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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Animação épica de RPG: 'A Recompensa'.
Por: Pris
quarta-feira, fevereiro 27, 2013
720p Madness, a recompensa, A taverna, altas aventuras, dupla de amigos, galerinha da pesada
2 comments
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Musicas de RPG
Por: Unknown
sexta-feira, fevereiro 01, 2013
720p Madness, A taverna, looking for group, musicas, parodias, roll a d6
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E mais uma matéria ligada a RPG. Não, eu não me canso. Na verdade, eu poderia ficar aqui dias falando sobre isso... Mas a preguiça não me permite. Hoje eu trago para vocês algumas musicas com o tema. Videos curtos ou longos, divertidos, que lembram aquelas tardes de domingo (Seja no pc, videogame ou mesa) que você passou jogando.
Cliquem nas imagens para ir para cada vídeo.
Sim, eu sei que Looking for Group é uma HQ baseada em WoW. E nem venha levantar o dedo para mim falando que não vale por ser MMO. Quem nunca fez um personagem psicótico que atire a primeira pedra!
Larpistas... Depois que RPGista ganha fama de maluco, ninguém sabe porque é. Ao menos esse musical ficou muito divertido, digno de uma verdadeira aventura de resgate a princesa.
Essas duas moças fizeram uma musica bem interessante a respeito de um personagem mercenário e seu descobrimento sobre a real natureza do mundo em que vive. Vale a pena conferir.
E pra finalizar, uma musica bem animada, parodiando Like a G6. Aproveitem.
quarta-feira, 28 de março de 2012
Interpretação - A alma do personagem!
Não, essa não é sobre personagens de animes e seus respectivos seiyuus, só achei o título adequado para o que vou escrever.
Mestre: Um belo e verde campo, com gotas de orvalho por todos os lados, fazendo a beleza da natureza ser realçada de forma incrivel. Há poucas arvores plantadas, mas todas elas, centenárias, espalhadas por aquele campo, criava a vida de muitos pássaros que cantavam belas melodias naquela manhã. O ar frio batia no rosto de todos ali presentes, e um aroma agradável das flores espalhadas pelo lugar, amarelas, vermelhas, rosas, brancas. Mas havia uma única coisa que chamava a atenção de todos: Um enorme centauro, de costas para o grupo, olhando algo em suas mãos, e parecia apreensivo por algum motivo. Com uma bonita pelugem marrom, cabelos longos e castanhos, não possuía nada em seu corpo, além de um arco e poucas flechas na aljava. Ele está próximo a uma das centenárias arvores. O sol acabara de nascer, e por isso ainda havia um pouco de neblina no local.
Jogador 1: O mago, tremendo um pouco com o frio que ali fazia, não tinha os trajes adequados pela perda da luta contra ladinos da ultima noite, achava aquele lugar maravilhoso, as gotas de orvalho lembrava muito quando aprendeu a magia de água. Estranhara muito o centauro ali a sua frente, parecia cuidar de alguma coisa, imaginava que este estava ferido ou possuía algo importante em sua mão, e a curiosidade do jovem mago foi tão grandiosa que a poucos passos, chamou: - Está tudo bem com o senhor?
Jogador 2: O guerreiro estava quente dentro de sua armadura, viu o centauro e sacou a espada: - O que voce faz ai?
Então pergunto: Como mestres, qual a sensação ao se deparar com ambas as descrições dos jogadores? E como jogador, qual a sensação que deu ao ver a descrição que o mestre fez?
Não gosto de iniciar nenhuma matéria dando minha opinião, mas essa eu serei obrigada. Como mestra, que gosta de dar o máximo de detalhes do local aonde os personagens se encontram, para que estes sintam como se estivessem na cena, a descrição do Jogador 1 me agrada muito, sabendo que consegui conquistar o que queria: a sensação que aquela cena traz; enquanto o Jogador 2, traz um desagrado imenso, pois a impressão que trás é de algo sem graça ou chata, o que nenhum mestre gosta, já que dedicamos uma parte de nosso tempo criando campanhas, quests e descrições dos lugares. E nesse momento, o que a gente pode fazer? Espancar o Jogador 2 até a morte? Sim! Evidentemente não....não na vida real, só o personagem dele, é claro. Mas não, essa não é a única solução. Uma conversa depois, ou até mesmo antes da sessão iniciar, dá uma ajuda.
