu no ataque do onibus! OH!
Novamente em nossa realidade, Hana e Michiko estão caminhando pela estrada naquele sol ardente, aonde a única coisa que conseguem ver é pasto e mais pasto. Enquanto descansam, descobrimos que o pai dela é...HIROSHI! Ah...droga, eu revelei ali encima... Enfim! Michiko era apaixonada por ele, mas logo ele foi embora e morreu, e por isso a morena quer ir vê-lo...em? Até Hana estranha com isso, como ir ver alguém se essa pessoa morreu? Sim, ele morreu a onze anos atrás em uma explosão de ônibus, e sua filha tem nove anos... WHAT?
Ok, Michiko não acredita que ele
morreu, e sua única prova é a filha dele, Hana. E para comprovar
que ela realmente é a menina quem estava procurando, pede para
mostrar a tatuagem que a garota ganhou quando era bebe... Sim, a
garotinha tem uma tatuagem feita quando ela era bebe! A mesma que
Michiko tem em seu abdômen, diga-se de passagem que é uma tatuagem
do crime organizado que ela participava. A menininha nega a
existência da tatuagem, mas não deixa com que veja também.
Parando em um posto de bandeira branca
que não tem nem uma gota mais de gasolina, com certeza foi autuado
pela fiscalização, ou até mesmo pela policia, apesar de continuar
aberto, sabe-se lá o porque, mas como é Brasil, e como o dono do
posto diz que tem uma cidade perto chamado Ladrão, imagino que esse
posto faça parte de uma coisa muito mais profunda envolvendo crime
organizado, quadrilha e traficantes. Ou é só um empecilho para
Michiko destruir a maquina de bebida e ficar puta da vida, jogando a
garrafa de cerveja no chão e ouvir um sermão de limpeza de Hana...
como se a morena ligasse para isso. Assim como se qualquer pessoa
ligasse para o lixo jogado no meio da estrada, né?
E não, Michiko não liga se não pagou
por aquela bebida, ou se jogo o lixo em qualquer lugar, ela nunca
será politicamente correta, nem aqui, nem na china, e muito menos no
Japão. Apesar da indignação pelo fato de Hana ligar para isso, a
morena propõe se ela fizer tudo certinho como a garotinha deseja,
ela mostraria o abdômen para saber se tem ou não a tatuagem, mas a
persuasão não funciona direito com Hana, e esta, incomodada por ser
chamada pelo nome, pede para não mais chama-la assim, o que rendeu
um nome que mais parece um espirro: Hatchin.
O padre é interrogado pelos policiais de Atsuko sobre o ocorrido, e esta, nem mais se surpreende pelo jeito que a sua ex amiga faz para chegar chegando. Pois é, quando se tem amigos porras loucas, você espera-se de tudo sem se surpreender com nada.
Interrompida por Maria, sim, aquela
garotinha filha do padre, Atsuko sem nenhum pudor o licença, ergue o
vestido da outra para saber se ela tem tatuagem ou não, e logo é
informada que Michiko levou consigo uma garotinha, e como uma boa
sargenta, ela deduziu o que a outra estava por fazer.
Como já disse, a nada politicamente
correta da Malandro começa a comparar Hana com Hiroshi, falando
algumas besteiras, deixando a menininha sem jeito. Mas aqui não
quero resaltar a conversa e sim os detalhes da cena. Elas estão em
um restaurante de esquina, haviam almoçado, e no chão o que a gente
encontra? Um cachorro e um monte de papel jogado no chão,
provavelmente usado, como a gente encontra em qualquer lugar. Um
detalhe um tanto quanto interessante para o anime, pois normalmente
vemos ruas limpas, mas não nesse anime, não aqui, pois esses
detalhes que de fato existe, se encontra, e os japoneses não
esqueceram de por. A sujeira do Brasil feito pelos próprios
brasileiros, é retratado aqui no cenário de fundo.
Agora sim, voltando a conversa, Hana
pergunta se ela não for a garotinha que Michiko estava procurando, o
que ela faria? Leva-la de volta ou ficar com ela!? Não, iria
abandona-la, já que ela não teria saco para cuidar de uma criança
que não a interessa...O que? Chocado? Ela já é procurada pela
policia, acha mesmo que o conselho tutelar vai querer cair encima
dela por ter sequestrado a garotinha? Ou melhor, te-la tirado do
inferno que estava antes?
Outra cena interessante é a TV, sempre
ligada na Globo...digon! No canal de noticias do bar, já foi
noticiado que Hana foi sequestrada por Michiko, mas a noticia ainda
diz que não parece ser por resgate. Grande Atsuko! Ela já sacou o
motivo da morena ter sequestrado a garotinha. E esta informa a
Hatchin que simplesmente irá protege-la contra tudo e todos caso
seja a menina que estava a procura, e apesar de já não conseguir
mentir, Hana ainda nega tudo.