Embora isso seja a obvialidade da coisa, não é disso que irei realmente tratar. Interpretar um personagem é como teatro, ou para aqueles que jogam pela internet, independente dos variados fatores, um "livro", aonde você incorpora um personagem criado por você, com as personalidades muitas vezes suas mesmo ou como você seria se fosse daquela raça, naquele mundo com aquela classe. É como fazer cosplay, para ter uma idéia mais concreta.
Partindo do pressuposto que isso vem da própria pessoa, o que demonstra o quanto ela está motivada ou não para o jogo. Essa motivação vem de vários fatores, tanto da propria pessoa, quanto do mestre, e fatores externos, independente de ambos, e é nesse momento que o mestre percebe o que pode estar errado ou não em sua campanha, seu jeito de narrar, com o jogador, os motivos que causam a interpretação como o Jogador 2 ou o Jogador 1.
Obviamente, alguns tem dificuldade de se expressar com palavras (eu mesma tenho, quando é um jogo em mesa não virtual), mas sempre haverá outros modos de se chegar ao mesmo resultado, e aqui entra a criatividade de cada pessoa, assim como é o relacionamento com o mestre e os demais jogadores, e o próprio ambiente, onde não tenham que se preocupar com transeuntes chamandopsiquiatras seguranças ou filmando para colocar as bizarrices do grupo no youtube.
Outra coisa é a construção do personagem. Não adianta começar fazendo personagens que não seguem sua personalidade, totalmente opostos a você, e ter dificuldades de interpretação e para seguir a linha principal que você criou. Não vou me aprofundar nesse assunto, que pode ser meio obvio todos os motivos de não começar assim. Em geral, pessoas com experiencia tem mais facilidade em criar personagens opostos a si.
Interessante é ver que quando se é mestre, você acaba tendo uma desenvoltura de descrição melhor do que quando é somente jogador. Não que jogadores não possam ser como os mestres ou até melhores, mas quando se é mestre, você tem que ser muito mais preciso em suas descrições, colocando certos detalhes que podem passar abatidos por jogadores que não prestam atenção ou não tem malícia o suficiente para perceber o que o mestre esta tentando passar. Mas isso não é a regra, muitas vezes o mestre pode ser menos descritivos que os jogadores, e estes sacanearem o mestre e se aproveitarem de algumas coisas que o mesmo não percebe que está falando.
O problema não são os jogadores que tem dificuldades em interpretar que não se resolvem com uma conversa, e sim aqueles preguiçosos e relaxados que agem como nessa imagem:
O que pode-se fazer para incentivar aos preguiçosos de plantão?
Agora, se nenhuma dessas alternativas resolver, nada melhor do quedar uma voadora no jogador quando o vê chegando falar que sua atuação está atrapalhando a campanha. Eu até poderia entrar no mérito dos jogadores turistas, mas isso fica para uma futura matéria.
Uma nota antes de encerrar: Assim como as pessoas levam seus hobbys a sério, quem tem o rpg como um de seus hobbys, tambem o leva a sério. As pessoas que estão na mesa precisam saber se seu mestre é assim ou não, pois quantas aventuras eu já não vi inacabadas por desinteresse dos jogadores, que parecem não se importar com o tempo que o mestre gasta para criar uma aventura interessante, e acham que fazer isso é facil.
Bem, é isso ai gente, espero ter ajudado quem gosta de RPG e tem esses problemas. o/
Partindo do pressuposto que isso vem da própria pessoa, o que demonstra o quanto ela está motivada ou não para o jogo. Essa motivação vem de vários fatores, tanto da propria pessoa, quanto do mestre, e fatores externos, independente de ambos, e é nesse momento que o mestre percebe o que pode estar errado ou não em sua campanha, seu jeito de narrar, com o jogador, os motivos que causam a interpretação como o Jogador 2 ou o Jogador 1.