Antes de realmente ir embora, Michiko
da um jeitinho no dono do bar “Amigo”, sim porque o mais legal de
tudo, é que a gente pode ler os letreiros, placas e afins do
cenário! Quer coisa mais mágica que isso? Rapidamente a policia a
encontra, e ironicamente ela diz que todos ali são amigos dela. Uma
clara discussão entre as duas amigas de infância ocorre, e pela
conversa, dá pra ver o quanto uma tá ressentida pela outra ter se
tornado o que se tornou, assim como Atsuko ter tido a mesma origem de
Michiko, sabe exatamente como a outra era, mas agora é alguém da
lei, ao contrario da outra, que continua sendo uma trombadinha sem
noção de marca maior, mesmo depois de adultas.
O padre, obviamente, está junto dos
policiais para fazer negociação, e realmente, ele revela que estava
por enganar o governo, clamando para a outra voltar, senão ele entra
em dificuldade por cortes da previdência infantil, ou seja, tudo o
que foi comentado aqui e aqui, o padre está fazendo, somente usando
a outra para pegar dinheiro fácil do governo, e vendo que seu
dinheirinho está sendo tirado pela Malandro, ele fica bravo, mas
nenhum policial realmente se importa por esse fato, a única coisa
que querem é Michiko, tanto que vale até a provocação da sargento
para tanto.
Malandro que é Malandro, sabe o que
fazer para escapar, o que vale de tudo! Quantos casos de ladrao a
gente já não ouviu que fez loucuras para escapar da policia? Chamar
a outra para dizer algo importante, mordendo a orelha dela e a
fazendo como refém foi uma das melhores estratégias de fuga que a
nossa morena poderia fazer!
Ainda na ganância, o padre lembra que
se Hana morrer, ele ganha pelo seguro de vida dela... Olhe aonde a
ganância de uma pessoa vai! Ainda por ironia, é um padre, cuja
função é semear o bem, mas que tudo faz errado. Certeza que isso é
uma critica a certas coisas que a gente vê por aqui sobre certos
lideres religiosos, assim como certas idéias de pessoas que só
querem dinheiro, fazendo de tudo, até mesmo dar o fim a vida de uma
garota inocente.
Uma perseguição ocorre, deixando
Atsuko para trás, sim porque aqui policial não liga se ela é a
sargento que estava amarrada e jogada no chão, eles querem é
Michiko, viva ou morta, não importa, mas sim captura-la! E dai que
tem uma feira cheia de civis? E dai que há muitas barraquinhas de
venda? E dai que um tiro pode acertar um inocente? Tudo o que importa
é correr atrás da Malandro!
Hana fica para trás, e é perseguida
pelo padre, ele ainda é péssimo em tiro, e erra todos os que ele
atirou, e por incrível que pareça, ele não acertou nem uma bala
perdida em qualquer outra pessoa...acho que se ele tivesse uma arma
mais forte, a arma voltaria contra a testa dele, de tão ruim que é
essa criatura em atirar! Hana revida os ataque tacando a cruzinha que
ela carrega no pescoço na testa do padre! Jesus tem poder! Ainda
acho interessante essa parte em que o padre pisa na cruzinha, para alguém religioso, isso é considerado blasfêmia! Não é? Mas como ele é lider de uma igreja, ele é escolhido por Deus mesmo, e por isso o que faz é o certo!
Hana summona Michiko, que a resgata do
padre, que cai, literalmente. Hana resgatada pela morena, e Atsuko
louca da vida pela incompetência dos policiais ao tentar perseguir e
capturar a outra, o episódio assim termina, com Hatchin dizendo a
verdade sobre a tatuagem, sabendo que a morena nada fez para ser
presa além de zoar por ai. Logo descobriremos o que realmente
Michiko fez para ser presa, e qual era a relação dela com Hiroshi,
o crime organizado, Atsuko e até mesmo Hana. Nos próximos episódios
terão referencias a muita coisa da nossa cultura, coisa que a nossa
própria TV faz questão de esquecer.
Mapeando um pouco o anime, não lembro se fiz isso na matéria passada, o anime se passa em cidades ou localidades de nossas cidades reais, como Rio de Janeiro, Recife, Olinda, São Luis e Barreiras. Não que em algum momento essas cidades são citadas com seus nomes originais, mas de maneira ficticia, para que possamos tentar imaginar em qual das cidades está passando, ou região do Brasil! Mas enfim...
Espero que eu possa escrever logo o terceiro episódio!

.png)
.png)
.png)
.png)
































