Obviamente, alguns tem dificuldade de se expressar com palavras (eu mesma tenho, quando é um jogo em mesa não virtual), mas sempre haverá outros modos de se chegar ao mesmo resultado, e aqui entra a criatividade de cada pessoa, assim como é o relacionamento com o mestre e os demais jogadores, e o próprio ambiente, onde não tenham que se preocupar com transeuntes chamando
Outra coisa é a construção do personagem. Não adianta começar fazendo personagens que não seguem sua personalidade, totalmente opostos a você, e ter dificuldades de interpretação e para seguir a linha principal que você criou. Não vou me aprofundar nesse assunto, que pode ser meio obvio todos os motivos de não começar assim. Em geral, pessoas com experiencia tem mais facilidade em criar personagens opostos a si.
Interessante é ver que quando se é mestre, você acaba tendo uma desenvoltura de descrição melhor do que quando é somente jogador. Não que jogadores não possam ser como os mestres ou até melhores, mas quando se é mestre, você tem que ser muito mais preciso em suas descrições, colocando certos detalhes que podem passar abatidos por jogadores que não prestam atenção ou não tem malícia o suficiente para perceber o que o mestre esta tentando passar. Mas isso não é a regra, muitas vezes o mestre pode ser menos descritivos que os jogadores, e estes sacanearem o mestre e se aproveitarem de algumas coisas que o mesmo não percebe que está falando.
O problema não são os jogadores que tem dificuldades em interpretar que não se resolvem com uma conversa, e sim aqueles preguiçosos e relaxados que agem como nessa imagem:
O que pode-se fazer para incentivar aos preguiçosos de plantão?
- Ao final das sessões, no momento de distribuição de XP, o mestre pode premiar aqueles que interpretaram bem seus personagens,e explicando para aqueles que não o receberam os motivos para tal;
- Premiação mecânica por cenas bem descritas ou interpretadas (aqui depende do sistema para a distribuição do XP);
- Criar situações e quests baseadas na personalidade, classe, histórico e relações que os personagens tiveram durante o jogo, sejam com seus companheiros, sejam com os npcs, como bonificação interpretativa dar títulos, aliados importantes, conhecimentos, entre outras coisas para o jogador com bom desempenho;
- Explicar o tipo de campanha que irá fazer e que tipo de personagem acha mais adequado a ela.
Agora, se nenhuma dessas alternativas resolver, nada melhor do que
Uma nota antes de encerrar: Assim como as pessoas levam seus hobbys a sério, quem tem o rpg como um de seus hobbys, tambem o leva a sério. As pessoas que estão na mesa precisam saber se seu mestre é assim ou não, pois quantas aventuras eu já não vi inacabadas por desinteresse dos jogadores, que parecem não se importar com o tempo que o mestre gasta para criar uma aventura interessante, e acham que fazer isso é facil.
Bem, é isso ai gente, espero ter ajudado quem gosta de RPG e tem esses problemas. o/
Quíso Nemesis?o_O
domingo, 17 de julho de 2011
Você gosta de jogar RPG?
Por: Nyu
domingo, julho 17, 2011
A taverna, jogando rpg, por que pessoas baixinhas nesse mundo pode ser confundida com anões, rpg de mesa online
1 comment
Eu gosto!
Não... não estou me referindo a RPG online, como Ragnarok, ou de video game, como Final Fantasy, estou me referindo a jogos de mesa, isso mesmo! Aqueles jogos aonde você se reunia com seus amigos, ficava horas criando seu personagem, entrava em uma aventura louca elaborada pelo mestre, e no final você saia "estrupiado", mas cheio de dinheiro e XP.
Pois é! Mas se você mora longe de seu grupo, seja porque se conheceram na net, ou teve mudança, ou então o dia ta chuvoso para se encontrarem, nada melhor do que a internet para ajudar!
Por esses dias, tenho jogado por um sistema chamado RRPG Firecast muito bom, com as fichas de D&D 3.5 já pré estabelecida, além de opções no próprio site para baixar fichas de outros jogos, seja GURPS, Lobisomem, Vampiros, D&D 4.0, Daemon entre outras.

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